No final de Aquele beijo, castigos para os maus, como pede um folhetim

Estava eu com meu texto prontinho sobre o final da novela Aquele beijo, de que gostei tanto e acompanhei o tempo todo, e eis que me chega o comentário da leitora Odonir Oliveira, mais preciso e bem escrito do que o meu. Ele o enviou depois de ler meu breve post “Aquele beijo – smack!”, em que me derreto toda com a cena de Marushka e Ana Girafa no capítulo final.

Daí que, modesta, faço minhas as palavras da leitora Odonir, que diz, em curtíssmo texto aqui transcrito, tudo que eu dizia em texto longuíssimo:

“Hilde, acabo de comentar isso com amigos.
Parece que você era uma das que aqui estavam me ouvindo e concordando.
Do começo ao fim, um primor de desfecho.
Casamento na Candelária com trilha de filme de qualidade.
Texto de Chaplin.
Releitura da tal frase famosa na Internet “Se isso não não é ser rico / estar bem… então não sei o que é”.
Encontro magistral de Salém e M. Pera.
Castigos aos terrivelmente maus – como pede um folhetim – e destinos pouco felizes ou de certa forma sem contentamento para aqueles que não foram solidários ou só se preocuparam consigo mesmos.

E a festa – pura metalinguagem.

Adorei, Falabella.”

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