UM ABRAÇO PERIGOSO

Bertha Mendes de Souza, com aquela sua grande categoria, abriu ontem o apartamento do Edificio Tancredo Neves, na Av. Atlântica, para almoço de encerramento do ano das aulas de filosofia / psicologia do professor Lobianco. As amigas todas lá, felizes, confraternizando, frisson, frisson, e quando Bertha e uma queridinha mais reforçada, felizes, foram dar um abração pré-natalino, elas se desequilibraram, caíram no chão, a mais pesada sobre a frágil, fragilíssima Bertha, e não deu outra: fratura!…

E lá se foi a Bertha, correndo (modo de dizer, foi até bem de-va-ga-ri-nho, amparada), levada para a Clínica Sorocaba pela Gilza Affonseca (sorte que ela estava entre as amigas do almoço), ao consultório de seu filho ortopedista craquérrimo Alcino Affonseca, que providenciou um horário entre uma e outra consulta, especialmente para atender a amiga de sua mãe nessa emergência. Diagnóstico: fratura do ombro!…

Bertha saiu de lá de cadeira de rodas com a recomendação de três semanas de repouso absoluto. Nada de mexer com os ombros. Amassar quibe, nem pensar! Daí que o jantar árabe que ela prometeu para um amigo armênio ficou para o ano que vem. Sem pressa, querida. O importante é você ficar boa, perfeita!…

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