Pingando mais água no feijão do Amaral…

  • Muito feijão quentinho no prato, muito samba de roda, organização de sobra e congestionamento de gente no Porto Maravilha. Foram os ingredientes todos para Ricardo Amaral recuperar o trono de rei dos eventos no Rio, e desta vez, em parceria com a garotada: o filho Bernardo (outro dia eu disse aqui que era o filho Rick, mas estava equivocada) e mais Alexandre Accioly e Luiz Calainho, Ricardo Amaral
  • Sobrou de tudo na feijoada: gente bonita, jovem, nomes conhecidos, internacionais, gente que faz. No salão do feijão, o pessoal comia ao som de uma roda de samba com os grupos Um Kantinho e Pagodeiros da Cidade Nova passeando por músicas dos bons tempos que ninguém esquece…
  • O bêbado e o equilibrista, Maracangalha, Mulher brasileira, Foi um rio que passou em minha vida
  • Eram quatro estações de buffet e o serviço impecável que não deixava esfriar a comida ou faltar. As filas cresciam e logo desapareciam tamanha a rapidez da reposição…
  • Nos bares, a cerveja Devassa saía que nem água. Caipirinha tradicional de cachaça e limão era outra vedete disputada, enquanto o povo jogava coversa fora nos pufes espalhados. E, mesmo com chuva fina, o olhar para a Baía de Guanabara fazia a tarde ainda mais agradável. Arredar pé, nem pensar…
  • O pessoal só ia chegando e fazendo o local ainda mais animado. As vans iam e viam sem parar e no maior ordenamento. Do outro lado do salão, na área dos camarotes, muitos turistas felizes e com cara de que não acreditavam em tamanha pompa…
  • O calçadão de Copacabana era o piso da pista de dança. No palco, muito samba enredo, passistas e fantasias…
  • Os dois lados (camarotes e boteco da feijoada) interagiam. Ora o samba enredo invadia o ambiente do “feijão”, ora pagode incendiava os convidados dos camarotes. Num revezamento pra lá e pra cá. Uma coisa, uma alegria sem tamanho!…

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