DEPOIS DAS CHARRETES DE PAQUETÁ, QUE TAL REMOVER O CRISTO REDENTOR?

O bondinho de Santa Teresa deu problema, descarrilhou? Fácil, arranquem os trilhos, importem um  bonde high tech de ponta e coloquem no bairro um exemplo seguro de progresso e modernidade. Dane-se o bucolismo local. Pro espaço o charme, a história, a cultura, a memória do Rio de Janeiro.

(Quiseram fazer. Mas os moradores locais se insurgiram contra, foram à mídia e cortaram o mal antes que acontecesse. Lá estão ainda os inspiradores bondinhos de antanho, com novos motores).

Os cavalos de Paquetá estão magros, mal tratados? Removam-se as charretes! Dane-se o bucolismo local. Pro espaço o charme, a história, a cultura, a memória do Rio de Janeiro.

É o que querem fazer agora em Paquetá, os algozes de sempre da cultura brasileira. A Secretaria de Defesa de Animais, em vez de fazer valer a lei e punir os que maltratam os 49 animais desnutridos, vota pelo fim da única atração turística da ilha, do único item que a torna aprazível e sedutora.

Ah, estão assaltando no entorno do Cristo Redentor? É melhor agirem rápido, antes que algum gênio tenha a ideia de remover a estátua do Cristo para evitar a ação dos bandidos na área. Olha que o Papa vem aí e seria um vexame ele chegar e encontrar o Corcovado com o topo pelado. Vai que pensam que os assaltantes até o Cristo levaram, né?

Mas eu faço a maior fé no na Secretaria de Cultura, no Iphan e correlatos, eles hão de agir, antes que eu peça: “Tragam o meu balde, quero vomitar!”.

38 ideias sobre “DEPOIS DAS CHARRETES DE PAQUETÁ, QUE TAL REMOVER O CRISTO REDENTOR?

  1. Tem que remover é a quantidade enorme de marmanjos jovens e cheios de saúde que moram nas Ruas, como mendigos, mas fumando e bebendo cachaça, comendo nas quentinhas sempre às gargalhadas zombando de nós… Dormindo de “conchinha” e “namorando” com suas mulheres em colchões imundos catados no Lixo.. Como NÃO trabalham, o dinheiro pra sustentar o vício e suas vidinhas na rua deve ser de pequenos assaltos!! E esta cidade está um lixo entregue a esses desocupados, pois está cheio de anúncio de empregos nos Jornais Populares! Rio só e lindo visto de fotos tiradas de CIMA.. Tem que remover são os políticos que vivem viajando pro exterior, desviando dinheiro público e nada acontece.. Aqui tá mil vezes pior do que quando saí, há mais de 30 anos.

  2. Eu também estou quase pedindo o balde. Torço para que este ‘quase’ suma da frase, assim como a incapacidade administrativa se afaste destes, destes… Pois é.

  3. Quando alguns vândalos, vindos de não-sei-onde, picharam a estátua do Cristo Redentor, o atento governador disse que se tratava de um crime de lesa-pátria. O que o Estado e Município do Rio de Janeiro (juntos para servi-lo) não fazem com a Ilha de Paquetá, no meu entender, é crime de lesa -pátria também. A ilha é um ponto turístico do Rio e, ainda que não fosse, nós cariocas não merecemos tanto vandalismo!

  4. “Os cavalos de Paquetá estão magros, mal tratados?” Isso não importa para você? Eles não são escravos dos “humanos”. Estamos em 2013!!!
    “…vota pelo fim da única atração turística da ilha, do único item que a torna aprazível e sedutora.” Fala sério! Eu conheço a ilha e há muitas coisas lindas por lá: não a menospreze!
    Para mim, não precisa balde: já vomitei com tanta ignorância!

  5. Essa senhora tão preocupada com a cultura e os bons costumes cariocas, porque não vai lá puxar a charrete no lugar dos cavalos explorados? Ah sim, a exploração animal faz parte da cultura, não é mesmo?
    Então há de concordar que o apedrejamento de mulheres deveria voltar a ser corriqueiro, pois senão corremos o risco de destruir nossas tradições e culturas.

  6. Acho um comentário lamentável…..só uma pessoa fútil e com um conceito muito arcaico de bucolismo para pensar assim. Ver animais explorados e desnutridos é uma visão muito bucólica mesmo…. Usa-los como coisas como se fazia aos escravos, isso então é pura cultura…Francamente, em lugar tão bonito e cheio de História ( com h maiúsculo) o que se deve dar mais valor são as charretes?
    Se há problemas piores, vamos a eles. Isso não interfere no fato que que as charretes são uma aula de falta de valor à vida, de especismo e de insensibilidade!

  7. Achei seu comentário muito infeliz….deve ser como a senhora..INFELIZ! Os animais não vieram a esse mundo para embelezar ou cultuar hábitos…são seres criados por DEus que sofrem e merecem o nosso respeito…Tô me lascando que vão tirar isso ou aquilo de paquetá…mas se os animais eram maltratados foi uma decisão acertada….CULTURA não é TORTURA

  8. Chamar as charretes de “atração” turística?!kkkkkkkk
    Com certeza vc desconhece e nem procurou saber como está a Ilha de Paquetá.
    Vc está muita alienadinha e desatualizada.
    Coisificar animais, explorar e vê-los como atração turística é uma visão bastante obtusa, estreita e ultrapassada.
    Defensora da cultura brasileira… só rindo.

    • Quatro comentários sucessivos com o mesmo teor à zero hora da manhã ou é uma coincidência excepcional ou é uma ação articulada, mas vamos à resposta.

      Não acredito que cavalo puxar carroça seja um absurdo, pois desde que o mundo é mundo este animal é usado para o transporte humano.

      Absurdo é o maltrato aos animais e, para isso, existe uma secretaria que os defendam. Para coibir esse crime, existem as sociedades protetoras, a mídia, as leis, a polícia.

      As charretes de Paquetá são e sempre foram um atrativo bucólico. Só deixaram de ser devido ao estado de penúria a que foram reduzidos os pobres animais.

      Mas dizer que carros elétricos são solução, me engana que eu gosto. Pois fica muito mais barato contratar um veterinário e comprar feno para alimentar os cavalos, bem como as demais despesas que seus cuidados implicam, do que adquirir uma frota de carros elétricos, mantê-los, suas peças de reposição, consertos, oficinas, mecânicos etecetera e tal.

      Os pobres cavalinhos, coitados, precisam de comida, água limpa, bom trato, um canto protegido pra dormir, um veterinário para acompanhá-los periodicamente, vaciná-los, medicá-los e ponto.

      O retorno para Paquetá, com as charretes que complementam a paisagem, é bem maior. Não descaracteriza a cidade. O resto é pura ignorância. Falta de cultura. Falta de consideração com a cidade. Ganância. Interesses contrariados.

      • Os cavalos seriam retirados gradativamente e acabaria-se com a reprodução dos animais. Tenho certeza que um programa de adoção poderia ajudar a resolver a questão do destino dos animais.

        “Fica muito mais barato contratar um veterinário e comprar feno para alimentar os cavalos, bem como as demais despesas que seus cuidados implicam”

        Você fez as contas antes de dizer isso? Você acha que uma charrete gera de receita cobre o sustento do dono da charrete e as enormes despesas de se manter um cavalo? Você acredita em Papai Noel? E você acha que existe um sistema de monitoramento do tratatamento dos animais que seja adequado? Querida, você está no Brasil, terra da inoperância pública.

        Se os animais estao esquálidos, é por esse motivo. É um problema que não tem como ser regulado e resolvido, apenas eliminado.

        • Se os animais em Paquetá chegaram a esta situação foi completo descaso da administração pública, já que os moradores da ilha estão quase na mesma situação… Quem está reclamando do mau trato aos animais já foi até lá ver em que estado se encontra o Hospital Villaboim? O abandono que está a “Ilha dos Amores”? (alguém se lembra que ela foi cantada assim em lindas músicas?) E isso porque os políticos enchem o peito pra falar dos eventos de 2014 e 2016!!!!! O Administrador da ilha deve estar só recebendo seu pagamento e mais nada, como todos os outros políticos desse país!!!!!!!!!!!!

  9. Desde quando Paquetá precisa do sacrifício de animais??? Existem as famosas bicicletas, e ao mesmo tempo que se aprecia a paisagem, também faz exercícios. Se está tão preocupada com a descaracterização do local por falta das charretes (para o não sacrifício de animais), puxe-as a senhora mesma. Fica a dica!!!

    • O que a sra. sugere? A execução dos animais, já que eles não terão mais utilidade? Sequer está sendo defendida qualquer tomada de providência por eles neste caso. Não vejo nenhuma iniciativa para cuidar, proteger ou dar qualquer destinação aos animais, a única providência que se propõe é trocá-los, como se fossem objetos, por uma frota de carros elétricos. É isso? Grande protetora de animais a senhora é.

  10. Discordo da autora, e como abolicionista dos animais, acho lamentável se pensar que a única coisa de boa e bucólica no local sejam as charretes. Não conheço a cidade, mas não é possível que só exista isso de bom nela. Se for, é fácil trazer turismo pra uma cidade não é? Só colocar charrete que chove turista.
    O blog é público e como tal, tem de aceitar opiniões alheias. Acredito que isso irá causar mais revolta do que apoio. Puxar charrete ou carroça é maus tratos! não existe cavalo escravo bem tratado, eles não foram ‘feitos para isso’.

  11. Bom dia,
    Achei infeliz e de extrema falta de tato e de consciência o artigo acima, qto a parte dos cavalos.
    Nao acho q ofensas mudam alguma coisa, por isso nao concordo tb com a forma que foram expressadas as opiniões anteriores. Nao acho q a senhora deva puxar a carroça pois nao desejo isso nem aos pobres animais que são submetidos a essa ignorância e falta de respeito todos os dias.
    Ao contrario do que citou numa resposta acima, os cavalos, os bois, os búfalos, os camelos, nenhum desses animais nasceram atados a carroças, portanto, desde que o mundo foi criado, os mesmos foram feitos pra que fossem livres e felizes. Achar q foram feitos para serem escravizados pelo homem é um erro cultural grotesco e uma falta de sensibilidade. Se for assim, pq antes se jogavam lixo e esgoto no mar, então agora tb deve-se continuar a fazê-lo pois os povos antigos assim achavam por direito?!
    Nao é pq a humanidade vem há séculos cometendo atrocidades por falta de consciência e de amor ao próximo, que devemos achar normal que as mesmas continuem a acontecer.
    Acho um avanço de pensamento e de Amor incondicional este ato que foi tomado pela secretaria de Paqueta.
    Enquanto existir discriminação de qq espécie, nao existirá respeito à natureza e Amor e comunhão com o Universo.
    Nao acho que se deva implantar carros movidos a motores poluentes tão pouco.
    Pq nao andar de bicicleta ou a pé como tantas vezes já se fizeram antes?!
    Sinto nao partilhar de seu ideal de descanso, de patrimônio cultural e de bucólismo, mas enquanto o meu prazer pessoal vier do sofrimento de qq espécie, humana ou nao, então nao o quererei e mão me sentirei feliz.

    • “Pq não andar de bicicleta ou a pé como tantas vezes já se fizeram antes?!” – E o que fazer com as 19 famílias que tiram das charretes o sustento?
      É fácil uma meia dúzia de pessoas com um falso ou não senso moral e falar que “TEM QUE ACABAR!”. Mas conhecer as coisas como realmente são, poucos conhecem. Sou filho de charreteiro, e defendo sim o fim das charretes, mas não como comentado acima. E quando digo que sou filho de charreteiro digo com orgulho, o orgulho de dizer que desde os 17 anos de idade até os atuais 61 anos, que tem meu pai, nunca houve sequer um incidente de exaustão ou maus tratos com os animais dele.
      Mas no decorrer de todos esses anos nem todos os “charreteiros” (coloco entre aspas porque acho não são dignos de assim serem chamados) tiveram a mesma atitude de meu pai e acho que o que aconteceu atualmente tenha sido a gota que faltava para derramar a água contida no copo. Culpo os “charreteiros”? Em parte a alguns. Culpo à Prefeitura/Administração? Como maior responsável. Vendaram as vistas e agora querem dar uma de salvadores da pátria.

      Lembram dos diversos desabamentos que ocorreram no Rio de Janeiro, que findadaram numa catástrofe no morro do Bumba – Niterói? Paquetá foi atingida! Um morro desabou, atingiu as cocheiras, destruiu parte das mesmas, abalou todo o estábulo, cavalos morreram soterrados e o que aconteceu? NADA! As cocheiras estão como estavam naquele dia. O que a Prefeitura fez? NADA! ou melhor, interditou o prédio, foi embora e até hoje está como estava. E a Ilha do Amores? Deveria ser chamada de Ilha do Descaso! Descaso com tudo, está ABANDONADA.

      Os charreteiros estão tirando da boca dos filho pra dar aos cavalos. Isso levou alguns a negligenciarem os cavalos. Não digo pra justificar, mas informar o que está acontecendo…

      O fato é que é foi-se jogando tudo pra baixo do tapete e agora não dá mais pra limpar, a solução, no meu ponto de vista, é modernizar! Aprovo, sou a favor e quero que se implantem os carros elétricos no lugar das charretes. Por que não sair do rótulo de uma cidade bucólica para o de cidade sustentável, futurista? Aconteceu, acontece e sempre acontecerá na história humana: acaba o velho, começa o novo!

  12. Hildegard,Faço outro apelo para que você divulgue o estado de ruina que se tornou o nosso Solar D’el Rey. Um predio centenário onde funcionava a nossa biblioteca e outras atividades culturais. A nossa biblioteca foi transferida para um outro local e o prédio foi trancado à comunidade. A Associação local organizou um abraço ao predi e tem lutado junto às autoridades. Temos que fazer algo pois o edificio de interesse histórico está tombado e tombando

  13. Quem quer um balde sou eu! Quero agora vomitar diante da insensibilidade quanto à exploração desses animais. Não nos esqueçamos de que é também “em nome da cultura” que muitos “intelectuais” apoiam ainda as touradas…

  14. Prezada Sra. Hildegard,

    Boa tarde. Meu nome é Daniel Lourenço. Sou Professor da UFRRJ e já há muitos anos venho me dedicando ao campo de pesquisa relacionado à ética aplicada. Pedindo licença, gostaria de trazer alguns dados para que a senhora pudesse, quem sabe, reconsiderar a opinião sobre a manutenção dos serviços de transporte atualmente existentes em Paquetá.

    Compreendo perfeitamente que somos constantemente chamados à valorizar nossas reminiscências de tempos passados… Tendemos mesmo a nos prender atavicamente a esse sentimento nostálgico de um “bom viver”.

    No entanto, a realidade da tração animal é bastante grave. Seja em que circunstância for, consubstancia uma das mais graves afrontas à dignidade existencial dos animais.

    O argumento segundo o qual não deveríamos intervir retirando os cavalos da Ilha por conta de a atividade ser tradicional ou culturalmente aceita parece equivocado. Se o correto ou o bom é aquilo que uma determinada sociedade considera correto, então pessoas ou culturas seriam sempre eticamente infalíveis. É claro que essa afirmativa é falsa, já que indivíduos ou sociedades podem estar parcial ou integralmente equivocados. No caso em tela, o fato de nossa sociedade ainda aprovar a instrumentalização dos animais para finalidades humanas não diz muito sobre a correção moral desta conduta, já que também durante muito tempo consideramos como legítimas a instituição da escravidão, da execução de hereges em fogueiras, da submissão das mulheres aos homens, entre outras práticas evidentemente opressivas.

    Manter os cavalos, seres cogntivamente complexos, altamente sociáveis, atrelados a charretes é algo que contraria a noção de que são possuidores de um mínimo existencial relacionado à sua condição sensível.

    Independentemente de cuidados médico-veterinários, alimentação adequada, ou outras medidas, o fato é que os equinos, assim como os demais animais não foram “feitos” para nos servirem, assim como, guardadas as devidas proporções, os afrodescendentes não foram criados para “servirem” aos caucasianos, as mulheres aos homens, etc.

    Pensando exclusivamente nos animais, o melhor caminho é, de fato, a interrupção da atividade de tração. No caso específico de Paquetá, as baias onde ficam já foram inclusive interditadas integralmente pela Defesa Civil em razão da flagrante precariedade das instalações, com sérios riscos para os animais e pessoas que por lá transitam. Por este só argumento, a atividade deveria ser interrompida.

    Além disso, as provas de maus-tratos contra os animais (castigos corporais, utiização de equipagem inadequada, alimentação absolutamente deficiente, falta de vacinação, de mínimos cuidados médico-veterinários, trabalhos excessivos em duração e carga, etc.) são enormes e se acumulam dia a dia.

    Em dias de chuva mais forte a inadequação instalações faz com que a grande quantidade de dejetos dos animais escorra pela encosta e chegue às praias utilizadas pela população. É bastante provável que boa parte ou praticamente todos os animais estejam contaminados com bactérias e outros parasitas. Do ponto de vista ambiental e de saúde pública também a atividade traz, portanto, problemas incontornáveis.

    Em termos de educação ambiental também parece mais adequado que crianças e jovens não naturalizem essa ideia de que os “cavalinhos” devem nos servir puxando charretes. Tudo indica que seja mais nobre imaginar que, principalmente os jovens, sejam educados a pensar que os animais são seres sensíveis e que podem ter estados mentais relacionados à privação, dor, fome, frio, sede, estresse e angústia. A tração animal, por melhor que sejam tratados os animais, viola essa dimensão. Vide, a respeito, todo o debate, também existente com os cavalos do Central Park novaiorquino.

    Por fim, o Regulamento de Transportes da Ilha está integralmente maculado com a atividade, já que praticamente todos os seus dispositivos vem sendo rotineira e habitualmente violados. Assim, até mesmo do ponto de vista estritamente legal, há que se observar que não há bons argumentos para que a atividade continue.

    Os animais existentes, não seriam, obviamente descartados como sugere. Seriam levados para a Fazenda Modelo, atualmente gerida pela Secretaria de Proteção dos Direitos dos Animais ou destinados a abrigos e santuários.

    Com um pouco de boa vontade, poderíamos substituir adequadamente os animais por outros meios de transporte não poluentes e ambientalmente certificados, como, por exemplo, é caso do transporte com veículos elétricos e os próprios carroceiros poderiam obter treinamento para conduzi-los. A análise de custo da operação seria feita numa parceira entre a municipalidade e a empresa vencedora do procedimento licitatório.

    Estou certo de que a senhora poderá contribuir para o debate e, quem sabe, vir para a defesa dos mais vulneráveis nessa história toda que são os cavalos explorados. A sociedade já se sensibiliza com a situação dos animais em circos (que também foi por muito tempo considerada uma tradição). Começa a se movimentar em direção ao debate sobre os zoológicos e rodeios. É chegada a hora de também trazer o tema da tração animal para este cenário.

    Atenciosamente,

    Daniel Lourenço.

    • Agradeço, Daniel, seus esclarecimentos bastante ilustrativos, que me deram uma visão aberta e real de todo o problema enfrentado pelos animais em Paquetá. Muito obrigada por sua paciência e pelo alto nível e a elegância de sua explanação. Tenha em mim uma aliada daqui por diante. Abraços, Hilde

      • Parabéns pelo texto elucidativo do Daniel! Hildegard, tê-la como aliada nesta luta sofrida e ainda menosprezada seria de fato algo maravilhoso! Parabéns pela abertura pois sabemos que as pessoas pensam e agem de maneira cruel e irresponsável com os animais somente por desconhecimento. Sinto-me feliz com sua resposta por saber que nossa luta pelos animais pode atingir cada vez mais pessoas. Um viva aos direitos dos animais! Viva o veganismo!

      • Tenho a maior admiração pelo Daniel, por sua sempre equilibrada e clara argumentação, por seu sentimento de justiça e compaixão para com os animais. Parabéns Hilde pela abertura para rever sua posição e pela sua também elegância na resposta.

      • Parabéns por sua atitude de humildade e reconhecimento. Nós, que lutamos pelos animais, ficaremos imensamente felizes com sua contribuição.

    • Sem palavras suficientes para adjetivar a sua argumentação com tanta propriedade, conhecimento de causa, inteligência e ética.
      O máximo!

    • A resposta do Daniel Braga Lourenço resume tudo, como sempre um Lord e descreveu com peso o nosso trabalho. Parabéns e a Hildegard Angel seja bem vinda a uma causa nobre, sofrida e com muita força para continuar a manter a Bandeira de salvar vida sempre erguida e limpa. AMELIA SILVA

    • Professor Daniel!
      Parabens pela explicacao oferecida a esta colunista.
      O seu conhecimento a fez repensar que o Bondinho de Santa Teresa e o Cristo Redentor so precisam de pintura e reparo. Eles nao tem dor, nao tem lesao na medula ossea que os impedem de ficar em pe e os levam a morte, nao precisam comer, nao tem que trabalhar puxando charrete o dia inteiro, sendo espancados e tomando banho de agua salgada. Fui criada na Ilha, meu pai nasceu em Paqueta e sei muito bem o tipo de “gente” que lida com os cavalos. Escravidao nao e Tradicao. Obrigada Mestre.

  15. Charretes devem ser extintas! Cavalos são seres sencientes, não devem ser explorados para o prazer humano. Chega de exploração animal!

  16. Hilde, elegante mesmo, é defender as agressões aos mais fracos e oprimidos.
    Acredito que após as explanações do professor Daniel, seu modo de pensar e de agir possam ser alterados para melhor. Boa sorte!!

  17. Me parece que tudo já foi dito, além de muito claramente exposto pelo Prof. Daniel. Gostaria somente de deixar registrada minha surpresa com suas colocações, Sra. Hildegard, mas, principalmente, expressar minha alegria ao ler que a teremos como aliada daqui por diante nesta causa tão nobre e ética que é a libertação animal. Precisamos de toda ajuda possível, e aliados com projeção como a sua são preciosíssimos.
    O caminho ainda será longo, mas está chegando o momento em que a humanidade estará apta a atingir um nível ético e filosófico bem mais elevado. Só depende de cada um de nós.
    Abraços.

  18. Tudo tendo sido dito…Só resta à Secretaria de Defesa dos Animais ultimar os procedimentos para terminar definitivamente com esse problema. À sra. Hildegard ratifico o apelo do Antonio Marcos Souza, no sentido de que continue a DIVULGAR os interesses de Paquetá, abrindo espaço para discussões como a presente. PAQUETÁ necessita e merece ter REVITALIZADA sua história, seus predios como o Solar D’el Rey – que servia como hospedaria para D.João VI, da manutenção de suas ruas, atualmente tão esburacadas para o uso de bicicletas, de suas praças atualmente sem jardins… do explendoroso Parque Darke de Matos – usado no último domingo, depois de décadas, em um evento promovido pela Associação de Moradores local, graças à voluntariedade de muitos moradores, que não mediram esforços para que o evento fosse um SUCESSO! É nosso desejo prosseguir fazendo eventos no Parque e quem sabe, transformá-lo em um ‘Centro de Referência’ em TOPIARIA já que no Brasil somente duas cidades fazem desta arte um chamariz turístico: a paulista de Batatais e a mineira Monte Sião. A Prefeitura do Rio de Janeiro têm mostrado habilidade em promover anualmente no Campo de Santana maravilhosa exposição dessa arte. Quem sabe no Rio de Janeiro – a Ilha de Paquetá – possa sediar uma exposição permanente incluindo talvez nela uma linda charrete com cavalos esculturados e outras que possam preservar o charme, a história e a cultura de nossa querida Ilha de Paquetá? Contamos com sua divulgação e interesse permanente por nossa Ilha…

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