Militares da reserva prosseguem em seus atos de provocação

Hoje é 31 de março, em que lembramos fatos de triste memória. Aliás, uma data adaptada, pois, segundo se sabe, o infortúnio na realidade aconteceu no 1º de Abril, mas como não ficava bem celebrar um fato “histórico” (ops!) em dia tão controvertido, o Dia da Mentira, antecipou-se a data para a véspera. E, para a Mentira ficar completa, o que era Golpe passou a ser chamado de Revolução. Como uma Mentira muitas vezes repetida vira Verdade, até hoje escuto gente da melhor qualidade chamando de Revolução o que revolução jamais foi…

Nesta categoria dos que identificam o Golpe como Revolução está um grupo de militares da reserva, que apesar de fazer toda a questão das honrarias de sua carreira militar, usando da falácia de que são todos aposentados, acintosamente desrespeita a orientação da Presidenta da Repúblic para que a data do golpe, que instaurou a ditadura neste país, não seja celebrada e festejada. Como fizeram os paraquedistas da reserva, convocando a imprensa para registrar seus vários saltos “comemorativos”…

E então, isso é provocação ou não é?…

Porém, as bordoadas da Polícia Militar são para os jovens estudantes que protestam contra essa insubordinação, como aconteceu esta semana, no Rio, diante do Clube Militar, onde havia um festejo comemorativo do aniversário do golpe. Até parecia que quem estava cometendo o ato de desobediência e a provocação eram os estudantes, não este grupo de militares da reserva, que deveria estar ali dando o bom exemplo, mas fazia justamente o contrário…

Para refrescar a nossa memória, exibo mais uma vez, logo abaixo, as imagens da manifestação do dia 29, diante do Clube Militar, quando o pau comeu em cima da rapaziada…

 

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