BARONESA SILVIA AMÉLIA VAI AO TEATRO COM FUTURO GENRO DONO DO IBOPE

Marília Pêra e Miguel Falabella continuam lotando o Oi Casa Grande com Hello Dolly, espetáculo sim, espetáculo também. Última sessão de ontem, casa superlotada, Nathalia Timberg, na plateia, comentava depois entusiasmada que Marília conseguiu enriquecer o musical, agregando a ele o seu trabalho de atriz. Tradução: deixou de ser um simples musical americano, mais um, e passou a ser um belo espetáculo com um notável desempenho de uma grande atriz, que é completa, usa seu instrumento “corpo” na plenitude. Atua, dança, canta. E tem o dom sagrado, a chama.

Miguel Falabella, um dos grandes histriões de nossa cena. É o Jorge Dória de sua geração. O Milton Moraes do terceiro milênio.

Totalmente à vontade com o palco e com o texto e sem a menor cerimônia com um e com o outro. Criativo, adiciona os “cacos” engraçados e inspirados que lhe vêem a cabeça, conferindo aos seus momentos a marca indelével do Caco Antibes, seu inesquecível personagem que todos querem o tempo todo rever. Falabella é a versão masculina de uma Dercy pós-moderna, sem chegar àquele escracho over, mas com o mesmo dom de arrancar gargalhadas.

Achei o comentário de Nathalia válido e admirável.

Assistiam também ao Hello Dolly de ontem, a baronne Silvia Amélia de Waldner com toda a sua prole radicada no Rio: as netas, a nora, Ana Luiza Fischer, a filha, Maria Pia Marcondes Ferraz, e o quase genro, Carlos Augusto Montenegro, o homem-Ibope…

 

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