A sorte está lançada, em véspera de eleição, restam a reza forte e a intuição

Quando, no dia 29 de maio de 2010, encontrei Angélica no casamento de Alexandre Accioly e disse a ela que Dilma Rousseff iria ganhar a eleição, ela levou um susto. Abriu os dois olhos azuis espantada e chamou o marido, Luciano Huck, que estava próximo: “Veja o que a Hilde está dizendo, que o Serra vai perder!”. Ele pareceu não levar fé.

Em junho do ano passado, o Rio de Janeiro pegava fogo com os black blocs, manifestantes acampavam no Leblon diante do prédio de Sérgio Cabral e eu afirmava a membros da equipe do Governo do Rio de Janeiro: “O Pezão vai ganhar as eleições”. Eles me olhavam com ar de incredulidade, como se enxergassem uma ET. E eu declinava os motivos de minha convicção. E alguém tem, neste momento, dúvidas de que Pezão vã vencer?

Antes de se iniciar o processo desta campanha eleitoral, um dos grandes próceres petistas estava certo de que o principal antagonista de Dilma Rousseff seria Eduardo Campos. E eu teimava que não, o grande adversário seria Aécio Neves. Dito e feito, a campanha começou com Aécio incomodando e sendo o principal adversário, até o episódio da queda do avião de Campos, e Marina (como diz Aldir Blanc) despontar das cinzas do aeroplano.

Pois agora, em verdade, em verdade, vos digo: quem vai para o segundo turno com Dilma Rousseff será Aécio Neves.

E Aécio será presidente da República, conforme ele próprio vaticinou ontem, no batizado de seus lindos filhinhos gêmeos. Porém, não o será neste próximo 2015. Será presidente em 2019, no tempo certo destinado para ele.

Dilma tem por concluir um programa já iniciado, muito bem sucedido, que revolucionou a vida brasileira, trazendo bem estar ao povo.

Aécio tem uma tradição política familiar e pessoal a cumprir, o brasileiro respeita isso e sentirá necessidade da alternância do poder, enquanto Neves virá daqui a quatro anos com um discurso mais ajustado e afinado a este nosso novo Brasil.

Bem quem quiser acreditar acredite. Quem não quiser que não creia. E não me venham depois processar por charlatanismo, pois não estou cobrando nada pela consulta, não sou órgão de pesquisa, muito menos analista política graduada. Mas que tenho acertado nos meus pitacos mais do que muitos medalhões consagrados, ah isso eu tenho sim!

Aecio_Batizado_SaoJoaoDeiRei_OrlandoBrito_9Aecio Neves com o filho Bernardo, Leticia Webera madrinha Renata Padrilha com a menina Julia, a mãe, e o padrinhos Renata Padilha e Alexandre Accioly, no batizado em São João Del Rey, na Igreja Nossa Senhora do Pilar

 

Não me representa quem não tem programa, nem coerência, nem ideologia e cujo único projeto é ganhar

Os tons do cenário se alternam em torno do Lago de Bourget, na Savoia francesa. Dias amanhecem cinzentos, com raios prata filtrados pelas nuvens, penetrando as águas límpidas, diz-se que das mais puras da Europa. Outros são dias fulgurantemente azuis, iluminando o biombo de montanhas que cerca o lago, cobertas por pinheiros e plátanos de várias tonalidades de verde, espetáculo indescritível, visão de cortar o fôlego de qualquer olhar. Que privilégio estar aqui, viver aqui, escolher amadurecer por aqui!

Foi na contemplação dessa beleza que o poeta Lamartine escreveu sua obra-prima: Le Lac.  Suas estrofes podem ser encontradas por toda a parte na região. Em Aix Les Bains, na parede do Casino ou gravadas em placas de aço de sinalização, na marina onde tremulam velas de barcos ancorados; em Tresserve, inscritas em pedras convidativas para casais apaixonados namorarem, em algum parque à beira do lago; na fachada de uma casinha singela e centenária em Chambery.

Uma delas:

“Ô Temps ! suspends ton vol, et vous, heures propices !

Suspendez votre cours:

Laissez-nous savourer les rapides délices

Des plus beaux de nos jours !”…

“Ó Tempo! suspenda teu voo, e vós, Horas Propícias! / Suspendam vosso curso: / Deixem-nos saborear as rápidas delícias / Dos mais belos de nossos dias!” – Suspirou em seu poema o inspirado Alphonse de Lamartine.

Esqueci-me, entretanto, de quando jovem fazer o mesmo pedido ao Tempo ou às Horas Propícias, diante do magnífico Lago de Bourget, onde escolheu viver minha doce e amorosa irmã.

Minha alternativa de vida foram as águas sempre turbulentas do meu país. Correntezas ingratas e contraditórias.

Vivemos momento de águas encrespadas no Brasil. Iemanjá deve estar nervosa, descompensada. Pela primeira vez vejo empresários de alto porte desancarem abertamente governo e governante, fazerem ameaças, descerem de sobre seus convenientes muros.

Banqueiros, presidentes de multinacionais, de entidades classistas tomam posição com todas as letras, em escancarado português.

Jornalistas “vaselina” de notória tradição jogam sobre a conta do governo da presidenta Dilma a responsabilidade por “roubalheiras”. O jogo é pesado.

Em saudável exercício democrático, a direita finalmente aparenta correr riscos em nome de suas convicções. O que me leva a ficar preocupadíssima!…

Se a velha e precavida extrema direita não está mais se equilibrando sobre o muro é porque se julga em solo firme no lado que escolheu pisar. Ocorre que nas únicas e poucas vezes em que ela falou francamente aconteceu de ser às vésperas de algum golpe de Estado. Estava muito bem respaldada, não precisava de muro.

No seu vocabulário, muro. Fio da navalha, no meu.

Os livros de História contam que a direitona foi toda franqueza, coragem e virulência quando planejou destronar Getúlio. Agiu da mesma forma no pré 64, falando grosso e empinando o peito como um Baixo profundo.

Vamos, no próximo dia 5, para um novo embate nas urnas. Cinco décadas se passaram desde o último golpe de estado. As novas gerações não viram, não sabem, ignoram. Em nome da boa saúde mental, muitos da velha geração se esqueceram daqueles anos linha dura. Outros não se lembram porque já morreram. Alguns outros foram mortos. Os que se omitiram, não viram ou não quiseram ver. Os coniventes até gostaram. Os sucessores dos vilões se empenham em lhes retocar as imagens. Os herdeiros das cicatrizes dessas tragédias carregam a missão pesada de alardeá-las, para que não se repitam.

Não, não há clima para novo golpe, todos dizem e repetem. Contudo, uma ditadura não precisa se originar obrigatoriamente de um golpe de Estado de generais – com escaramuças quase anedóticas na tomada do poder, como foram aquelas de 1964 -, e suas consequências nefastas em todos os aspectos: humanos, culturais, morais, econômicos, cívicos.

Hoje, são os grandes interesses financeiros internacionais, e também os nacionais, que desejam se tornar os ditadores do Brasil. De cara, anunciam pretender reverter conquistas históricas de nosso povo, como as leis do trabalho – a CLT; pretender entregar a exploração do Pré-Sal às empresas estrangeiras e, consequentemente, seu lucro, (indo por terra a esperança de educação e saúde para todos os brasileiros); pretender a autonomia do Banco Central, expondo o povo à face mais selvagem do capitalismo.

Não gosto de rótulos. Direita, esquerda, centro. Você não precisa ser, obrigatoriamente, totalmente de direita, de esquerda, de centro.

Capitalismo, socialismo, comunismo, sinceramente, qualquer que seja o sistema econômico, ele poderá ser nocivo ou construtivo, dependendo do peso que tenha, na balança do governante, o Fator B.

Não, não falo do Fator P, Fator Previdenciário, que calcula aposentadorias por tempo, contribuição, idades e também está em pauta nesta campanha.

O Fator B ao qual me refiro é o Fator Bondade. Não haverá sistema econômico, regime de governo, posição ideológica, projeto político, que contemple um governo neste milênio atormentado, que mereça alguma simpatia ou atenção se não priorizar o ser Humano, sua felicidade, seu bem estar, deixando em segundo plano a voracidade do lucro, a malignidade das ambições de poucos privilegiados, que atuem em detrimento de milhões de vidas humanas.

Por esse singelo motivo, não me representa quem não tem programa, nem coerência, nem ideologia e cujo único projeto é ganhar, custe o que custar, ligue-se a quem se ligar, colocando como prioridade na balança a equação perversa que soma o Fator L, de Lucro desmedido em detrimento do bem estar do povo, + o Fator I, de Indiferença com as vidas humanas, + o Fator P, de privilégios para muito poucos.

Também não me representa quem terceiriza às seitas pentecostais razões do progresso científico (células tronco), do casamento entre homossexuais e a questão da mulher, quando o aborto é a quinta causa de morte feminina neste templo da hipocrisia chamado Brasil, onde a mulher rica (somente ela) pode abortar em segurança na sexta e, no domingo, ir orar na igreja de sua devoção.

Todos esses motivos só reafirmam minha confiança na continuidade do programa empreendido por Dilma Rousseff, minha candidata.

Emoções, revelações e festa para 1.000, na abertura do Festival do Rio

O fotógrafo Sebastião Salgado surpreendeu e emocionou a platéia que foi assistir à sessão de abertura do Festival do Rio. Ao ser chamado ao palco, antes da exibição de “O Sal da Terra”, co-dirigido por seu filho Juliano Salgado e Win Wenders, o fotógrafo mostrou que também é um grande contador de histórias.  Ele comoveu a todos ao falar de suas andanças pelo mundo, com o sacrifício imposto à sua família –  a mulher Lélia e ao filho Juliano, que ficavam meses e meses acompanhando à distância.

Sua declaração de amor à família foi tocante e um excelente aperitivo para o filme de beleza extraordinária.

Após a sessão, foram todos para a boate “Sacadura 154″, antiga The Week, onde as produtoras do festival, Walkiria Barbosa e Ilda Santiago, organizaram uma festa para mais de mil convidados.

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Maria de Medeiros (do filme Pulp Fiction)
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Claudia Raia , Ilda Santiago e Valkiria Barbosa
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Sergio Marone
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Antonia Fontenelle
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 O produtor do filme “O sal da terra”, David Rosier, Sebastião Salgado, a mulher Lélia, e o filho Juliano
Fotos e colaboração Waldir Leite

 

Casamento no Country Club, mas todos juravam estar em casa da família da noiva, coisa boa!

Observando todos os bancos da São Francisco da Penitência ocupados, sem overbook, sem aquela superlotação incômoda usual em casamentos, que esquenta o ambiente e provoca um desconforto geral, com convidados de pé, espremidos nas laterais e atrás dos bancos, pensei que todos os casamentos realmente elegantes deveriam ser assim.

E me perguntei se aquele número ideal de convidados na igreja teria sido por acaso ou por iniciativa da Márcia Müller, mãe da noiva, sempre tão antenada e detalhista. Eu não me admiraria se ela tivesse limitado os convites na igreja, liberando o número maior para a recepção que se seguiria no Country Club. Afinal, a parte mais importante de um casamento é o sacramento. O momento mais belo, solene e emocionante…

Fiquei então idealizando uma cerimônia religiosa de lugares marcados, sendo a cada família reservado um banco na igreja e, nos assentos, haveria os “placements”. Quem sabe a Márcia não fará assim no casamento da próxima filha? – pensei.

Enquanto sonhava com aquele casamento hipotético, eu passeava o olhar por aquele cenário magnífico, que poucos cariocas conhecem, verdadeiro tesouro erguido no alto do Largo da Carioca, no Convento de Santo Antonio, catalogado pela Unesco como uma das 10 maravilhas do barroco mundial, que eu altamente recomendo visitar, aos católicos ou não.

O cristo alado no altar, com seis asas. Cobrindo as paredes, volutas e rostos de anjos e, de vez em quando, um São Francisco barbudo, entremeado em todo aquele ouro esculpido. Muito bonito!

Era o casamento de Carolina, filha de Márcia Malta Müller e Vilobaldo Machado de Souza Campos Neto, e de Adilson, filho de Adalgisa Maria Steele Macabu e Adilson Vieira Macabu.

Carol conclui o curso de medicina. Vai se especializar em psiquiatria e será a terceira médica da família, que já tem seu tio, o cirurgião plástico Paulo Müller, e seu primo, o também cirurgião plástico Antonio Paulo Pitanguy Müller, que assistiu à cerimônia da primeira fila, ao lado da avó, Marise Malta Müller, e da best friend dos Müller, Lucinha Araújo.

O noivo, Adilson Macabu, é brilhante e vitorioso advogado do Escritório Sérgio Bermudes. O direito é tradição familiar. Adilson Macabu pai é desembargador recentemente aposentado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

O cortejo foi sobretudo de jovens, belos e bem vestidos. Um elenco de dar gosto. Os noivos irradiavam só felicidade. Contagiante mesmo. Padre José Maria sublinhou esse aspecto da relação. Deu seu testemunho do amor pleno que move o casal. De seu comprometimento com o futuro e da entrega absoluta de um ao outro. Carol, iluminada.

O corte do lindo vestido de renda, da Glorinha Pires Rebello, não se preocupava em suavizar a silhueta dos três meses de gravidez da noiva. Ao contrário. A menina, motivo da alegria geral, já tem nome escolhido: Vitória. Vai nascer em fevereiro, e a lua-de-mel acontece em Miami, onde os recém-casados foram escolher o enxoval da criança.

As irmãs de Carolina, lindas quanto ela, eram madrinhas: Manuela e Antonia. Márcia Müller, a mãe, tão bela, tão jovem, tão magra, poderia perfeitamente se passar por uma quarta irmã. De rosa seco, clean look, by Pirelena Lacerda. Foi um dia de felicidade para todas.

O irmão das noivas, Luís Souza Campos, foi o único pajem. Um jovem lord, entrou compenetrado, passou boa parte da cerimônia, no altar, enlaçado pelo braço protetor de seu pai, Vilobaldo. Cena bonita.

A família do noivo, também emocionada e feliz. Ana Patrícia Macabu, a irmã, sofreu queda de pressão durante a cerimônia e precisou se recolher por alguns minutos na sacristia. Estava muito bem, num vestido de corpo de chiffon drapeado de ombro só. Será a próxima a se casar. Também é advogada.

Tudo tão cordial, descontraído, agradável, amigo que os convidados na recepção no Country Club tinham a forte sensação de estar em casa da família da noiva, não num clube ou num salão de festas.

Um clima de festa no casarão de uma grande família, com muitos e muitos amigos acostumados a frequentar aquele ambiente em muitas e antigas ocasiões, tal e qual costumavam ser as festas de casamento.

Não, não era um casamento mega. Era no tamanho que deve ser uma afetuosa festa nupcial. Com cerimonial elegante de Ricardo Stambowsky e seu staff, que conhece pelo nome a maior parte dos personagens sociais do Rio. Com o fotógrafo Aszman, que fotografa os casamentos tradicionais da cidade. Com o mâitre Lucas circulando entre as mesas, preocupando-se para que tudo corresse às mil maravilhas. Com o champagne impecavelmente gelado…

Bem, somando todos esses detalhes sutis, aí, sim, ficava ainda mais forte a impressão de se estar numa comemoração de casamento à antiga, restrita aos bons e preciosos amigos, em casa acolhedora, com vida vivida e muitas histórias de família compartilhadas.

IMG_2387Carolina, vestida por Glorinha Pires Rebelo,  e seu pai, Vilobaldo Souza Campos

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Com um longo de renda todo rebordado delicadamente à mão, Adalgisa Macabu fez uma grande entrada na São Francisco da Penitência com Adilson Macabu Filho

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Os noivos Adilson Macabu e Carolina Müller Souza Campos diante do padre Zé Maria

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Os noivos Adilson e Carolina

IMG_2433Os casais de padrinhos da noiva, as irmãs de Carolina, Mariana Souza Campos, com um vermelhinho de Gloria Pires Rebelo, e Antonia, de longo amarelo, de Pirelena Lacerda, mesma estilista da mãe da noiva, Márcia Müller

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Os casais de padrinhos do noivo, a começar por Anna Sharp, atrás dela, seu par no cortejo, o advogado Sergio Bermudes

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Carolina  Müller Souza Campos

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O cristo alado no altar da Igreja São Francisco da Penitência

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Trocando alianças

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Carolina Müller Souza Campos e Adilson Macabu Filho

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Os noivos com os pais: Márcia Müller, Vilobaldo de Souza Campos Neto, Adalgisa e Adilson Macabu, e o pajem, Luís de Souza Campos, irmão da noiva

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Carolina e Adilson depois do Sim!

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Márcia Müller, vestido bois de rose de Pirelena Lacerda, e Adilson Macabu entrando numa das dez igrejas barrocas catalogadas pela Unesco como mais representativas do estilo no mundo

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Gloria e Luiz Severiano Ribeiro e Maria Pia Trussardi

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Fernanda Basto, Paula Cleophas, Andrea Sharp, Grazia Sá Cavalcante, Anna Sharp e Amelinha Azeredo Divino

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Rafael Fragoso Pires e Márcia Müller

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Márcia Müller e Patricia Mayer

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Hora do bolo decorado com estampa toile de Jouy, igual ao convite, aos menus e às toalhas

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Noivos na pista

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Doces em ton sur ton

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A decoração de Ovidio Cavalleiro abrangeu todos os salões do andar superior e a varanda do Country Club

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Ricardo Stambowsky e sua equipe impecável

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Carol e Lu Lacerda

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Amelinha Azeredo Divino faz um selfie com os noivos

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À saída, os convidados deixavam sua mensagem no livro de presenças – uma boa idéia

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O coraçãozinho perto de Vitória, a menininha que Carol espera para o mês de fevereiro

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A decoração do Ovidio com toalhas em toile de Jouy

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A pista de dança espelhada refletia o décor vermelho

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Toile de Jouy também nos menus

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Os deliciosos docinhos

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Os bem casados com fitas de cetim de seda pura, très chic!

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Bolo com a marca RR, da cake designer Regina Rodrigues

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Carolina faz roda com as irmãs Antonia e Manuela, todas lindas

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O noivo Adilson Macabu com a sogra Márcia Müller

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Hora de jogar o buquê para as amigas

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E quem pegou foi a irmã, Manuela, que namora firme o Felipe Cordeiro Guerra, uau!

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A farra dos amigos com o noivo nos braços

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Cochicho no ouvidinho dela

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Márcia Müller entre Isabella Lage e Nizeth Alves

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Manuela Müller Souza Campos e Felipe Cordeiro Guerra, filho da Mônica e do João

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De novo

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Ruth e Jairo de Sender

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Márcia Müller e Maitê Queiros Mattoso

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Márcia Müller entre Lucia Guanabara e Naná Paranaguá

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O buffet do Country Club “causou”

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Naná Paranaguá, Tereza Grabowsky, Paula Nabuco, Márcia Müller, Patricia Mayer, Mucki Skowronski e Antonia Souza Campos

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Nando Grabowsky e Márcia Müller

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A beleza excepcional da igreja barroca do Largo da Carioca

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Padre Zé Maria, Manu faz a leitura para a irmã e o cunhado, Adilson e Carol

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Padre Zé Maria e os noivos Adilson Macabu Filho e Carolina Müller Souza Campos

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Os noivos e padre Zé Maria. Ao fundo, Márcia Müller e Vilobaldo Souza Campos

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O pajem Luís de Souza Campos

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A estilista Catarina Fontes e o advogado Marcelo Fontes

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Amelinha Azeredo Divino e Rafael Fragoso Pires

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Anna Sharp e Sergio Bermudes

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Antonia Müller Souza Campos

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Manuela Müller Souza Campos e Zeca Bulhões

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Primeira fila: A avó da noiva, Marize Müller, o primo, Antonio Paulo Pitanguy Müller e Lucinha Araújo

IMG_2311As irmãs Luiza Prettyman e Tisse Pereira

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Naná Paranaguá, Patricia Mayer e Paula Nabuco

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Sivuca Malta, a filha Fabiana Malta e Carlos Burle Junior

 

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Marize Müller, Antonio Paulo Pitanguy Müller e Lucinha Araújo

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O padrinho Sergio Bermudes entre Adilson Macabu pai e filho, o noivo

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Ana Patricia Macabu e seu pai, desembargador Adilson Macabu

Fotos Aszmann

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Fabiana Malta e Hilde (foto Carlos Burle Junior)

Os trepidantes 90 da Rosinah no Country Club

Foi no Country Club o chá de aniversário de Rosinah Meirelles. Mas não era qualquer aniversário. Eram 90 anos e, por isso, 90 convidados! Tarde alegre, astral altíssimo, ao som do saxofonista Felipe Schmitt que animou para dançar. Rosinah cercada de amigos, que acabaram ultrapassando os 90, porque ela é uma mulher que multiplica afetos às centenas. Grande anfitriã, amiga leal e dedicada, daquelas que sabem cultivar.

A festa começou às cinco da tarde e só acabou às nove da noite. A felicidade contagiava.

IMG_0676 marisa bokel rosinah meireles e solange ribemboim   dançandoDançando na pista: Mariza Bokel, Rosinah Meirelles e Solange Ribenboim

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Isabela Francisco, embaixador Marcio de Oliveira  Dias, Angélique Chartouny, desembargador Luiz Felipe Francisco e Sonia Romano

IMG_0662 LUCIANA DALE   ELIANA MOURA E MARITZA ORLEANS E BRAGANÇA

Luciana Dale, Eliana Moura e Maritza de Orléans e Bragança

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Isabela e desembargador Luiz Felipe Francisco

IMG_0595  ROBERTO MESIANO E ROSINAH MEIRELES  NO BOLO

Roberto Mesiano e a aniversariante Rosinah Meirelles: 90 com aspecto de no máximo 60, animação de 40

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Padre Jorjão abençoou a big celebração, sempre paparicado pelas fiéis… Idinha Seabra Veiga, Rosinah Meirelles e Eliana Moura

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Glória Severiano Ribeiro e Rosinah Meirelles

IMG_0519 CAROLINA MEIRELES   ROSINAH MEIRELES   PADRE JORJÃO E ADRIANA MEIRELES

Carolina Meirelles, Rosinah Meirelles, padre Jorjão e Adriana Meirelles

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Lygia e John Lowndes

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Pedro Augusto Guimarães e Ana Helena Guimarães

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Dara Chapman e Helenita Araújo

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Rosinah Meirelles e Maria Raquel de Carvalho, amigas e vizinhas de edifício

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Rosinah Meirelles e Daisy Fabbriani

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Cristina Aboim e Rosinah Meirelles

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Narcisa Pena, a mineira multi-relacionada do Rio, e Bertha Mendes de Souza

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Solange Ribenboim e Belita Tamoyo

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Rosinah Meirelles e Ana Helena Mesiano

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Rosinah Meirelles, Solange Ribenboim, a sempre querida Terezinha Leal de Meirelles e Waleska Carvalho

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Ruth Niskier e Rosa Maria Barreto

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Sonia Romano, Rosinah Meirelles, Joy Garrido e o músico Felipe Schmitt

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Titina e Lygia Lowndes e Helena Guimarães

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Elda Monnerat e Rosinah Meirelles

_MG_0451 O MUSICO  FELIPE SCHIMITT E ROSINAH MEIRELES

O saxofonista Felipe Schmitt e Rosinah Meirelles

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Titina Lowndes, Monica Clark, Rosinah Meirelles e Ruth Niskier

Fotos de Sebastião Marinho

Encontro com Dilma no Teatro Casa Grande, em noite de Lula muito inspirado

Foi emocionante e superlotado, ontem, o encontro da Cultura com Dilma, Lula, Marta Suplicy, Marilena Chauí, Maria da Conceição Tavares, Emir Sader e outros próceres do PT, no Teatro Casa Grande, grande templo da discussão democrática no Rio de Janeiro, espaço representativo da resistência nacional desde os anos da repressão.

Ali naquele palco, sentada atrás de Nelson Sargento, ao lado de Sergio Mamberti, à esquerda da viúva de Oscar Niemeyer, Vera Lúcia, atrás do Pablo Capilé, líder da Mídia Ninja, vivi a emoção da hora presente e de relógios passados.

Lembrei do encontro do mesmo povo da cultura com Dilma, na véspera da sua primeira eleição. O Casa Grande fervilhava e eu dançava com Zé Celso Martinez Corrêa, com quem fiz Gracias Señor, espetáculo de resistência do Oficina, em 1973.

Lembrei-me de quando lancei, ali, naquele Casa Grande, o livro das memórias de luta de mamãe, em 1986. De quando, em 1969, trabalhei com Paulo Afonso Grisolli e Sidney Miller, em seu musical Alice no País Divino Maravilhoso, estrelado pela Tetê Medina, que namorava o Renato Machado, apaixonadão.

O pensamento voou e voltou, porque Lula e Dilma chegavam juntos ao palco. Levantamos e aplaudimos. Todos. Uma euforia tomou conta. Os aplausos nunca terminavam.

Em seguida, vários falaram. O cantor Chico César falou, reivindicou e o povo cantou junto com ele. Marilena Chauí, musa do PT, lembrou que apesar de estar em voga falar de seu ódio (à classe média) ia falar de seu amor ao PT, ao Lula, à Dilma. Foi aclamada. Beth Carvalho levantou-se, apesar do problema de coluna, e fez a plateia cantar com ela um samba-hino à Dilma. Emir Sader falou e disse. Leonardo Boff falou muito. A ministra Marta Suplicy, à “mesa” principal, declinou de seu direito de falar. Foi elegante. Estava muito bonita e prestigiava a moda brasileira, como cabe bem a uma personalidade da cultura.

Aí, deu-se o momento tão esperado: falou o Lula! Estava com a corda toda, em noite de verve especial. Solto e como o diabo gosta. Não vou dizer o que ele disse porque os outros já disseram, mas anotei algumas coisas:

Sobre sua biografia, que Fernando Morais escreve: “Esse negócio de biografia de presidente é uma coisa que ninguém conta o que de fato aconteceu. Vocês acham que o Clinton ia colocar na biografia o caso seu com a Monica Levinsky? Acham que o Fernando Henrique ia botar seu caso com o seu caso? Mas como eu não tenho caso, o meu livro ia ficar muito sem graça, então chamei o Fernando Morais pra escrever o livro…”. E lá prosseguiu o Lula fazendo o público delirar…

Sobre o comportamento da imprensa na atualidade: “Antigamente no Brasil o jornalista perguntava pra gente responder. Hoje ele responde pra gente perguntar! Então é aquela coisa: aumentou a falta de respeito, todo santo dia inventam uma mentira sobre essa mulher (a Dilma)! Isso não é possível!”.

E ainda, sobre os meios de comunicação: “O que não é possível é que as concessões do estado tenham o comportamento que têm contra o governo”.

Sobre a política: “Não é negando a política que se faz a reforma política. É fazendo política! Mas por favor não me façam mais partido laranja!” (E criticou a quantidade de partidos nanicos).

Dilma o sucedeu com um longo discurso em que expôs as realizações de seu governo e o que pretende fazer. Foi aclamada.

Fiquei comovida de ver o comprometimento com a causa do PT de Maria da Conceição Tavares. Ela já não é uma criança. Caminha com certa dificuldade, com a saúde debilitada. Estava acompanhada de uma vizinha. A quem lhe oferecia ajuda, recusava. Seguia firme, em frente. À saída do palco, caminhou devagar. Aquele empurra-empurra das pessoas apressadas, desatentas, e ela aguentando firme.

Desceu as escadas até a saída do teatro, degrau por degrau, pacientemente, e seguiu pela calçada à procura de um táxi com sua amiga.  Alguém intercedeu para que Barretão, seu vizinho, lhe desse uma carona. E lá se foram, ela, a vizinha, com Barreto e Lucy.

Outros convidados haviam pedido à organização do evento a facilidade de um meio de transporte.

Maria da Conceição Tavares, mulher de grandes causas e nenhuma exigência.

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Dilma foi aplaudidíssima à sua chegada

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Lula estava inspirado, incendiou o Casa Grande superlotado – do lado de dentro e na calçada, onde foi colocado telão para as mais de mil pessoas. Com a mão no queixo, o escritor Fernando Morais, que escreve a biografia dos oito anos Lula no poder.

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Centenas de fotógrafos, cinegrafistas e repórteres ocupavam os corredores laterais da plateia

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Emir Sader, um dos organizadores do evento. Na primeira fila, o ator Chico Diaz.

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Marilena Chauí:

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Na foto estou com Sérgio Mamberti, Flavio Renegado, Pablo Capilé, Tassia Camargo, meu marido Francis Bogossian, Tia Surica, Alcione – que foi a primeira artista a apoiar Dilma, em sua primeira eleição, antes do primeiro turno! Boff em primeiro plano.

DSC_0260Chico César, Maria da Conceição, Beth Carvalho, Boff, Alcione, Mamberti, Tassia, eu e Francis, professor Candido Mendes, Vera Niemeyer

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Lula fala, Dilma escuta… Marco Aurélio Garcia ao fundo ao alto da extrema direita… onde vemos os Paulo Niemeyer e metade da Lucy Barreto

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Velha guarda da Portela, Lula, Wagner Tiso, Bemvindo Sequeira, Emir Sader

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Tradições Gaúchas – CTC – e Sergio Mamberti

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Chico Diaz e Sergio Mamberti, petista histórico, representando a geração de teatro com nomes como a saudosa Lélia Abramo

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Beth Carvalho

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Chico César falou e botou a plateia pra cantar

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Juca Ferreira, o ex-ministro da Cultura, foi ovacionado, Antonio Pitanga e Rui Falcão, presidente do PT

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Maria da Conceição Tavares e  Ana Claudia Santos, a representante da Favela da Maré

Algumas presenças: Rosa Maria Araújo, presidente do Museu da Imagem e do Som, Agostinho Guerreiro, presidente do CREA, Mãe Beata de Iemanjá, Sérgio Ricardo, o da “violada no auditório”, Wagner Tiso, Pingueli Rosa, os Barreto – Luiz Carlos e Lucy, professor Candido Mendes, Vera Niemeyer, viúva do Oscar, e o bisneto do arquiteto, Paulo Niemeyer, Alcione Marrom, Velha Guarda da Portela, Nelson Rodrigues Filho, Flávio Marinho, Arnaldo Brant, Angelo Oswaldo, presidente do Ibram, Elisa Lucinda, Osmar Prado, Jandira Feghali, prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, Jorge Bittar, Carlos Minc, Samuel Pinheiro Guimarães, Marco Antonio Garcia, Arthur Poerner, Alessandro Molon, Marília Guimarães, Lindbergh Faria, o cineasta Jesus Chediak, Graça Lago, filha de Mario Lago, a sambista Elza Soares, Benedita da Silva, o cantor Serguei, que estacionou um ônibus bem na frente do Oi Casa Grande, desde cedo, fazendo publicidade de seu filme e atrapalhando o trânsito. É uma figura!

Fotos de Cristiana Giustino

Primeira ação anti-Ebola num aeroporto europeu lembrou Exército de Brancaleone

Aconteceu no fim de semana, voo Tap 806 Lisboa-Milão. Eu tinha a bordo uma amiga brasileira, que me contou tudo em detalhes… Seguram essa…

Ao posarem no aeroporto de Malpensa, os passageiros se viram trancados dentro da aeronave por duas horas, sem piloto, sem comissários, ninguém da tripulação. O desconforto foi geral. A discórdia se estabeleceu a bordo. Discussões generalizadas.

Até que, depois de todo esse tempo, eles viram adentrar o avião, que havia pousado em local bem distante dos usuais fingers de desembarque, adentraram porta adentro vários homens de “escafandro”, macacões, luvas, que foram encaminhando todos para as escadas, rumo a vários ônibus, onde permaneceram fechados mais um grande tempo, até serem conduzidos e tangidos como gado para diante de um grande galpão, onde ficaram debaixo do sol um bom tempo, porque ninguém encontrava a chave da porta, enquanto policiais discutiam com os escafandristas confusos, parecendo verdadeiro Exército de Brancaleone, até conseguir fazer entrar a todos.

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 Os agentes de segurança do aeroporto vestidos “à prova de Ebola”, para vocês verem o pânico que a doença está provocando na Europa

Examinados por enfermeiros, que lhes tiraram a febre e fizeram fichas, os passageiros ficaram ali tipo “de quarentena”, o dia inteiro, até serem todos liberados. Mas a bagagem só no dia seguinte.

Motivo: uma passageira italiana, branca, 35 anos, havia pedido durante o voo Lisboa-Milão um remédio para diarreia. Quando a comissária soube que ela vinha da Libéria, embarcada em Dakar, foi dado o start na primeira operação anti-Ebola de um aeroporto europeu, diretamente de dentro do avião à torre de controle! Desta vez, ainda bem, não era Ebola, era gastroenterite.

No dia seguinte, o Corriere Della Sera fez uma reportagem elogiando a bela e exemplar atuação dos agentes italianos, que segundo a matéria estariam muito bem treinados para uma eventual situação de emergência de Ebola.

Moral da história: quando viajarem, queridos, não peçam à aeromoça nem Aspirina. Melhor levar de casa.

Deleitando olhos, ouvidos e paladares…

Na Artefacto do CasaShopping teve desfile da Tufi Duek com a atriz Amanda Richter e mais 12 modelos.

Patricia Brandão levou vips para conferirem os novos ambientes, projetados pelos arquitetos e designers de interiores Jairo de Sender, Joy Garrido, Beth Franco, Paola Ribeiro, Duda Porto, Duda Abud e Roberta Abud.

Tudo isso ao som do DJ Khal e ao sabor do buffet da Cooking de Adriana Mattar e Ana Cecília Gros.

Bom para os olhos, os ouvidos e os paladares…

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Adriana Almeida

ANA_9868 amanda antunes_AGi9_Ana Andrade_pAmanda Antunes

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Alex Santos, Alex Pardela e Jairo de Sender

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Gilda Tostes, Paola Ribeiro, Tininha Tostes, Victor Paladino e Luisa Tostes

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Patricia Brandão e Zulma Mercadante

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Carlos Maranhão

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Paola Ribeiro e Karina Dale

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Jairo de Sender

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Paulo Bacchi e Jairo de Sender

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Patricia Brandão

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Joy Garrido

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Lys Duarte, Monique Granja e Theresa Caldas

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Duda Abud e Beth Franco

Fotos de Ana Andrade-AGi9

Vem aí o bazar mais aguardado da temporada pré-natalina!

Vem aí o nono bazar da Sociedade Providência e como sempre no Copacabana Palace, bombando com seus 60 expositores de moda infantil e feminina, moda praia e esportiva, decoração, bijoux, joias, papelaria, enfim, tudo aquilo que a gente quer presentear para nós mesmos, para a família e para os amigos no Natal pelos melhores precinhos jamais imaginados.

Dom Cipriano Chagas convida para o evento, dias 28 e 29 deste setembro, com o apoio das patronesses Mariza Gomes da Silva, Belita Tamoyo, Eliana Pittman, Gisella Amaral, Idinha Seabra Veiga, Inês Bloch, Maria Tereza Malta, Regina Andrade Pinto e esta colunista.

A renda do bazar vai para a Sociedade Providência, instituição sem fins lucrativos que há mais de 60 anos educa 200 crianças de famílias com renda até três salários mínimos. Elas recebem educação acadêmica com horário integral, três refeições, oficinas criativas, culinária e artes, inglês, além de serem atendidas, e seus responsáveis, por uma clínica de psicologia. São contempladas as comunidades  Chapéu Mangueira, Tabajaras, Dona Marta e Pio XII.

Música ao vivo, coral infantil, desfiles de moda, tudo isso como “algo mais” a quel for visitar o bazar de Dom Cipriano. Sem esquecer o salãozinho de chá, tortas, salgados e petit fours montado no centro dos salões.

Dia 28, tem desfile da marca Eu Nado, que incentiva a inclusão social com esportes, e Dida Lola, de roupa infantil e adulto. No dia seguinte, será a vez da marca Bianca Gibbon com Mães e Filhas.

Em Santa Teresa, no palácio de Jacarandá, festejando a ArtRio e seus muitos milhões de dólares

A Feira internacional ArtRio, que agitou o Píer Mauá, teve festa em Santa Teresa, no Arte Clube Jacarandá com 300 convidados, artistas, galeristas, colecionadores.

O novo espaço, escolhido como ponto de encontro pelos artistas Angela Venosa, Adriana Varejão, Barrão, José Bechara e Cabelo, é um palacete colonial, local para se refletir e discutir sobre arte.

O segundo andar abriga obras dos grandes nomes de nossas artes Raul Mourão, Luiz Zerbini, Carlos Vergara e Iole de Freitas. No primeiro piso e nos jardins rolou a festa, que a gente mostra aqui….

O assunto, naturalmente, era o Monet de 11 milhões de dólares, vendido pela galeria novaiorquina Gagosian logo no primeiro dia da feira. Aliás, o que se dizia é que na abertura da feira a Gagosian faturou US$ 30 milhões com obras primas de Willem de Kooning, Richard Serra, Roy Lichtenstein, entre outras trazidas para o Rio de Janeiro, o que teria deixado os promotores da SP-Arte muito enciumados. Aquela eterna disputa RJ-SP, vocês sabem.

A ArtRio é o atual eldorado dos galeristas internacionais, já que a prefeitura carioca concede total isenção de impostos nas vendas deste evento. Inclusive para os estrangeiros, que chegam aqui cheios de mercadorias… e retornam com os bolsos recheados. Sobretudo agora que a crise fez os cintos apertarem na América e na Europa Ocidental… Vantagem para o estrangeiro que vende e para o colecionador brasileiro que compra que, se fosse adquirir a obra lá fora, teria que pagar 45% de imposto pela importação. Os rumores eram de que o comprador do Monet foi um importante empresário capixaba.

IMG_6067 fernanda cortez e mariana costa pinto_AGi9_Murillo Tinoco_pFernanda Cortez e Mariana Costa Pinto

IMG_6071  zanine de zanini_AGi9_Murillo Tinoco_pZanine de Zanini

IMG_6080 luiz calainho  mariana costa pinto e fernanda cortez_AGi9_Murillo Tinoco_pLuiz Calainho, Mariana Costa Pinto e Fernanda Cortez

IMG_6085  anna costa e fernanda sattamine_AGi9_Murillo Tinoco_pAnna Costa e Fernanda Sattamine

IMG_6092andres marroquin   misae   andrade valdez e julieta gonzalez_AGi9_Murillo Tinoco_pAndres Marroquin, Misae Andrade, Valdez e Julieta Gonzalez

IMG_6111 brenda valansi_AGi9_Murillo Tinoco_pBrenda Valansi

IMG_6113 narcizo bernardino e leonor leite_AGi9_Murillo Tinoco_pNarcizo Bernardino e Leonor Leite

IMG_6145 helen ponposelli_AGi9_Murillo Tinoco_pHelen Pomposelli

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Fernanda Sattamine, João Vergara e Juliana Silveira

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Claudio Gomes

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Emilia Azcarate e Pablo Leon de la Barra

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Luiz Calainho, Renato Roffer, Anna Costa, Brenda Valansi e Rick Castro

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Raquel Lieven

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Maria Eugenia e Luisa Sá

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Luiz Zerbini, Tomaz Cunha Fernandes e Domenico Lancellotti

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Luiz Calainho e Elisangela Valadares

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Luciana Seve

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Rachel Pereira e Larissa Gontijo

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Tatiana Restrepom, Luisa Sá, Laura Melo e Beatriz Pinheiro

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Jorge Salomão e Susi Cantarino

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Rafaella Cavalcante e Elisangela Valadares

Fotos de Murillo Tinoco