Dos rubis de Liz Taylor à tiara de Lady Di, a mostra de joias do Qatar na Faap traz joias aos baldes – e literalmente!!!!

Se você está planejando ir a São Paulo, não deixe de ir. Se não está planejando, vai ter que ir. Pois é absolutamente obrigatória a visita à exposição das joias do Qatar que acaba de ser inaugurada na FAAP, Museu de Arte Brasileira.

Logo de entrada, a primeira visão é de uma das mais espetaculares joias de Elizabeth Taylor, o famoso broche “Lábios de Rubi”, feito por Salvador Dalí e presenteado a ela por Richard Burton.

Nem bem a gente recupera o autocontrole… e logo encara a tiara com pérolas e brilhantes, que cansamos de ver usada por Lady Di e agora pertence ao acervo da Mikimoto & Co, entre outras relíquias da realeza europeia e demais celebridades do planeta, que podem ser encontradas nesta mostra espetacular, surpreendente, de cortar o fôlego, acelerar os batimentos cardíacos de qualquer LPJ – Louca Por Joia – e dos Loucos Por Joias também! Pois não há quem aprecie o belo que não fique de cabeça virada e perca o rumo, diante de um tal show de maravilhas inacreditáveis, além de qualquer imaginação.

A exposição chama-se “Pérolas”, e as pérolas estão por toda a parte, apresentadas de todas as formas: aos potes, em pencas, aos baldes, nas próprias conchas, nas gaiolas e redes de pescadores, da forma como são retiradas do fundo do mar.

Ah, e o fundo do mar também é reproduzido com suas joias, joias, joias. E o público mergulhado nelas até o pescoço. Coisa mais linda, quanta preciosidade!

Tão incríveis quanto as joias são os cofres dos séculos 17 e 18, onde elas são exibidas. Tratam-se de itens do colecionador Hussain Alfardan, líder no comércio de pérolas naturais e dono do maior acervo conhecido no mundo de joias de pérolas e de cofres antigos.

Além dos acervos Mikimoto e Alfardan, a mostra apresenta a coleção de joias de pérolas da Yoko London, das melhores grifes de joias com pérolas no mundo, e do Qatar Museum.

“Pérolas” não é só luxo, beleza, riqueza e ostentação. Ela também é cultura, história, trabalho, tradição. Logo no início, a mostra dá uma visão geral da história natural das pérolas, através de rara coleção de vários moluscos, inclusive a concha cavalo, que produz a maior pérola existente, e do comércio da pesca das pérolas, desde a Antiguidade, levando-as do Golfo Pérsico para a Europa e a Ásia.

Há 7 mil anos o Golfo Pérsico fornece pérolas para adornarem os monarcas em todas as casas reais do mundo.

A exposição é ilustrativa. Desfaz mitos como o de que um grão de areia entra na concha e se torna pérola, e informa como as pérolas de fato se formam nos moluscos. Didática para adultos e crianças.

É uma das maiores exposições de pérolas já realizadas no mundo (garante seu diretor, Hubert Bari). Mais um forte motivo para não perdê-la de jeito algum!

“Pérolas” permanecerá em cartaz até o dia 20 de setembro com entrada gratuita.

Recomendo o programa fortemente aos amigos de bom gosto e que gostam e entendem de joias. A saber: Carmen Mayrink Veiga, Anna Clara Herrmann, Laja Zylberstajn, Bethy Lagardère, Yara Andrade, Angela Gutierrez, Rô Fisher, Angélique Chartouny, Yolanda Barros Barreto, Regina Ferraz, Sueli e Ricardo Stambowsky, Paulino e Fernanda Basto, Henriqueta Hermany, Cookie Richers, Mariza e Jair Coser, Beth e Carlos Alberto Serpa, Pepe Torras, Patricia Peltier de Queiroz, Idinha Seabra Veiga e alguns poucos mais. Pois há muitos que gostam. Há alguns que entendem. Mas raros são os que somam os dois fatores, como é o caso dos aqui citados.

Vejam as fotos:

Qatar Pérolas_Labios-de-Rubi_Salvado-Dali_Qatar-MuseumsOs “Lábios de Rubi” de Elizabeth Taylor – concebidos por Dalí, presenteados por Burton

 Qatar Pérolas_Lady-Di_Qatar-MuseumsA famosa tiara de Lady Di com brilhantes e pérolas

 EPérolas aos baldes, quase transbordando, de todos os tons, de todos os tamanhos e tipos, ai, que sonho!

EPérolas em cachos, como jabuticabas, alguém podia imaginar?!

EAs LPJ – Loucas Por Joias – ficam hipnotizadas. Se você é uma delas, vá corrrrendo!

EA concha cavalo produz a maior pérola de que se tem notícia, e também pérolas em tons do bege ao caramelo, quanta novidade! Dignas de Mariza Coser, estas.

EAs preciosidades estão expostas em cofres dos séculos 17 e 18, acervo único no mundo, do colecionador, também de pérolas, Hussain Alfardan, como este seu colar de pérolas southsea

EOutro item espetacular do acervo de Alfardan, exposto em um de seus cofres preciosos

EO visitante desce ao fundo do mar, neste mergulho das joias do Catar, que é um luxo só

EA técnica da pesca das pérolas, com suas redes e gaiolas, tudo desperta o interesse e a curiosidade

EPérolas tecidas a metro, terminando em franjas…. só mesmo no Qatar!

EA montagem é lúdica e didática, não apenas beleza e luxo: aqui, ilustra como acontece a seleção das pérolas de qualidade

 

Serviço De Hildezinha Informa:

“Pérolas”
uma exibição da Autoridade dos Museus do Catar em exposição no MAB-FAAP
Sobre a Exposição
20 de julho de 2014 até 28 de setembro de 2014
Endereço
Rua Alagoas, 903 – Higienópolis – São Paulo – SP
Horários:
Terças-feiras até Sextas-feiras: das 10:00 às 20:00h.
Sábados / Domingos / Feriados: das 13:00 às 17:00h
Fechado às Segundas-feiras

14 Juillet: como tudo que a França faz e da França emana, foi um momento de elegância no Rio…

O Cônsul-Geral da França no Rio de Janeiro, Brice Roquefeuil, convidou para a tradicional recepção pela data nacional da França, o 14 de julho.

Foi na lindíssima Villa Philippe, em estilo francês, do produtor, também francês, Philippe Gaillard.

Vocês sabem, é aquela casa-palacete centenária na Glória, quase Santa Teresa, onde viveu uma grande dama da aristocracia brasileira, e que por sorte se manteve para sempre preservada (a casa, não a grande dama, naturalmente), com seus salões, pisos, sancas, enfim, todos os detalhes luxuosos da arquitetura do início do século 20.

Foram convidados para a celebração do 14 Juillet, representantes top da comunidade francesa, autoridades brasileiras, parceiros do consulado em diversos setores - economia, cultura, ciência, universidades.

O cônsul Roquefeuil deu as boas vindas aos convidados, junto com o Secretário de Estado do Meio Ambiente, Carlos Portinho (que também representava o governador), e aproveitou a vitória da Alemanha na Copa, para dar os parabéns ao cônsul alemão, Harald Klein, seu vizinho de bairro e de país, também presente.

O secretário Portinho falou em seguida, lembrando que aquela não era apenas uma data francesa, mas um grande marco da democracia na história da Humanidade. Apoiado!

Em seguida, os acordes do Hino do Brasil, acompanhados por La Marseillaise, sinalizaram o início da trepidação da festa.  (Tremblez, tyrans, et vous, perfides!)…

Foi aí que o músico Marquinhos de Oswaldo Cruz “causou”, tomando conta do palco. O público francês é mega ligado em Marquinhos, desde que ele se apresentou na “Casa Bleue” para celebrar a qualificação dos “Bleus” no final da primeira fase da Copa do Mundo. A “Casa Bleue”, vocês sabem, foi o reduto dos torcedores franceses no Jockey Club durante a Copa.

Em seguida, a dupla de DJs Manie Dansante se ocupou de agitar a pista.

Delícias francesas, encerrando com os fromages e macarrons, no buffet de chef Stéphane Haddad. Tudo isso regado a Taittinger, o champagne que mais borbulhou nesta Copa das Copas, e não foi pra menos: era patrocinador oficial do evento, jorrando pródigo em todos os estádios.

Como tudo que a França faz e da França emana, foi um momento de elegância no Rio…

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Villa Philippe, belo exemplar da arquitetura neoclássica, iluminada em bleu blanc rouge

Cônsul da França Brice Roquefeuil, Philippe Gaillard e Carlos Francisco Portinho (Sec. Meio Ambiente) (1)Cônsul da França, Brice Roquefeuil, Philippe Gaillard e Carlos Francisco Portinho
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Cônsul alemão, Harald Klein, Sérgio Costa e Silva e o cônsul do Peru, Rolando Ruiz Rosas

Lúcia Murat e Luiza MarcierLúcia Murat e Luiza Marcier

Rawlson de Thuin, Emita de Pourtales e o Cônsul da Bélgica Bernard Quintin
Rawlson de Thuin, Emita de Pourtalés e o cônsul da Bélgica Bernard Quintin

Louise Anderson (Cônsul Geral Suécia)
Louise Anderson (Cônsul-Geral Suécia)

Kate Lyra e Steve Solot

Kate Lyra e Steve Solot

Romaric Büel, Julie Godefroy e Juan Carlos Lecômte
Romaric Büel, Julie Godefroy e Juan Carlos Lecômte

Ricardo e Gisella AmaralRicardo e Gisella Amaral
Gilberto Ururahy e Marie Bendelac
Gilberto Ururahy e Marie Bendelac
Maria Luz Klein e Diana Vianna
Maria Luz Klein e Diana Vianna
Paule Maillet (Dir. audio-visual França) com Lucy e Luiz Carlos Barreto
Paule Maillet (diretora de áudio visual da França) com Lucy e Luiz Carlos BarretoDSC_6659
O buffet tipicamente francês
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Uma festa patriótica
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A tenda da piscina: A Villa Philippe é um espetáculo de bom gosto

Fotos de Marco Rodrigues

Vera Bocayuva faz aniversário e ganha almoço luxuoso com borboletas no bolo

Vera Bocayuva Cunha, a Miss Ciclismo do Leblon, fez aniversário e ganhou do amigo Gustavo Gonçalves uma … festa!

Festa mesmo, daquelas em que se pode reunir os amigos mais estimados, numa casa linda, um apartamento no alto do Humaitá, em que a frente são os fundos, debruçando-se sobre vista espetacular da Lagoa. O elenco era um revival dos almoços famosos da Ruth de Almeida Prado.

Afinal, o próprio Gustavo, dono da casa, é um egresso da “turma da Ruth”. Ele foi uma “descoberta” dela, que o encontrou pela primeira vez na sua ótica de Ipanema e, com seu faro de descobridora de talentos, viu nele os atributos para integrar a tribo de habitués de seu apartamento da Rodolfo Dantas, frequentado pelo que havia de especial, divertido e talentoso na cidade.

E foram chegando os amigos no almoço para Vera… Bia Vasconcelos, a designer das joias e dos óculos capotantes, as fashionistas Marina Felfeli e Miriam Gagliardi, a estilista das bolsas, embaixatriz Glorinha Paranaguá, o arquiteto Nando Grabowsky, o especialista em Art Déco, Marcio Roiter. Enquanto a brincadeira era: “A noiva não chega?”.

Como boa noiva, Verinha aniversariante chegou de branco, com atraso de uma hora, acompanhada de seu personal visagista, Ronald Pimentel, que lhe satisfez o capricho de um penteado com rabo aplique, conferindo a ela um ar leve e juvenil.

Tania Caldas, com óculos rajados pontilhados de strass, da Bia Vasconcelos, anel estrela da Iolanda Figueiredo e saia longa by Adriana Barra, desfilava magreza master e pele bem tratada pelo Fabio Cuiabano.

Também com vestido Adriana Barra, a Marina Felfeli, anelão da Bia Vasconcelos e óculos super gatinho “antique”, dos guardados da avó. Mas o ponto alto era sua bolsa-sapo que, conforme correu na sala, quando é beijada se transforma em príncipe encantado – ai, ai, ai, quanta imaginação!

Doida por moda, para cada jogo nosso na Copa, Felfeli cria um look, sempre tendo, como tema. a Bandeira do Brasil e, como mascote, seu Mickey de estimação – um talismã.

Miriam Gagliardi anunciava que está de partida para Nova York, ao encontro da filha que está em Connecticut. A vida é bela!

Glorinha Távora, chegando da Califórnia, contava que em seu condomínio, onde vive numa bela casa com o segundo marido americano (terceiro em seu escore, pois o primeiro marido foi  brasileiro), há sete viúvos recentes. Viúvos para todas as amigas, ela dizia, brincalhona. As amigas já se organizam para ir visitá-la em caravana em São Francisco. Sete amigas.

Marcio Roiter, o especialista em Art Déco (e a valorização do estilo no país passa por ele), contava do início de sua trajetória, em 1977, na Aldeia do Arcozelo, com Paschoal Carlos Magno, que havia vendido um piano de cauda para fazer obras em sua instituição. Com seu know how de jovem que havia trabalhado no Museu de Artes Decorativas em Paris, Marcio foi catalogar o acervo da Arcozelo, que era uma beleza de Aldeia, com estúdios, biblioteca, laboratórios, teatro italiano e uma tremenda dificuldade de dinheiro para manter tudo aquilo. Até fome o jovem Roiter, 25 anos, passou, para apoiar o sonho do Paschoal. Ele contava e sorria satisfeito com sua própria e bela bagagem de vida.

Na dúvida se aceita um convite da ex-deputada mineira Maria Elvira pra ir ao Irã, a deputada Alice Tamborindeguy contava que ela e a irmã, Narcisa, alugaram o apartamento no Chopin da saudosa dona Alice para o consulado do Kuwait, durante estes próximos últimos 10 dias da Copa. Só tiveram que esvaziar os armários.

Dentro da tradição dos antigos almoços chez Almeida Prado, o menu da tarde de Gustavo foi daqueles de se ajoelhar e rezar. Assinado pela chef Celia Pessoa, que caprichou desde a seleção dos garçons – atenciosíssimos, pró-ativos, conhecendo os convidados pelos nomes – ao bar de caipirinhas com frutas frescas, das tradicionais às exóticas.

No cocktail volante, destacava-se o delicioso choux com patê de foie gras e geléia de amoras, bom demais.

O prato principal do almoço foi Cassoulet com pato, cordeiro e mignon suíço. Como acompanhamento, batatinha palha cabelinho de anjo. Havia salada  Thai de lagostins com castanhas e pimenta dedo de moça; mix de folhas verdes com vinagrete de tangerina; gnocchi de batata doce com molho de rochefort e nozes.

A mesa de sobremesas foi outra apoteose: desde o gelado de chocolate brelga com chantilly ao creme brulée de doce de leite, passando pelo sorvete de banana caramelada e os profiterólis com sorvete de creme e calda quente de chocolate.

Chef Zé Hugo, Marialice, Nelita Leclery, Tóta Figueiredo Ferraz, namorado paulista da Viviane Soares Sampaio, não me pareceram estar de dieta à volta daquelas doçuras. A mesma impressão eu devo ter dado a eles. Nhamnham…

Vera fez discurso emocionado. Discurso político, não fosse filha do saudoso deputado federal Baby Bocayuva Cunha. Lembrou-se emocionada das duas semanas que passou na prisão na época da ditadura e elogiou a liberação para o trabalho do preso em regime semi aberto José Dirceu: “Trabalhar é muito bom, deixem os presos trabalharem!”.

A primeira fatia do bolo, ela cortou e deu ao anfitrião Gustavo, que a homenageava.

O bolo – que beleza! – salpicado de flores e de borboletas, era o bolo da moda, Naked Cake, Bolo Nu!

Enquanto todos mergulhavam de braçada naquele bolo delicioso, eles não podiam deixar de pensar no luxo que é poder homenagear Vera à altura da gracinha que ela é e dos merecimentos que ela possui.

vera 1vera 2Fotos de Marco Rodrigues

 

Jornal colombiano desce a ladeira contra a Fifa e contra o árbitro, aos palavrões

Numa primeira e apressada interpretação, o blog errou, a enxurrada de palavrões do periódico colombiano HOY Diario del Magdalena diferentemente do dito mais cedo aqui, de modo precipitado, não foi para condenar o juiz espanhol Carlos Velasco Carballo pela sua omissão na partida em que a estrela da Seleção Brasileira, Neymar, saiu de maca, com a coluna fraturada, foi para acusá-lo de comprometido, juntamente com a Fifa, num esquema para roubar o jogo e “meter” o Brasil(La Fifa metió) nas quartas de final contra a Alemanha. E durma-se com um barulho desses.

Futebol é mesmo uma paixão, que faz a todos perderem a cabeça e a razão. E, no caso de Neymar, perder a condição física de jogar, e talvez por pouco não perder definitivamente os movimentos das pernas, devido à truculência de Zuniga, sem sequer uma advertência da Fifa conivente e de seu árbitro distraído, pra dizer o mínimo.

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Vejam a dor de cabeça que o Anador arrumou para ele!…

anadorVejam que dor de cabeça que a Anador® arrumou, com seu comercial “Quem fica parado é museu”, em sua página oficial do Facebook.

Na mesma hora, os museólogos se movimentaram e acrescentaram à peça publicitária o carimbo “Cultura Adverte – Anador faz mal aos Museus”, acompanhado de um manifesto indignado, redigido por Vinicius Zacharias, na página do Sistema Estadual de Museus, no Facebook, com imediata adesão de todo o mundo da museologia, convocando para uma mobilização geral e finalizando com a comparação: “Enquanto em Portugal a Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica apoiou o desenvolvimento do Museu da Saúde, no Brasil nos deparamos com essa situação revoltante”.

O efeito terapêutico da reação foi fulminante. Um tratamento de choque nos brios do mais famoso analgésico do país por mais de 50 anos, e seu fabricante, a Boehrin/ger Ingelheim do Brasil Química e Farmacêutica, tratou de divulgar agora o seguinte comunicado:

Pessoal, Erramos. Nunca foi nossa intenção desmerecer ou desvalorizar os nossos Museus. Só usamos uma expressão popular com a intenção de motivar as pessoas a irem em frente e buscarem sempre seus objetivos.Infelizmente a escolha não foi legal e reforçamos nosso pedido de desculpas. E ao contrário, reconhecemos a importância cultural dos Museus.Aqui está uma lista que separamos de alguns Museus para visitar. Sabemos que existem vários, então dê também sua dica de algum Museu que você recomenda nos comentários.

- Museu Paulista – http://www.mp.usp.br/
- MAM Rio – http://www.mamrio.com.br/
- MARGS Museu de Arte do Rio Grande do Sul – http://www.margs.rs.gov.br/
- Museu de Artes & Ofícios -http://www.mao.org.br/
- Museu Oscar Niemeyer -http://www.museuoscarniemeyer.org.br/
- Museu da Amazônia -http://www.museudaamazonia.org.br/
Fim da conversa no bate-papo

Dilma deverá visitar Neymar Jr.

Em debate a agressão a Neymar pelo jogador colombiano Zuniga, que aplicou forte joelhada em suas costas, na altura dos rins, partindo-lhe uma vértebra.

Por parte do Governo Brasileiro, cabe o oferecimento, pelos ministros do Esporte e da Saúde, de todas as condições possíveis para que ele tenha o melhor atendimento do Planeta, o que obviamente já está tendo, mas um afago sempre é bem vindo.

Certamente a Presidenta da República há de, ainda nas próximas horas, manifestar sua solidariedade ao jogador, com a expressão de seu orgulho pela brilhante atuação do jovem atleta brasileiro nesses jogos da Copa, não apenas através de uma mensagem nas mídias sociais ou de uma nota protocolar, mas num telefonema pessoal ou mesmo uma visita a ele no hospital.***

Afinal, não nos esqueçamos que o presidente Obama, dos Estados Unidos, ligou pessoalmente para os craques americanos após sua derrota contra a Bélgica, dizendo de seu orgulho por sua bela atuação, rasgando-lhes elogios, como se falasse a heróis americanos.

Quanto à CBF, como bem disse um leitor deste blog, “já deveria ter entrado com representação junto à FIFA, exigindo punição do agressor, ressarcimento de todas as despesas médico/hospitalares e pagamento ao agredido de indenização pelos danos morais e materiais causados pela covarde agressão. A indenização deve ser avaliada como até dez vezes o valor de salário, mais prêmios do jogador como campeão do mundo em 2014″.

Desviar deste assunto para politicagens, mostra falta de entendimento dos fatos reais e falta de sensibilidade diante da dor de um jovem ídolo brasileiro e da angústia de toda uma Nação de torcedores.

*** Posteriormente a esta postagem, leitores no twitter se manifestaram dizendo que isso seria dispensável, pois a presidenta já escreveu duas cartas “e de seu próprio punho”.   Minha opinião: Cartas e mensagens são as primeiras e imediatas providências numa situação como esta, mas, em se tratando de um ídolo brasileiro, como Neymar Jr., que defende as cores do nosso país, faz parte do protocolo de Chefes de Estado sensíveis, elegantes, como Dilma, uma obrigatória visita ao “herói nacional ferido em combate”, entre aspas naturalmente. Um herói do futebol. Presidentes são visitados pelos atletas em seus palácios após as vitórias. É gentil visitá-los nos maus momentos.

Cartão vermelho para o juiz espanhol! Cartão vermelho para a Fifa!

O colombiano Camilo Zuniga agrediu os jogadores brasileiros várias vezes durante a partida contra o Brasil e o juiz espanhol Carlos Velasquez nada fez.

Não seria caso de Zuniga ter recebido cartões amarelos? E, por fim, o cartão vermelho, quando provocou a fratura da vértebra de Neymar, que saiu de maca do gramado, como se tivesse participado de uma luta de MMA e não um jogo de futebol? Posteriormente tivemos a notícia de seu impedimento de participar do resto da Copa.

Este, para mim e para o Brasil inteiro, foi um fato criminoso!

Não seria caso de o juiz ser responsabilizado criminalmente, perante os tribunais esportivos e outros, juntamente com o jogador da Colômbia, que sequer foi advertido?

E a carreira do jogador Neymar, como fica? Seus sonhos, suas expectativas, todo seu esforço para se preparar para esta Copa do Mundo, que seria seu grande momento profissional? Que satisfação será dada a ele pelos diretos responsáveis?

A Fifa não vai se manifestar? Não vai se justificar pela postura omissa desse juiz? E este, vai sair de fininho? Quanto a Zuniga, voltará para a Colômbia coberto de glória ou será responsabilizado pela agressão?

A Fifa sai seriamente contundida desta Copa das Copas sob todos os aspectos.

  • Pela arrogância como tratou o Brasil durante a preparação do evento.
  • Pelo vexame de sua corrupção intestina, com a máfia do tráfico de tickets dos jogos agindo junto à cúpula da própria instituição, conforme a investigação empreendida pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, e atuando há quatro Copas do Mundo, período da gestão de Joseph Blatter.
  • Pela sua postura omissa, que inspira leniência com juízes tolerantes diante de tamanha truculência em campo contra os jogadores brasileiros, nossas estrelas.

Uma violência invejosa, que não é de hoje. Vem de longe, longe mesmo. Lembram-se daqueles pontapés de Zidane em Ronaldinho, completamente tonto na final da Copa de 98, na França, e o juiz sequer deu uma advertência? Parecia que o projeto era mesmo o Brasil perder.

Assim como o Brasil sai engrandecido desta Copa do Mundo, a Fifa deverá terminar esta Copa desmoralizada, com a imagem de uma instituição desmesuradamente ambiciosa e intestinamente corrompida, precisando com urgência corrigir seus rumos.

 

Dirimindo dúvidas e desfazendo lendas sobre os gastos com a Copa do Mundo

Esta é uma colaboração do leitor  Eduardo Lopes

Primeiramente é preciso que fique claro que os gastos com a Copa de 2014 representam apenas 1,17% do ORÇAMENTO DA UNIÃO, ou seja, são valores de 25,2 bilhões para um Orçamento da União de 2,14 trilhões.

Portanto, essa conversa de “gastança” com a Copa é “conversa para boi dormir” de quem não conhece os números do Brasil.

Desses 25,2 bilhões de reais, a maior parte foi gasta em obras públicas e não em estádios, tanto em infraestrutura aeroviária como em mobilidade urbana, metrô, VLT’S e BRT’s. Outra coisa!

Essa informação de que a FIFA foi liberada de TODOS os tributos é absolutamente FALSA e já foi amplamente desmentida, mas a gente volta ao tema aqui. Essa informação é LENDA da Internet.

Por exemplo: a receita gerada pela venda dos ingressos NÃO é isenta de tributos. A receita fiscal no evento deve chegar a US$ 7,2 bilhões de dólares, ou melhor, R$ 16 bilhões de reais, nas contas da “Ernst & Young” e da “Fundação Getúlio Vargas” – uma soma muito superior ao investimento público nos estádios.

As isenções fiscais permitidas pela Lei nº 12.350, de 20 de dezembro de 2010, decretada pelo Congresso Nacional, que valem para FIFA e seus associados, referem-se à importação de material e equipamentos esportivos usados nos jogos (como uniformes, carros e ônibus), além de todos os serviços relativos à organização (contratação, hospedagem e despesas com árbitros, por exemplo). As emissoras de TV também trazem muitas toneladas de equipamentos para garantir que as imagens do torneio brasileiro cheguem ao mundo todo e não vão pagar impostos por isso.

O benefício de divulgar o Brasil para algo em torno de TRÊS BILHÕES de pessoas mundo afora vale muito mais do que o custo em renúncia fiscal, porque tem impacto maior do que as campanhas que o governo federal, através da Embratur, poderia fazer com essa possível arrecadação.

Além disso, essas isenções também foram conferidas à FIFA nas copas da Alemanha (2006) e África do Sul (2010).

Erra quem diz que as novas arenas custaram três vezes mais do que o previsto ou de que foram gastos R$ 30 bilhões na construção de estádios. Isso é MENTIRA!

O custo das novas arenas foi de R$ 8 bilhões financiadas, em 4 bilhões, pelo BNDES e pela CEF. O restante dos recursos foi aportado por agentes privados ou governos estaduais. Não há injeção de dinheiro público do Governo Federal nesses empreendimentos. Algumas destas arenas são inclusive privadas, não pertencem sequer ao poder público.

Esse é o caso da Arena Corinthians, da Arena da Baixada e do Estádio Beira-Rio. Ou seja, o ônus é todo do ente privado. O custo de construção das novas arenas sofreu acréscimo assim como, provavelmente, o preço de todo e qualquer imóvel particular no período 2007-2013.

Afinal, as arenas também estão sujeitas aos efeitos da inflação apurado pelo Índice Nacional da Construção Civil (INCC) ou se houver alteração de projeto ou da área a ser construída, como no caso do Estádio Nacional de Brasília.

De qualquer forma, o “Castelão”, em Fortaleza, saiu 17% mais barato. A “Arena Corinthians” já previa custo de R$ 820 milhões no primeiro orçamento, em 2011.

Outras cinco arenas tiveram ajustes baixos: “Arena Pernambuco” (1%), “Arena da Dunas” (14%), “Arena Fonte Nova” (17%); “Arena Pantanal” e “Arena da Amazônia” (24%).

Já o Mineirão, Maracanã, Arena da Baixada e Mané Garrincha tiveram seus orçamentos elevados entre 63% e 88%, por causa de mudanças nos projetos de engenharia.

O único orçamento que dobrou foi o da Arena Beira-Rio, em Porto Alegre (RS), em razão de alterações profundas na planta inicial.

Se houve “roubo” ou “superfaturamento”, e a oposição sabe apontar exatamente quem praticou ou tem fortes indícios de desvios, convém apontar os responsáveis. Caso contrário, estará sendo leviana. Até porque algumas das novas arenas foram construídas, e são de responsabilidade exclusiva dos estados governados pela própria oposição como, por exemplo, Minas Gerais (PSDB), onde está o “Mineirão”, Rio Grande do Norte
(DEM), onde está localizada a Arena das Dunas, e Pernambuco (PSB), onde está localizada a Arena Pernambuco.

Os investimentos em Saúde e Educação de 2010-2013 totalizaram R$ 825 bilhões. Nem um centavo deixou de ser aplicado nessas áreas por conta da Copa do Mundo. Pelo contrário, os investimentos nestes setores têm sido ampliados ano a ano.

Além disso, os investimentos em segurança, treinamento e integração das forças armadas, força nacional de segurança, polícias federal, rodoviária e estaduais e nos Centro Integrados de Comando e Controle (CICC), em cada uma dos doze cidades sedes, ficam de “legado” para toda a população.

Aliás, as demais capitais do país que não terão jogos da Copa também serão contempladas cada com um CICC.

Em resumo, se temos problemas de segurança ou na saúde públicas cobre do ente federado, estadual ou municipal responsável direto pela prestação daquele serviço público para não passar por desinformado. Ok?

Veja em http://democraciapolitica.blogspot.com.br/search?q=FIFA+VAI+PAGAR+AO+BRASIL+R$+16+BILH%C3%95ES+EM+IMPOSTOS e http://tijolaco.com.br/blog/?p=18512 e http://www.youtube.com/watch?v=jiRKvDkGXBw

‘Arautos do Pânico’ anti Copa deveriam ressarcir os prejuízos causados à nossa economia

Os botequins cariocas estão cheios. As filas dos supermercados são imensas e lembram corredores da ONU, onde todos os idiomas são falados e ouvidos. Gringos em todas as direções, empurrando carrinhos diante dos caixas. Porém, do comércio dos shoppings eles passam longe. As lojas dos ditos “quadriláteros da moda” estão vazias. Os salões de cabeleireiros, às moscas.

Verdade é que a massiva, sistemática e histérica campanha interna contra o Brasil, nos meses que antecederam a Copa do Mundo, em nossa mídia, nas redes sociais, no boca à boca, num evidente e muito bem articulado projeto, coisa de profissional, surtiu o efeito esperado: repercutiu, contaminou os sites, o noticiário internacional de credibilidade, afugentando o turismo estrangeiro com maior poder aquisitivo, receoso da violência, e causando estragos em vários setores da economia.

Para o Rio de Janeiro, não vieram os anunciados transatlânticos, que abrigariam os “turistas excedentes”, dos quais a hotelaria carioca, carente em número de leitos, “não daria conta”. Alguém viu?

Grande parte dos que investiram em reformas, pretendendo lucrar com gordos alugueis de aparts ‘vip’, penthouses sofisticadas, apês com vistão, ficou a ver navios. Não houve a enorme procura que se imaginava.

Vieram os trailers, utilitários, vans, tendas, mochilas. Veio o Turista simpático, jovial e alegre dos kitinetes alugados, do dinheirinho contado para o dia à dia, que o carioca criativo logo apelidou de Durista.

Nada contra. Faz parte. Eventos esportivos como a Copa do Mundo atraem o turismo de massa. E esta Copa das Copas tem o charme especial de fazer brilhar os países da América do Sul, com torcedores entrando motorizados por todas as nossas fronteiras.

Porém, as agências se queixam de que os pacotes turísticos formatados não tiveram a saída pretendida, e agora eles são oferecidos, junto com as passagens aéreas, com tarifas reduzidas em até 40%, para a atual e a próxima temporadas. É o que dizem os jornais!

O ambicionado retorno com os gastos dos estrangeiros, atraídos pela Copa, ficará bem aquém do que outros países lucraram em suas Copas, quando viram lojas entupidas, fervilhando com turistas gastadores.

Quem vai ressarcir o nosso comércio, o nosso setor turístico, o nosso país? A turma do #nãovaitercopa? Os partidos de oposição? Os celerados, que passavam dia e noite em campanha no Facebook e no Twitter contra a nossa Copa do Mundo? Os Emissários do Pânico, que faziam “terrorismo” anti Copa via email? Os Arautos da Catástrofe, prenunciando que a violência ia eclodir, os aeroportos explodir e os estádios ruir? Aqueles que atribuíam todas as mazelas crônicas do país à Copa do Mundo, porém só se aperceberam disso às vésperas de ela acontecer?

Por que não iniciaram a campanha #nãovaitercopa ao primeiro movimento para trazer a Copa? Ou logo após o anúncio do Brasil como país sede ? Por que começaram a campanha justo no ano da Copa, isto é, ano da Eleição?

Seria o caso de perguntar: os responsáveis e diretamente interessados nessa campanha, que causou tamanho prejuízo à economia do país, a seu comércio, à sua indústria turística, enfim, a nós, vão nos ressarcir?

A Copa do Mundo já está no papo… das criancinhas do Brasil!

A Copa do Mundo já está no papo!

No papo, sim, de centenas de milhares de crianças brasileiras, que tiveram suas vidas salvas, de 1990 até hoje, período em que houve uma redução de 77 por cento da mortalidade infantil pela fome no país.

E a grande notícia é que o Brasil está em primeiro lugar no ranking “Mortalidade Infantil – Qual é o Placar?”, que está sendo divulgado neste fim de semana no Fórum Mundial de Parceiros para a Saúde Materna, Neonatal e Infantil, em Johanesburgo, na África do Sul.

A informação foi dada em primeira mão por um site de saúde da Índia, o The Health Site,  relacionando essa vitória brasileira à Copa do Mundo, como se fosse uma “Copa anti Fome”, e repercutindo a declaração do coordenador de saúde da criança do Ministério da Saúde do Brasil, Paulo Vicente Bonilha de Almeida:

- Há duas razões principais para a redução da mortalidade infantil no Brasil: a ampliação do acesso aos cuidados de saúde primários e o Bolsa Família, maior programa de transferência de renda do mundo.

copa da fome infantilVejam aqui a imagem que nenhum jornal e saiu no site indiano: o Brasil vencendo a Copa Anti Fome Infantil, seguido por Portugal, Irã. Clique aqui nas palavras em azul para ver o quadro acima  na íntegra, com todos os países.

Os indianos destacam o aumento das taxas de vacinação entre as crianças brasileiras e a Política Nacional de Aleitamento Materno, que mais do quadruplicou a amamentação no país.

O site informa que, hoje, para cada 1.000 nascimentos no Brasil, apenas 14 crianças morrerão antes do seu quinto aniversário – muito menos que as 62 em 1990, atribuindo o mérito ao Bolsa Família, que “fornece transferências em dinheiro para famílias pobres em troca de garantir que as crianças recebam as vacinas e frequentem a escola”.

Evidentemente o país ainda tem um longo caminho a percorrer, bem como uma taxa de mortandade ainda alta, e só haverá motivo para orgulho quando alcançar o patamar ideal de morte ZERO.

Bacana ver um site indiano colocar em evidência essa conquista brasileira e ter a sacada de relacioná-la à “Copa”, elaborando essa arte com as camisetas das seleções, que eu reproduzo aqui acima para vocês.

Sem desmerecer a Copa do futebol, esta é uma Copa do Mundo que também vale a pena aplaudir de pé e cantar emocionado o nosso Hino Nacional… à capela.