QUEM VAI VENCER A QUEDA DE BRAÇO NESTE SÁBADO DAS CAMPEÃS? OS PIDÕES OU OS BOMBEIROS?

00h34m

Problemão de alguns dos grandes camarotes neste Sábado das Campeãs é a pressão de quem não conforma em não ser convidado. É tanta gente importante que quer porque quer convite para os camarotes dos Sambódromos, tanta gente com QI, que os donos dos camarotes e responsáveis por eles não sabem mais o que fazer.

Na segunda noite dos desfiles já foi aquele problemão, com alguns camarotes superando o número máximo de ocupantes. Gente que foi na véspera, e não era previsto ir no segundo dia, implorando para ir na segunda-feira e indo! Gente cercando pelos sete lados por “uma-camiseta-pelamordedeus” e conseguindo. E vocês sabem, nunca é o “eu sozinho”. É sempre levando o (a) cara-metade, filhos, parentes, amigos, agregados etc. Um batalhão!…

Bem, eu não contei (o número de ocupantes dos camarotes na segunda-feira), mas teve gente que contou que contou (o número) e contou pra mim. Fato é que no domingo (na véspera) os camarotes estiveram menos cheios e os Bombeiros bem atentos…

Vamos ver como vai ser no desfile de hoje. Quem vai vencer a queda do braço? Os pidões? O coração mole dos donos de camarotes? A fiscalização dos Bombeiros? Quem viver por lá verá…

Uma ideia sobre “QUEM VAI VENCER A QUEDA DE BRAÇO NESTE SÁBADO DAS CAMPEÃS? OS PIDÕES OU OS BOMBEIROS?

  1. O desfile das escolas de samba acaba sendo uma grande alegoria do que acontece, desde sempre, no Brasil: quem trabalha e sua a camisa, compra um ingresso na arquibancada ou tenta achar uma frestinha qualquer de onde possa ver fragmentos do desfile.
    Enquanto isso, na avenida, bicões de todo tipo, supostos formadores de opinião (definicão que por si só é uma piada pronta), gente “indignada” com os problemas do Rio e do Brasil, mas que gruda nos bicheiros ou nas “autoridades” (a diferença é pouca) para conseguir um crachá ( e, de quebra, algum bom negócio ou negociata), a “gente bonita”, as ditas celebridades ( e a sua versão sub) e a tal elite brasileira, sempre pronta a garfar o seu quinhão desde que Cabral chegou ao Brasil.
    Comprar um camarote nem pensar. Afinal, melhor que enfiar a mão no bolso, é descolar uma pulseirinha. Por incrível que pudesse parecer a um americano, por exemplo, no Brasil isso é satus.
    O triste é que isto não acaba na quarta-feira.

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