E a ‘não compra’ dos Rafale tem a ver com isso? Além de outras perguntas que não calam…

A saída do ministro Nelson Jobim inspira várias perguntas, das quais a mais clamorosa é: o cancelamento da compra dos caças franceses Rafale, que o ex-ministro claramente defendia e já considerava praticamente um fato líquido e certo, tem alguma coisa a ver com isso?…

Com tantas idas e vindas nessa negociação, com a compra dos caças franceses pelo Brasil chegando a ser praticamente confirmada em 2009, para depois ser desconfirmada, e para, em seguida, assim que a presidenta Dilma tomou posse, haver o anúncio de que a concorrência fora ampliada e, por fim, o anúncio de que ela seria suspensa, nada disso deve ter agradado a Jobim, tão empenhado nas negociações, a ponto de fazer várias visitas à França, inclusive de forma sigilosa…

Curiosamente foi a partir da mudança de rumo dada por Dilma a esse processo todo que Jobim passou a dar declarações nada agradáveis ao governo atual…

As outras perguntas que não calam são:

Por que Dilma não reagiu prontamente à sucessão de provocações do ex-ministro, desde o discurso de Jobim no aniversário de FHC?

Por que Jobim foi mantido por Lula, mesmo tendo avisado a ele que não votaria em Dilma?

Por que Jobim, que esteve ontem pela manhã com Dilma não informou a ela sobre a entrevista dada por ele à revista Piauí?

Por que Jobim resolveu desfeitear logo a ministra Gleisi?

Por que o ministro Paulo Bernardo não reagiu?

 

 

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