15 ideias sobre “cinzeiro na cara

  1. Achei muito boa toda explicação do fato, realmente estamos nós Brasileiros indignados com os Políticos e empresários ligados a eles, e por infelicidade o casamento desta moça estava marcado para este mês.
    Mas exageros foram de ambas as partes, que eu acredito é que sendo pessoas tão educadas e polidas não precisavam atirar um cinzeiro na rua e nem entrar no clima de jogar dinheiro e bem casados ” As pessoas quando querem respeito, elas também tem que respeitar o outro ” você não pode provocar e aumentar o clima de hostilização.

    • Concordo…. é isso aí!!!! que falta de respeito ao ser humano que luta pelos seus direitos….

  2. Achei vergonhoso o comportamento do hotel Copacabana Palace, que no tempo dos Guinle primava pela elegância, chamando a polícia para espancar manifestantes e incitando os grosseiros convidados de um casamento ultra-cafona a jogar cinzeiros e comida nas pessoas. Que gente nojenta. Está se vendo que a polícia faz arrastão para os ricos no Rio de Janeiro. Que decadência depois que o Sergio Cabral se tornou governador do Estado. Lamentável.

    • Olha, Lucia, tenho informação de que o pessoal do Copa recorreu ao cerimonial da festa pedindo que interferisse junto aos convidados para que parassem de atirar bolos de bem-casados e aviões de dinheiro sobre os manifestantes. O hotel não era, absolutamente, conivente com isso. Assim como não tenho informação de que tenha sido ele que chamou reforços da polícia, havia muita gente na festa que podia ter feito isso, inclusive um deputado. Esta sua afirmação de que a polícia faz arrastão para os ricos no RJ para mim é novidade. O que temos visto são as favelas pacificadas pelo Beltrame, e pela primeira vez. Vamos lá, Lucia, nem tanto ao céu, nem tanto à terra.

  3. Espero que se lembrem de preservar e colher as impressões digitais do cinzeiro para identificação do autor do arremesso.

  4. Vocês querem implantar o Gramscimo no Brasil e nem sabem pelo que estão lutando. Vão se transformar em uma Argentina, Venezuela, depois vão acabar se tratando em Cuba e morrendo lá como Hugo Chaves.
    Vendo, pela TV, o número de pessoas na passeata do ‘Orgulho Gay’, e o número de pessoas envolvidas no ‘Movimento contra a corrupção’, não tenho dúvida : tem mais gente lutando pelo direito de dar o rabo que pelo direito de não ser enrabado…
    Otarios. Enquanto isso os milicianos estão rindo de vocês pois quero ver vocês fazerem essa passeata sobre o aumento da passagem das vans.

  5. A Bastilha, símbolo da opressão da Monarquia, foi derrubada pelo povo o 3º Estado. Como bem mostra Michelle Perot em “Os esquecidos da História” o 3º Estado, depois q se desmembrou e formou o 4º Estado:

    • A Bastilha, símbolo da opressão da Monarquia, foi derrubada pelo povo o 3º Estado. Como bem mostra Michelle Perot em “Os esquecidos da História” o 3º Estado depois que tomou o poder político, se desmembrou e formou o 4º Estado: o povo pobre.

  6. Náo podemos esquecer…que DONA BARATINHA casou-se;;;;com quem?
    JOÃO RATÃO….
    QUE DEPOIS …CAIU NA PANELA DE FEIJÃO….

  7. Prezada Hildegard,
    Saudações cordiais!
    É difícil não haver gente tentando galvanizar a energia do protesto para seus interesses políticos. No entanto, o protesto não se reduz a tais grupos e, em todo caso, os manifestantes tinham suas próprias agendas de insatisfações. O casamento, em si mesmo, naquela circunstância não se reduzia apenas à escolha conjugal de dois indivíduos (isso talvez fosse o ponto de vista dos noivos), mas a uma junção de famílias e influências (o ponto de vista dos manifestantes), cujo impacto político e social não pode ser negligenciado. Obviamente, bem-casados (como “os brioches de Maria Antonieta”), notas de R$20,00 e cinzeiro lançados às “massas revoltosas” não poderiam ser mais inspiradores para indignação num 14 de julho. Isso fala muito do tipo de elite que este país não precisa, e penso que vc não faz parte dela, como sua mãe e irmão não faziam.
    A manifestação e a reação dos convidados deveriam servir para uma boa reflexão sociológica, da qual sei que vc é capaz, mas não numa coluna social. Quem pretende esperar isso numa nota de coluna social, está buscando a leitura errada no lugar errado. As suas colunas não são, para mim, um lugar de reflexão sociológica ou política, mas um objeto para estudo, um janelinha que se abre para o ethos de um mundo do qual a maioria não faz parte, justamente porque, dialeticamente, uma minoria o faz. No entanto, como a coluna social também é um estilo discursivo socialmente referido, trata-se de uma janela discursiva com estética própria e, como tal, é focalmente redutora da experiência observada. Ao mesmo tempo, tal como as colunas sociais de outras épocas, a sua janela também produz um reflexo no qual a elite representada quer se reconhecer. Não estou falando nenhuma novidade aqui, particularmente para quem é leitor da “Sociedade de Corte” de Norbert Elias.
    Abraços e tudo de bom,
    Alexander Martins Vianna

  8. Achei maravilhosa toda a reportagem. O povo tem sim todo direito de manifestar sua insatisfação. A fortuna dessa “barata” torna-se ilícita sim, pelo fato de seus negócios só visarem seus lucros sem ter a mínima decência de oferecer a quem lhe dá esse lucro uma condução decente como merece nosso trabalhador. Deveriam sim colecionar inúmeras baratas para homenageá-lo literalmente.

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