Os nossos príncipes…

E quem disse que a gente precisa de princesa britânica pra ser feliz? Nós também temos as nossas, da Família Imperial Brasileira. Só que o evento que mobilizou esta semana nossa nobreza foi triste: a Missa de Sétimo Dia pela alma da princesa brasileira dona Thereza de Orléans e Bragança, última neta viva da princesa Isabel
Foi na Igreja de N. S. do Carmo da Antiga Sé, a missa pontifical solene, celebrada pelo abade emérito do Mosteiro de São Bento, dom José Palmeiro Mendes, notório monarquista, cuja homilia emocionou a todos. A saber: o casal de príncipes dona Christine e dom Antônio de Orléans e Bragança e a prima, princesa dona Cristina Bourbon de Orléans e Bragança, única representante do ramo de Petrópolis e sobrinha direta da princesa falecida…
A imprensa esteve presente, leia-se o SBT e a agência portuguesa Impala. Amigos de longa data da princesa Thereza também compareceram e elogiaram o cerimonial digno de nota, de Ohannes Kabderian Júnior, chanceler do Círculo Monárquico, um craque dos protocolos. Depois, os príncipes e alguns eleitos foram jantar na magnífica casa na Glória da milionária turfista e monarquista Margarida Lara

dona thereza Os nossos príncipes...

Dona Thereza não aprovava a cisão da Família Imperial pela insistência do ramo de Petrópolis em não reconhecer a renúncia ao título por seu pai, d Pedro de Alcântara de Orléans e Bragança, príncipe do Grão Pará, de 1875 a 1908 (quando renunciou), primogênito da princesa Isabel e do conde d’Eu. D. Thereza tinha uma frase célebre: “Meu pai honrou sua renúncia até o final de sua vida. Contestá-la é desonrar a memória de meu pai”…

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