Giovanna Engelbert, a italiana musa do street style na atualidade

Ela é a grande sensação dos flashes da moda. A italiana Giovanna Engelbert é a rainha do street style – estilo das ruas. Seus ‘passeios’ documentados no Instagram lhe garantem mais de meio milhão de seguidores. Na atualidade, é a personalidade da moda mais inspirada na composição de seus looks, juntando ecletismos, conceitos, texturas, padrões, formas, cores inesperadas.

Linda, ex-modelo Dolce & Gabbana, editora de moda da Vogue Japão e estilista, Giovanna estremece as mídias sociais, quando pisa as calçadas da moda em New York, Paris, Londres, Roma, e há sempre à sua espreita um fotógrafo do staff da Getty Imagens ou um competente Jonathan Daniel Price, que assinam os registros nestes painéis aqui postados, com fotos da Vogue.co.ukv . Veja, aqui, uma seleção dos melhores momentos de Giovanna Engelbert em seu doce balanço a caminho dos flashes.

CREDIT GETTY IMAGES

CREDIT JONATHAN DANIEL PRYCE

Duas reflexões em fim de semana chuvoso e triste na Baía de Guanabara

Não sei o que se ganha potencializando um ódio descontrolado nas redes sociais; às vezes responsabilizando pais por erros dos filhos; outras, apedrejando sem se aprofundar sobre fatos pessoais e humanos; fazendo análises supérfluas; provocando a ira da comunidade sem oferecer caminhos. Como se todos os envolvidos no debate pudessem se arvorar em árbitros e padrões de decência, ética, coerência, honradez etc., sem jamais ter cometido qualquer deslize na vida contra o bem público, tais como uma omissão na declaração do IR, um estacionamento em local indevido não pago e por aí vai…

Há quem cite a Revolução Francesa, que foi um marco fundamental e salutar, mas cometeu excessos e atrocidades: assim como se decapitou Danton, foi-se também o pescoço de Robespierre… E quando não tinham mais quem matar, os do povo saíram se matando uns aos outros…

Revolução Francesa

O momento do país é frágil, preocupante, tenso. Pessoas se mudam para o exterior, pressentindo sabe-se lá o quê. E ainda tem quem insista em pôr mais lenha nessa fogueira…

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Num país em que tudo se partidarizou, os poderes, as religiões, a mídia, a polícia, fica difícil, com essas denúncias todas, formar opinião com plena convicção, quando praticamente todos os políticos de relevo estão delatados. Só hipócritas podem julgar honestidade seletivamente. E nós não somos hipócritas. Enquanto tudo isso não se esclarecer, ofereço o benefício da dúvida. Depois, não me aliarei ao jogo da hipocrisia. Não existe “meio honesto” ou “desonesto do bem” porque é bem nascido. Mas existem injustiçados. Aguardarei o epílogo dessa tragédia brasileira para formar minha opinião definitiva, fugindo das manipulações.

No admirável mundo da moda, a Nasa produz tecidos espaciais em 4-D!

Vejam só este tecido de metal molinho, que lembra as “malhas” dos cruzados medievais. Na verdade ele é produzido pela NASA, impresso em 3D em peça única, pode ser facilmente dobrado e flexionado, e faz o link da moda com a engenharia.

Os pesquisadores esperam que ele possa ser usado ​​como escudos desdobráveis, ​​como isolamento para proteger as naves espaciais de meteoritos e para fazer roupas espaciais. Esse tecido do espaço tem quatro funções essenciais: reflectividade, gestão do calor passivo, dobra e resistência à tração.

Um lado do tecido reflete a luz, enquanto o outro a absorve, atuando como um meio de controle térmico. Ele pode dobrar em muitas maneiras diferentes, se adaptar às formas e ao mesmo tempo ser capaz de suportar fortes puxadas.

Ao contrário das técnicas tradicionais, suas peças minúsculas são soldadas juntas, depositando-se o material em camadas. Isso reduz o custo e aumenta a capacidade de criar materiais exclusivos.

“Nós podemos imprimir a geometria e a função desses materiais, por isso nós de fato chamamos de ‘impressão em 4-D’ e não em 3-D”, disse Polit Casillas, da equipe JPL/NASA. “Se a fabricação do século 20 foi impulsionada pela produção em massa, então esta é a produção em massa de funções…”

A proposta não é só usar esse tecido no espaço, é a NASA ser capaz de fabricá-lo no próprio espaço.

Ana Botafogo introduz o balé ‘Giselle’ na dança da moda com festão no Rio Othon

Foi ontem. Há 10 anos a primeira bailarina do Teatro Municipal, Ana Botafogo, lançava moda com seu nome e esta colunista abria o espaço que ela bem merece, em foto e noticiário. Cortinas de veludo vermelho, aplausos de pé e gritos de “bravo!”, “bravo!”, como a diva está acostumada.

Obstinada, talentosa, organizada, Botafogo viu sua grife se consolidar, firmar-se no mercado com seu conceito diferenciado de moda trazendo, como referência, o universo da dança, e criada pela estilista Alessandra Folganes.

Na próxima terça-feira, dia 25, os 10 anos serão celebrados com big festa no rooftop do Rio Othon Palace, convidados only, quando a bailarina mais famosa do país também vai comemorar seus 40 anos de sapatilhas de ponta nos palcos brasileiros e internacionais.

Na programação, além dos bebes e comes, o lançamento de nova coleção toda inspirada no ballet Giselle, com desfile dos 20 looks  ao som do DJ Capelli. São  bodies, saias, calças e macacões “com recortes especiais, funcionais para aulas de dança e ginástica, mas podem também ser usados para noite e passeio”, ui! Tudo do que a gente precisa e gosta.

E não é por nada não, mas de elegância clássica a Aninha Botafogo entende…

Ana Botafogo posa com criações de sua coleção “Giselle” de moda, que vai lançar com festão celebrando 10 anos da grife e 40 anos de carreira no ballet, na terça-feira, no Rio Othon, guests only, rooftop

Fotos de Cris Gomes

 

 

Duas visitas inusitadas a cumprir neste fim de abril no Rio de Janeiro

Ana Maria Braga, em seu programa matinal, sempre interessante, brindou o público hoje com uma aula sobre objetos vintage. E lá estava ele, o velho mimeógrafo, que ela, com certa dificuldade, ensinou como operar, lembrando-se de seu tempo de protestos e militâncias estudantis em Diretório Acadêmico. Na sua linguagem accessível a todos, revelou que, naquele tempo, usava-se o mimeógrafo para imprimir papeis em que “a gente falava mal de todo mundo, de todos os políticos”…

A prensa do Gutenberg

Mas se Ana Maria precisar voltar ainda mais no tempo, terá agora oportunidade de levar ao seu programa a réplica da prensa de Johann Gutenberg, criada pelo inventor alemão no século 15. O equipamento chega ao Rio no próximo dia 28, para integrar o acervo do Centro Cultural da Bíblia – CCB. A chegada será saudada com cerimônia, das 15h às 18h, e palestra sobre a Bíblia da Reforma, abordando os 500 anos do movimento liderado por Lutero, que disseminou a Bíblia no mundo, e mudou a história da leitura, popularizando-a. Doação da Igreja Nova Vida, a prensa estará acessível para a pesquisa de todo o público visitante do CCB, Rua Buenos Aires, 135, Centro.

OUTRA VISITA…

Outra visita que poderá ser feita a partir deste fim de mês, entre os dias 27 de abril e 7 de maio, será ao Rainbow Warrior, navio usado pelo Greenpeace em defesa de causas várias. Grande oportunidade para conhecer o barco, o Greenpeace e seus ativistas.

 

Greenpeace’s Rainbow Warrior arrives in Cuba for the first time to host a conversation between Mexican scientists and farmers and their Cuban counterparts, responsible for researching and practicing large scale ecological farming on the island for over two decades.
Rainbow Warrior llega al puerto de la Habana junto con miembros de las comunidades mayas de Campeche y Yucatán.

O Rainbow Warrior III, em sua chegada a Cuba pela primeira vez, para sediar uma conversa de cientistas e agricultores mexicanos e seus correspondentes cubanos, responsáveis por pesquisar e praticar em grande escala a agricultura na ilha por mais de duas décadas. O Rainbow Warrior chega ao porto de Havana junto com membros das comunidades maias de Campeche e de Yucatan

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O Rainbow Warrior ficará atracado no Píer Mauá, ao lado do Museu do Amanhã. Você poderá entrar na ponte de comando, conhecer a tripulação no navio e saber mais sobre o trabalho dessa ONG nesses 25 anos no Brasil e sobre a campanha pela defesa dos corais da Amazônia, ameaçados pela exploração de petróleo.

Este é o barco “netinho” do Greenpeace, a terceira geração deles, mas muito mais bacana. Enquanto os dois primeiros eram pesqueiros adaptados, este foi o primeiro com design personalizado, construído do zero seguindo os mais altos padrões ambientais.

Serviço
O quê: Visita ao navio Rainbow Warrior, do Greenpeace
Quando: 29 e 30 de abril e 1, 4, 5 e 6 de maio, das 10h às 16h
Onde:Píer Mauá, próximo ao Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro
Quanto: Gratuita

 

 

Rihanna lacrando de Gucci no Coachella

No Sábado de Aleluia, Rihanna lacrou coberta de diamantes, em look da Gucci, desfilado na Milan Fashion Week em fevereiro passado, no festival de música Coachella. Vejam só:

Convívio acadêmico das artes, na casa da Gávea de Eliane Lustosa

Tradição, Heloísa Aleixo Lustosa, presidente da Academia Brasileira de Arte, recebeu os confrades para o jantar anual da instituição, na casa bonita de sua filha não menos, Eliane Lustosa, na Gávea.

Trata-se de uma daquelas ocasiões ardentemente aguardadas por todos, na certeza de que iremos encontrar o mais charmoso dos cenários, a mais inteligente das conversas, o mais delicioso dos jantares, o mais harmonioso dos convívios, as mais amáveis anfitriões, Heloísa e sua filha, Eliane, que na boa tradição da mineiridade recebem de maneira cordial e mansa, fazendo o tempo passar sem a gente se dar conta.

Desta vez, Minas, além dos rituais hospitaleiros, contribuiu com a presença festejada do jesuíta padre Aleixo, em visita à sua irmã, Heloísa.

À sobremesa, como de hábito, houve os discursos. Inicialmente, o do secretário-geral da Academia Brasileira de Arte, Victorino Chermont de Miranda, anunciando a agenda de próximos eventos. Em seguida, falou o acadêmico escritor Sylvio Lago, enaltecendo a gestão de Heloísa Lustosa. Por fim, Heloísa fez o balanço das atividades acadêmicas de 2016 e destes primeiros meses do ano, lamentou a partida de Sábato Magaldi, que nos deixou, saudou os novos empossados – sempre com a classe e a suavidade que são sua marca e fazem da confraternização da ABA um permanente prazer.

O artista plástico Luís Áquila e Evandro Carneiro

Heloisa Lustosa lê seu discurso com um balanço das atividades da Academia Brasileira de Arte, presidida por ela

Mr. Samba, Haroldo Costa, o maestro Tacuchian e a grande dama dos museus do Brasil, Heloisa Lustosa

O escritor Sylvio Lago lê sua saudação à presidente Heloisa Aleixo Lustosa

Eliane Aleixo, anfitriã do jantar, o colecionador e pesquisador Patrick Meyer e a sambista Mary Marinho Costa

O colecionador Paulo Barragat e esta Hildegard Angel, presidente do Instituto Zuzu Angel de Moda

Padre Aleixo e Francis Bogossian

O colecionador Evandro Carneiro, o escritor Alexei Bueno e a editora Flavia Portella

O casal Eliza e o escritor musicólogo Sylvio Lago e padre Aleixo, irmão de Heloísa Aleixo Lustosa

Dalal Achcar, Paulo Barragat e Victorino Chermont de Miranda

A leiloeira Soraia Cals, o museólogo Lauro Cavalcanti, a estilista Toia Lemman, a presidente da ABA, Heloisa Lustosa, o escritor e produtor musical Haroldo Costa e, no primeiro plano, o leiloeiro Evandro Carneiro e Mario Mendonça, o mais importante pintor sacro brasileiro

A primeira heroína do Brasil contemporâneo ingressa no Panteão da Pátria acompanhada de milhares de outras mulheres

Depois da votação favorável unânime da Câmara Federal e de o mesmo ter ocorrido no Senado, o presidente da República sancionou hoje, no Palácio do Planalto, o projeto da Deputada Federal Jandira Feghali, incluindo Zuzu Angel no Livro dos Heróis da Pátria, que, na ocasião, teve seu nome modificado para Livro dos Heróis e das Heroínas da Pátria, superando-se também uma questão de gênero.

Zuzu será a quinta mulher a ingressar no Panteão da Pátria, com o nome inscrito no livro de páginas de aço, bem como a primeira heroína da vida contemporânea do país, rompendo a visão, sempre predominante, de que a memória está reservada aos fatos do passado remoto, ignorando-se a história mais recente, referencial e exemplar.

No admirável mundo novo das células tronco, a ante sala do Pátio dos Milagres

Quando, há cinco anos, fiz a infiltração com células tronco, 2,5 milhões delas em cada um dos meus dois joelhos, causei grande curiosidade em todos os que me conhecem. E também em quem não me conhece.

Eu caminhava com dificuldade, sentar e levantar era um problema, subir qualquer degrau era escalar o Himalaia. Certo, eu havia sido diagnosticada com artrite reumatoide soronegativa, uma forma mais branda, que mesmo assim não me poupava das dores próprias da doença. Some-se a isso um grande desgaste nas cartilagens dos joelhos, cuja única alternativa (inicial) médica ortopédica seria trocá-los por próteses. Isso me horrorizou.

Até eu encontrar, em casa de José Paula Machado, o golfista dom Eudes de Orléans e Bragança. Ele comentou que estava se tratando com infiltração de células tronco no quadril e, graças a isso, voltava a praticar seu esporte. O tratamento era novíssimo, e ele afiançava os resultados. Fui atrás do médico. Chamava-se dr. Carlos Henrique Bittencourt, de quem logo me tornei amiga e passei a tratar por Carrique. Cientista, pesquisador dedicado, cirurgião de talento, convidado dos congressos em todo o admirável mundo novo das células tronco, super parceiro dos cientistas como ele e, além disso, casado com uma linda bailarina clássica, Carrique toca um violão ótimo e é daqueles que, quando chegam, fazem a festa começar.

Depois da infiltração das células tronco realizada por dr. Carrique, e de mais três outras sucessivas, espaçadas, passei a caminhar numa boa, sentar, levantar, subir e descer escadas. Virei gente. Claro que mantive a rotina da fisioterapia com levantamento de peso nas pernas (fundamental) e acertei no tratamento da artrite pelo dr. Roger Levy, outro craque.

Agora vem a novidade: meus joelhos acabam de ser abastecidos com mais 40 milhões de minhas células tronco, em cada um!

Essa fartura de células tronco se deve a uma nova técnica, em que o material (gordura) é coletado não mais da barriga, porém detrás da orelha, região bem mais generosa para a multiplicação de células, após a separação do sangue com uma centrifugação de 45 dias.

O material é retirado da nuca, corte minúsculo, na base dos cabelos, e depositado num recipiente, para a centrifugação

“Inteligentes”, as células tronco, quando são aplicadas numa região do corpo, migram para onde se fazem necessárias, onde há o que recompor naquele organismo. No caso de meus joelhos, quando elas são injetadas em seu interior, tratam logo de preencher as escassas cartilagem.

Através da Ressonância colorida, podemos conferir o sucesso do tratamento, com a renovação da cartilagem. Essas imagens amarelinhas são das cartilagens novas

Quando cheguei ao consultório do dr. Carrique, para fazer minha aplicação de células tronco, encontrei a sala de espera cheia. O príncipe dom Eudes, o jornalista Claudio Bojunga, uma juíza aposentada, entre outros que aguardavam a vez. Quando parti, o espaço continuava lotado, com uma troca de relatos impressionantes sobre o tratamento. Como se estivéssemos na ante sala do Pátio dos Milagres.

Depois da infiltração nos joelhos, feliz da vida, entre os médicos João Paulo Leite, capixaba radicado nos EUA, onde é celebrado como grande “cobra” no tratamento das células tronco, e Carlos Henrique Bittencourt

A enfermeira Tania dá bye-bye, até a próxima! É ela quem tira o sangue dos pacientes, que é misturado às células e processado no próprio consultório, durante meia hora