Partiu John Fairchild, legenda da moda internacional, mas pode me chamar de Condessa Louise

Morreu, aos 87 anos, depois de longa doença, mais uma legenda da moda internacional, John B. Fairchild. Foi ele quem transformou o Women’s Wear Daily, de um árido jornal comercial, numa força do setor produtivo internacional de moda.

John, que deixou viúva, Jill, três filhos homens e uma mulher, dirigiu os negócios editoriais da família por mais de 30 anos inclusive como  fundador da revista W e, anteriormente a isso, editor chefe do WWD, onde começou nos anos 1960, como repórter em Paris, enviado por seu pai, Louis W. Fairchild, que presidia a empresa.

Morreu  com o reconhecimento não só de ter revolucionado o WWD, mas a própria indústria da moda, tirando da sombra dos ateliers de costura importantes designers e os transformado em celebridades, fazendo justiça aos seus talentos. Entre os que ele ajudou a projetar, estão  Bill Blass, Oscar de la Renta e o jovem Yves Saint Laurent.

O Grupo Fairchild Publications tinha outros produtos, diários e semanais, da moda à eletrônica. Da moda, ele cobria todas as áreas especificamente. Acessórios, sapatos etc.

John Fairchild também escreveu sobre moda com o pseudônimo de Condessa Louise J. Esterhazy, na WWD e na última  página da W. Um personagem de fina ironia, que alfinetava dos fashion designers aos alpinistas sociais, com grande verve e deliciosa inteligência.

Entre seus achados, numa coluna de 1995, ele se referia a Hillary Clinton como “Madame penteado de bobbies”, a Barbara Bush como “Madame honradez”, e falava em “homens de meia idade sempre com jeans desbotados” e “crianças nos aviões que deveriam ser embarcadas como carga”.

Ele acintosamente incomodou os amigos insistindo certa vez que o falecido Oscar de la Renta acrescentou “de la” ao seu nome, um rumor que Oscar veementemente negava.

Mas também tinha muitos admiradores.

“É difícil neste momento, que é o mais democrático da história do jornalismo de moda, compreender o poder que John Fairchild emanava e o medo que ele inspirava” disse Anna Wintour da Vogue numa nota distribuída sexta-feira pelo WWD. “Os designers literalmente se curvavam em reverência à sua passagem. Contudo, eu me lembro dele como um delicioso e maleficamente engraçado companheiro de almoço, marido e pai devotado e um anglófilo totalmente engajado às coisas inglesas. Vou sentir sua falta”.

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Conheci John Fairchild na redação do  Women’s Wear Daily, em Nova York. Um breve encontro. No final dos anos 70, representei no Brasil o jornal WWD, diário, e também a W, que inicialmente foi um jornal com papel branco de qualidade, impressão off set, mas não em tamanho tabloide como o outro, e de circulação quinzenal. Era representante com cartão sépia impresso e tudo. Eu o achei simpático e cordial. Entre minhas atribuições como representante, esteve a responsabilidade de receber a editora de moda Etta Froyo, vinda de Nova York, e assessorá-la em sua pauta no Rio de Janeiro. Mais um ítem no currículo que passou em minha vida…

Kristin Thomas: “Mulheres com mais de 50 anos se tornam invisíveis para a sociedade”

Bandeiras são para serem levantadas. Lutas, para serem disputadas. Que graça tem a vida sem elas? A atriz Kristin Thomas, no entanto, pensa diferente. Ela disse hoje numa entrevista à TV  BBC que o preconceito de idade tem sido um desastre para as atrizes mais velhas em Hollywood e não há como lutar contra isso. Devido a isso, as atrizes ainda perdem os papeis para mulheres mais jovens, queixou-se Kristin, reclamando da falta de personagens para mulheres na faixa dos 50: “Não vou chateá-los com todas essas histórias de mulheres mais velhas que não conseguem trabalho no cinema, mas é verdade, é um desastre”.

Quando perguntaram porque seria “chato” comentar o assunto, ela respondeu: ”Porque  isso não vai mudar nunca”. E prosseguiu: ”Enquanto a média de vida não alcançar a faixa dos 150 anos ou por aí, acho que as mulheres de 50 ou mais não serão consideradas viáveis. É o que penso, é o que é. Lamento  muito”.

Há dois anos, Kristin queixou-se de que uma atriz de sua idade é invariavelmente escalada para coadjuvante, pois “há sempre uma jovem de 20 ou 30 para o papel principal e você é situada ao lado delas”. Prosseguiu: “Você fica se vendo envelhecer na tela, que nada esconde, tudo revela”. Por fim, revelou estar considerando a hipótese de uma cirurgia plástica, já que as mulheres de sua idade se tornam “invisíveis” para a sociedade.

No teatro, porém, a coisa não vai tão mal para Kristin, que em abril vai substituir Helen Mirren no papel de Rainha Elizabeth II, na peça The Audience, após encerrar temporada de Electra no Old Vic londrino.

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 Kristin Thomas: invisível para a sociedade, apesar de grande atriz

Vídeos inéditos do evento histórico que lançou o movimento Aliança Pelo Brasil, Em defesa da Soberania Nacional

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Eu não poderia deixar de brindar os cariocas e também todos os brasileiros, neste  450º Aniversário da Cidade do Rio de Janeiro, com um presente à altura da comemoração.

Dessa forma, estou postando aqui os vídeos inéditos de um acontecimento importante e pontual, reunindo várias entidades de forte expressão, com apoio da maioria das centrais sindicais, que há de ficar para a história das lutas soberanas do nosso país: o lançamento do Manifesto ALIANÇA PELO BRASIL – EM DEFESA DA SOBERANIA NACIONAL – acontecido esta semana no Clube de Engenharia.

O objetivo é defender a Petrobrás, a Engenharia Nacional, as empresas de construção e os cerca de meio milhão de empregos gerados por elas contra a voracidade estrangeira, que, com apoio de uma mídia oportunista, aproveita-se de um momento de fragilidade (ou até cria/acentua essa fragilidade) para tomar de assalto o nosso setor de óleo e gás e a própria atividade empresarial.

O presidente do clube, Francis Bogossian, abriu o evento pedindo atenção ao momento “gravíssimo” que atravessa a Nação e a seus possíveis desdobramentos futuros, prevendo o risco da paralisação dos investimentos da Petrobrás para o emprego de 500 mil trabalhadores do ramo de engenharia. Para ilustrar, recorreu à imagem: “Não se pode punir os filhos pelos erros dos pais”, e lembrou que a Petrobrás responde por 10% do PIB e 80% dos investimentos do PAC, envolvendo, sobretudo, obras de infraestrutura.

Finalizando seu introito, propôs: “Para salvar bancos, criou-se no Brasil o Proer. Por que não criar um programa para a engenharia nacional, obviamente sem deixar de punir corruptos e corruptores?”.

Em seguida, falou o engenheiro José Carlos de Assis, coordenador do Movimento,  expondo sua Justificativa, que aqui está, inicialmente em texto, prosseguindo através da fala do próprio engenheiro Assis, no vídeo abaixo.

Justificativa do movimento: Coordenador José Carlos de Assis

Defesa da Petrobrás e das políticas centrais para o petróleo, principalmente o Pré-Sal:

  1. Garantia do Tesouro, através do BNDES, de assegurar os recursos necessários para as necessidades de caixa de curto prazo e para sustentar os programas de investimento em curso da Petrobrás (mais de 10% da economia brasileira) tendo em vista o objetivo de evitar perdas na paralisação de obras e investimentos, preservando-se a estrutura do emprego em torno da cadeia do petróleo;
  2. Comprometimento explícito do Governo com o modelo de operadora única no regime de partilha do Pré-Sal e com a política de conteúdo nacional de equipamentos, sempre tendo em vista a geração e preservação do emprego no Brasil;
  3. Comprometimento do Governo com a defesa da Engenharia Nacional, evitando a ruptura da cadeia de pagamentos e recebimentos por simples suspeitas de irregularidades na operação Lava Jata, colocando como condição fundamental o pagamento das folhas salariais na cadeia do petróleo e do setor público;
  4. Comprometimento do Governo com as políticas de mobilização dos recursos do pré-sal para educação e saúde públicas;

 

Abaixo, a série de apresentações começa com a de Reynaldo Barros, presidente do Crea-RJ, sucedido pelos demais anunciados pelo presidente da mesa.

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O Ex-ministro Roberto Amaral foi enfático: na sua avaliação já houve um golpe de Estado no País, que estaria sendo dirigido atualmente por um Congresso conservador (o presidente da Câmara) ancorado pela mídia, em detrimento do que o povo decidiu nas últimas eleições.

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O físico Luiz Pinguelli Rosa, da Coppe/UFRJ, lembrou que a Petrobrás foi alvo da espionagem dos Estados Unidos.

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O presidente do Crea-RJ, Reynaldo Barros (na foto com Francis Bogossian) contabilizou em 30% do PIB a participação conjunta dos setores de óleo, gás e engenharia na economia nacional.

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José Carlos de Assis e Roberto Saturnino Braga – Foi uma tônica nos discursos dos participantes a punição dos envolvidos nos episódios de corrupção na Petrobrás.

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Na primeira fila do auditório do Clube de Engenharia, o combativo engenheiro Ricardo Maranhão

 Fotos de Marcelo Borgongino

 Manifesto ALIANÇA PELO BRASIL – EM DEFESA DA SOBERANIA NACIONAL

A Nação se defronta com um dos maiores desafios de sua história abalada que está por forças internas e externas que ameaçam os próprios alicerces de sua independência e de sua soberania. As investigações policiais em torno de ilícitos praticados contra a Petrobras por ex-funcionários corruptos e venais estão dando pretexto a ataques contra a própria empresa no sentido de transformá-la de vítima em culpada, assim como de fragilizá-la com o propósito evidente de torná-la uma presa fácil para a fragmentação e a desnacionalização.

A Petrobras é a espinha dorsal do desenvolvimento brasileiro. A cadeia produtiva e comercial do petróleo e do setor naval, por ela liderada, representa mais de 10% do produto interno bruto, constituindo a principal âncora da indústria de bens de capital. É uma criadora e difusora de tecnologia, de investimentos e de produtividade que beneficiam toda a economia brasileira. Foi graças aos esforços tecnológicos da Petrobras que se descobriram, em 2006, as reservas do pré-sal, e é ainda graças a sua tecnologia original de produção que o Brasil já retira do pré-sal, em tempo recorde, cerca de 700 mil barris diários de petróleo, que brevemente alcançarão mais de 2 milhões, assegurando autossuficiência e a exportação de excedentes.

Deve-se à Petrobras a existência de uma cadeia produtiva anterior e superior do petróleo e da indústria naval, induzindo o desenvolvimento tecnológico da empresa privada brasileira, gerando emprego e renda que, no caso de empresas nacionais, significa resultados que aqui mesmo são investidos, desdobrando-se em outros ciclos de produção e consumo na economia.

Tudo isso está em risco. E é para enfrentar esse risco que o movimento social e político que estamos organizando conclama uma mobilização nacional em favor da Petrobras, instando o Governo da República a colocar todos os instrumentos de poder do Estado em sua defesa, de forma a mantê-la íntegra, forte e apta a continuar desempenhando o seu papel de líder do desenvolvimento nacional e a enfrentar, por outro lado, o desafio do seu enfraquecimento planejado por forças desnacionalizantes e privatistas internas e externas.

Ao lado da defesa da Petrobras vemos o imperativo de proteger a Engenharia Nacional, neste momento também ameaçada de fragmentação e de liquidação frente ao risco de uma desigual concorrência externa. Repelimos com veemência eventuais atos de corrupção ocorridos na relação entre empresas de engenharia fornecedoras da Petrobras, e seremos os primeiros a apoiar punições para os culpados, mas somos contra a imputação de culpa sem provas, e a extensão de culpa pessoal a pessoas jurídicas que constituem, também elas, centro de geração de centenas de milhares de empregos, de criação de tecnologia nacional e de amplas cadeias produtivas, e de exportação de serviços com reflexos positivos na balança comercial.

Todos que acompanham negociações internacionais conhecem as pressões que recaem sobre o Brasil e outros países em desenvolvimento no sentido de abertura de seu mercado de construção pesada a empresas estrangeiras. Somos inteiramente contrários a isso, em defesa do emprego, da renda e do equilíbrio do balanço de pagamentos. Se há irregularidade na relação entre as empresas de construção e a autoridade pública que sejam sanadas e evitadas. Mas a defesa da Engenharia Brasileira implica a preservação da empresa brasileira à margem de qualquer pretexto.

Não é coincidência os ataques à Petrobras, ao modelo de partilha da produção que a coloca   como operadora única do pré-sal, à política de conteúdo local, à aplicação exclusivamente na educação e na saúde públicas dos recursos do pré-sal legalmente destinados a esses setores,   à Engenharia Brasileira como braço executivo de grande parte de seus investimentos, e também ao BNDES, seu principal financiador interno, que tentam fragilizar rompendo sua relação com linhas de financiamento do Tesouro: tudo isso faz parte não propriamente de ataques ao governo mas de uma mesma agenda de desestruturação e privatização do Estado em sua função de proteger a economia nacional.

É nesses tópicos mutuamente integrados que concentramos a proposta de mobilização nacional que estamos subscrevendo, e que está aberta à subscrição de outras entidades e de todos os brasileiros que se preocupam com o destino de nossa economia e de nosso país. Estamos conscientes de que o êxito dessa mobilização dependerá da participação do maior número possível de entidades da sociedade civil, de partidos políticos e das cidadãs e cidadãos individualmente. E é da reunião de todos que resultará a afirmação da Aliança pelo Brasil em defesa da Petrobras, do Estado social-desenvolvimentista e de um destino nacional de prosperidade.

Leia mais no Portal do Clube de Engenharia

Domingo dos 450 anos, teremos veleiros ao mar do Rio, a frota de Estácio de Sá e o famoso Cisne Branco!

Para celebrar os 450 anos do Rio, a Marinha do Brasil  faz no dia 1° de março um festão no mar! Constará de uma Parada Naval na orla da cidade, evento iniciando às 10h, com sete navios partindo das proximidades do Forte São João e indo até o Leblon.

Além disso a Marinha vai apoiar a Grand Regatta Rio 450, em parceria com a Academia Brasileira de Vela Educativa. A largada está prevista para a uma da tarde, nas proximidades da Escola Naval, seguindo até a Lage da Cagarra, de onde retorna ao ponto inicial, cumprindo cerca de 20 milhas náuticas em seu trajeto!

Tomara que faça bom tempo, pois será um lindo domingo, com o mar azulão servindo de fundo às velas brancas tremulantes de navios veleiros fabulosos, como o nosso mais famoso, o Cisne Branco, e outros, que reconstituirão a viagem da frota de Estácio de Sá!

Por fim, constando de ciclo de palestras, workshop e exames de habilitação abertos aos candidatos a Arrais e Mestre, haverá o III Encontro Nacional de Segurança do Velejador, com início às duas da tarde na Diretoria de Portos e Costas da Marinha. .
Segue abaixo a agenda

Programa de eventos náuticos para o dia 1° de março de 2015.

07h  – chegada do Cruzeiro Bertioga-Rio, de veleiros que reconstituirão a expedição marítima de Estácio de Sá (ABVC);
07h30 – salvas de tiros (Fortaleza de São João e  NV Cisne Branco);
07h45 – início da cerimônia de entrega da chave da Cidade (Prefeito do Rio);
08h15 –  início da apresentação da Banda Marcial do 1° Batalhão de Guardas (Exército);
09h00 – início da visitação à Fortaleza de São João;
09h15 – início dos Exames de Habilitação Náutica (Capitania dos Portos – RJ);
09h30 – largada da Grand RegattaRIO 450 de remo em canoas polinésias (BRAVA’A)
09h45 – início da apresentação da Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais (Marinha);
10h – Parada Naval RIO 450 (Comando de Operações Navais);
11h30 – Cerimônia de Premiação da Grand Regatta RIO 450 de remo em canoas polinésias;
13h00 – largada da Grand RegattaRIO 450 (ABraVela), de veleiros Classe Oceano;
14h00 – início do Ciclo de Palestras sobre Segurança da Navegação (Diretoria de Portos e Costas);
17h30 – Cerimônia de Premiação da Grand Regatta RIO 450 de veleiros Classe Oceano; e
18h – Show musical de encerramento.

Querem saber a agenda do prefeito do Rio de Janeiro no aniversário de 450 anos da cidade?

 Agenda oficial do prefeito Eduardo Paes – ANIVERSÁRIO DE 450 ANOS DA CIDADE

Domingo, 01 de Março

 

Prefeito abre as comemorações pelos 450 anos de fundação do Rio de Janeiro em alvorada festiva no local onde a cidade foi fundada, na Urca, e recebe veleiros que refizeram o caminho de Estácio de Sá em 1565

 

7h – O prefeito Eduardo Paes abre os festejos do aniversário da cidade em uma cerimônia cívico-militar na Fortaleza de São João, na Urca, onde a cidade foi fundada. Durante a solenidade, vinte veleiros, que partiram de Bertioga e refizeram o mesmo percurso feito por Estácio de Sá em 1565, chegarão ao Forte. Um ator caracterizado como Estácio de Sá, que estará ao lado de um militar descendente do capitão que foi o primeiro governador do Rio de janeiro, entregará uma chave simbólica da cidade ao prefeito.

ATENÇÃO: Não haverá estacionamento no local, somente espaço para embarque e desembarque.

 

Local: Fortaleza de São João – Avenida João Luís Alves – Urca.

 

Prefeito participa da missa solene no Santuário Arquidiocesano de São Sebastião, com a presença de relíquias ligadas à origem da cidade

8h30 – O prefeito Eduardo Paes participa de missa solene no Santuário Arquidiocesano de São Sebastião, a paróquia dos frades Capuchinhos, na Tijuca. A celebração será presidida pelo Cardeal Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, que abençoará três relíquias do Rio: a imagem de São Sebastião, padroeiro do Rio; os restos mortais de Estácio de Sá; a pedra fundamental da fundação.

Local: Paróquia dos frades Capuchinos – Rua Haddock Lobo, 266 – Tijuca.

 

Prefeito corta bolo de aniversário com 450 metros na Rua da Carioca

 

10h – O prefeito Eduardo Paes participa da tradicional festa de aniversário da cidade do Rio de Janeiro na Rua da Carioca. Este ano, o bolo servido aos participantes terá 450 metros (um metro para cada ano de fundação do Rio). Nos anos anteriores, o bolo media cerca de dez metros. A imagem peregrina de São Sebastião será levada ao local pelo Cardeal Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta. Também haverá apresentação de componentes da escola de samba Estácio de Sá.

ATENÇÃO: Este ano haverá local reservado para imprensa.

Local: Rua da Carioca, entre a Rua Ramalho Ortigão e Praça Tiradentes – Centro. Referência: Em frente ao Cine Íris.

Prefeito inaugura Palácio Rio 450, em Oswaldo Cruz

11h30 - O prefeito Eduardo Paes inaugura a terceira sede administrativa da Prefeitura do Rio, o Palácio Rio 450, em Oswaldo Cruz. O casarão é uma construção de 1920, que foi totalmente restaurada pela RioUrbe. O imóvel tem dois andares, com 182 metros quadrados no total. As duas sedes atuais da Prefeitura do Rio – o Centro Administrativo São Sebastião e o Palácio da Cidade – ficam na Cidade Nova e em Botafogo, respectivamente. A nova sede terá um gabinete de onde o prefeito da cidade poderá despachar.

Local: Rua Carolina Machado, 920 – Oswaldo Cruz.

Ao lado da presidenta Dilma e do governador Pezão, prefeito inaugura Túnel Rio 450

16h – Com a presença da presidenta Dilma Rousseff e do governador Luiz Fernando Pezão, o prefeito Eduardo Paes inaugura o túnel Rio 450, no Centro do Rio. Batizado em homenagem aos 450 anos da cidade, o túnel é o primeiro subterrâneo na cidade. Com três faixas em operação em sentido único, do Centro para o Viaduto do Gasômetro, o túnel de 1.480 metros de extensão vai integrar a Via Binário do Porto, primeira grande obra viária do Porto Maravilha entregue pela Prefeitura do Rio à cidade, em 2013. 

ATENÇÃO: Só terão acesso à solenidade os profissionais de imprensa credenciados pela assessoria de imprensa da Presidência da República. 

Não será permitido estacionar no canteiro de obras e, por medida de segurança, TODOS deverão usar calça comprida e sapatos fechados. 

Os profissionais de imprensa deverão chegar com 1 (uma) hora de antecedência.

Ponto de encontro: Esquina da Rua Silvino Montenegro com Via Binário do Porto, em frente ao AquaRio e próximo ao Moinho Fluminense.

Ao lado da presidenta Dilma, prefeito entrega a inédita Medalha 1º de Março a personalidades que fazem parte da história do Rio em Cerimônia Oficial de Comemoração dos 450 anos no Palácio da Cidade

18h – Ao lado da presidenta Dilma Rousseff e do governador Luiz Fernando Pezão, o prefeito Eduardo Paes entrega, pela primeira vez, a Medalha 1º de Março, condecoração feita para personalidades que prestaram bons serviços à cidade. Na ocasião, também serão anunciados os cariocas históricos que terão seus nomes inscritos no Livro de Heróis e Heroínas da Cidade do Rio. Durante a Cerimônia Oficial de Comemoração dos 450 anos do Rio de Janeiro, no Palácio da Cidade, serão apresentados a medalha comemorativa dos 450 anos, feita em parceria com a Casa da Moeda, e o Selo Comemorativo, produzido pelos Correios.

ATENÇÃO: Só terão acesso à solenidade os profissionais de imprensa credenciados pela assessoria de imprensa da Presidência da República

Os profissionais de imprensa deverão chegar com 1 (uma) hora de antecedência.

Local: Palácio da Cidade – Rua São Clemente, 360 – Botafogo

Nos 450 anos do Rio, Parque Guinle ganha praça revitalizada, como a cidade merece!

Toda sombreada por flamboyants e árvores centenárias, com um lago onde deslizam cisnes, gansos, patos, a praça do Parque Guinle, em Laranjeiras, é das mais belas e inspiradoras da cidade.
O Parque Guinle, vocês sabem, fica diante do Palácio das Laranjeiras, construção neoclássica de 1920, residência oficial do governador (que atualmente só o utiliza para recepções) e serve de hospedagem ao presidente da República (raramente). Ali está o conjunto histórico de prédios sobre pilotis de Lúcio Costa, usando paredes de cabogó. Enfim, é um recanto precioso do Rio de Janeiro.
Contando com a atenção vigilante de sua Associação de Moradores, que sempre recorre aos órgãos públicos quando necessário, a praça do parque se mantém bem cuidada, um brinco, como diriam nossas avós.
Hoje, neste 26 de feverê, a praça foi contemplada pelo programa Rio de Praças, da Prefeitura, que, através da Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos, entregou a revitalização do espaço infantil da pracinha, com novos brinquedos feitos de madeira de reflorestamento –  escorregadores, gangorras, balanços – bem como os antigos equipamentos de ferro, recuperados e pintados. Sem esquecer o piso de areia varridinha e a iluminação melhorada, com novos pontos de luz.
O secretário Marcus Belchior, de Conservação, compareceu à entrega, no Parque Eduardo Guinle (é o nome todo do Parque, sabiam?), e disse: “a praça é o quintal do carioca”.  Lembrou daquele nosso hábito, quando nos encontramos, de dizer “passa lá em casa”, mas que, de fato, “o novo encontro só ocorre mesmo nas praças públicas”, e por isso mesmo “as praças, locais aprazíveis, merecem um olhar diferenciado”. E concluiu, o secretário Belchior: “Não estamos medindo esforços para criar uma nova realidade em todas as praças do Rio”. Vejam que gracinha a praça do Parque Guinle, digna mesmo do Rio 450!
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 Crédito da foto: Daniel Coelho

“O alvo é quebrar a engenharia, um dos ramos do conhecimento que mais cria postos de trabalho em todas as áreas”

Hoje, na ABI, Associação Brasileira de Imprensa, haverá um ato em defesa da Petrobras, com o objetivo de resgatar a imagem da empresa, alvo de uma campanha de desmoralização prejudicial à nossa economia, com reflexos sobre o setor de óleo e gás, responsável por geração de empregos em todo o país.

A campanha já prejudicou a empresa e o próprio Brasil em escala muito maior do que os desvios que vem sendo investigados. O que já estamos observando nessa greve dos caminhoneiros, cujos efeitos desastrosos são noticiados.

“Defender a Petrobras é defender o Brasil” é o slogan do ato de hoje, que tem confirmadas as presenças dos escritores Eric Nepumoceno e Fernando Moraes, do cineasta Luiz Carlos Barreto, da filósofa Marilena Chauí e do economista Luiz Gonzaga Belluzzo, além de lideranças sindicais, estudantis e dos movimentos sociais.

 

Transcrevo aqui abaixo o obrigatório artigo do professor da Uerj, Weber Figueiredo da Silva, postado no blog Conversa Afiada

Prezado colega Joaquim Barbosa.

(via Lista de discussão UERJXXI)

Você cobrou a exoneração do Ministro da Justiça por ter recebido advogados das construtoras, alegando no seu Twitter: “Reflita: vc. defende alguém num processo judicial. Ao invés de usar argumentos/métodos jurídicos perante o juiz, vc. vai recorrer à Política?

Permita-me ponderar, caro colega da UERJ, a Política com P maiúsculo, conforme você bem escreveu, é a mais nobre das atividades humanas, pois é a partir dela que se constrói uma sociedade rumo ao eldorado ou rumo ao abismo.

É conveniente deixar claro que todos nós queremos a punição de corruptos, o fim da corrupção e a repatriação dos bilhões evadidos. No entanto, esse problema da Petrobras & construtoras está indo muito além disso. Já extrapolou as decisões (aplaudidas) de um único juiz e passou a ser uma questão de Estado.

Explico: (1) Países ricos são aqueles que têm autonomia tecnológica, isto é, dominam o conhecimento que transforma a natureza em riqueza, desde os projetos de engenharia até o produto final. (2) Dentre as grandes empresas sediadas no Brasil, praticamente apenas a Petrobras & construtoras têm autonomia tecnológica. As outras grandes empresas, por serem mundiais, produzem bens aqui mas não desenvolvem a tecnologia no Brasil. (3) Quem domina a tecnologia tem o poder das decisões econômicas e a primazia dos melhores lucros.

A Petrobras é responsável por cerca de 10% dos investimentos realizados no País, cujo efeito multiplicador no crescimento da economia é exponencial. São razões de estado, portanto, que deveriam levar o governo a interceder politicamente no show de horrores que está provocando paralisação de setores produtivos da economia, desemprego e redução do PIB.

O que a Petrobras e construtoras têm de perene são as suas máquinas, equipamentos, outros bens materiais, o petróleo, trabalhadores e tecnologia, sinônimo de conhecimento, que nada têm a ver com os desvios de dinheiro provocados por meia dúzia de dirigentes ironicamente colocados em liberdade “premiada”.

Digo, por experiência própria vivenciada no poder executivo estadual, que a corrupção pode ser totalmente debelada sem prejudicar as (únicas) grandes empresas nacionais que desenvolvem tecnologia de forma autônoma.

Infelizmente, ao contrário do que se esperava, a forma seletiva de divulgação de passos inconclusos e não julgados do processo ‘lava-jato” está acarretando mais malefícios do que benefícios, até porque as tais delações (absurdamente) premiadas saíram dos bafos de bandidos confessos.

Mas isso agora é o de menos. O pior é ver os negocistas e golpistas de plantão se aproveitando de todo esse caldeirão de manchetes cientificamente encomendadas para enlamear, não os corruptos, mas a empresa Petrobras e as construtoras visando à enfraquecê-las para desnacionalizá-las.

Reflita, caro Joaquim, (i) com tantas instituições há décadas sugando bilhões de dólares da nossa economia sem qualquer reação do judiciário, ministérios públicos e imprensa; (ii) com um processo criminoso de privatizações que aniquilou empresas e inteligências brasileiras sem que houvesse um só pio desses órgãos; (iii) e o que vemos agora é a exploração malévola para destruir o que de melhor nos resta na engenharia brasileira.

Se o problema fosse realmente punir corruptos, eles não estariam em liberdade premiada. O alvo é realmente quebrar as últimas grandes empresas nacionais de engenharia; e logo a engenharia, um dos ramos do conhecimento que mais cria postos de trabalho em todas as áreas.

Isso é muito triste para um país que já tem mais de 70% do seu PIB controlado por não residentes. Será que você e o voluntarioso juiz Moro conseguem enxergar que existe algo que vai muito além dos “argumentos/métodos jurídicos” a que você se refere?

Nenhum “argumento/método jurídico” pode estar acima dos interesses da sociedade, nem pode ser usado para, por consequência, desgraçar a vida de milhares de famílias inocentes que dependem do funcionamento pleno das empresas nacionais que geram conhecimento e riquezas. 

Lecionei durante 36 anos na Faculdade de Engenharia da universidade a qual você pertence, a UERJ. Sabemos o quanto é árduo a formação de engenheiros desenvolvedores de tecnologia. E o que temos visto em todo esse episódio do “petrolão” é a lubrificação dos dutos que podem, mesmo que não houvesse intenção, levar o nosso petróleo gratuitamente para alhures e destruir o que nos resta de tecnologia própria nas empresas de energia e construção civil-mecânica.

Acredite, caro Joaquim, os abutres já estão a grasnar: “entreguem tudo às empresas estrangeiras”; e, se elas tomarem conta do pedaço que nos resta, adeus à soberania e à tecnologia nacional. E isso, acredito, nem você nem o juiz Moro querem. Certo?

Seria muito bom que juristas de escol colocassem os seus saberes para impedir a alienação de riquezas e patrimônios nacionais.  Que achas da ideia? Se você puder convide o juiz Moro e apareçam em dois atos em defesa da Petrobras e Soberania Nacional: dia 24/02, terça-feira (hoje), às 18h, na Associação Brasileira de Imprensa, e no dia seguinte, 25/02, quarta-feira (amanhã), às 17h, no Clube de Engenharia..

O que está em jogo são os destinos soberanos do Brasil. Quebrem-se os políticos e dirigentes corruptos, mas não a grande estatal e a engenharia nacional.

Cordialmente.

Weber Figueiredo da Silva, D.Sc.

Professor na Engenharia do CEFET-RJ

(NR: Os negritos são da jornalista)

O Oscar mais engajado de sua história… as redes sociais explicam.

Foi o Oscar mais engajado. Não nos discursos, mas nas premiações. Uma questão de sobrevivência e de sensibilidade dos promotores do evento, que entenderam que, neste novo tempo das redes sociais, as relações do Poder com a Sociedade se transformaram. Não são mais as mesmas. Não há como impor conceitos e versões à revelia dos fatos. A vox populi se impõe. Os grandes grupos de Poder têm que fazer concessões, a seu modo. E premiar até Snowden. Mesmo que este sapo seja de difícil digestão. Sobreviver é saber se renovar. O que aqui no Brasil os grandes ainda não entenderam. A voz da maioria cada vez mais se faz ouvir através da rede.
E o momento Lady Gaga cantando, com voz extraordinária, operística, num tributo aos 50 anos do filme The Sound of Music (Noviça Rebelde), a maior bilheteria da história do cinema, foi do que mais gostei.
Que grande artista é Gaga. E linda! A plateia inteira se levantou para aplaudi-la.
A primeira fila entusiasmada, Merryl Streep, Jennifer Lopez… e todas as divas se curvaram e ficaram pequenas perto da majestosa Lady Gaga, porque dominar um palco como aquele e uma audiência especial como a ali reunida só mesmo um gigante da cena.
Em seguida, entrou o mito Julie Andrews, que viveu o personagem no filme e não mais canta, por ter perdido a potência da voz… Mas quem foi rainha nunca perde a majestade!

gaga 3Lady Gaga e Julie Andrews … duas rainhas

 

 

Gaby Amarantos lança, designer japonês patenteia e a moda LED vai virar coqueluche mundial

As previsões são de que vai bombar a saia criada pelo designer japonês Kiyoyuki Amano. É a “Saia Hikaru”, que quer dizer “Saia Brilhante”, que chamou a atenção dos fashionistas numa página de moda do Tumbir, que a apresentou como “uma saia como jamais se viu antes”. Equipada com minúsculas lâmpadas de LED no seu interior, a saia permite que as pernocas de quem a veste sejam iluminadas no vai-e-vem do caminhar e, sobretudo, no sobe-desce das escadas. Iluminando tudinho, naturalmente…

No Brasil, essa bossa não é novidade, pelo menos nos palcos, onde a pioneira no estilo de roupas LED foi a cantora paraense Gaby Amarantos, a primeira a desafiar o convencional e se vestir de LED, a partir de um desafio lançado por ela ao estilista Guilherme Rodrigues (“quero uma roupa que apague e acenda”), fazendo os fashionistas conservadores torcerem os narizes de especialistas.

Tenho certeza de que, agora que a Saia Hikaru vai virar tendência, os nossos experts vão passar a achar os looks da Gaby absolutamente o mááááximo. O problema de alguns dos nossos analistas de moda é que eles não sabem olhar na frente, não sabem perceber o pioneirismo, estão ancorados no que já é consagrado. Não são todos que têm o dom de ver além.

A saia japonesa tem, além das lâmpadas, um giroscópio em miniatura no forro, que faz as luzes mudarem de cor a cada movimento, transformando o caminhar da mulher em verdadeiro espetáculo muticolorido, atraindo todas as atenções. Lembram daqueles tênis com luzinhas nos saltos das crianças? Pois é…

saia ledA “Saia Brilhante” que será lançada no Japão

Como elas acabaram de ser criadas, as saias ainda não foram divulgadas e não têm preço conhecido. Assim que as Saias Hikaru estiverem disponíveis para venda, as garotas japonesas vão encher as ruas, as baladas, as festas, com suas saias de luzinhas coloridas –  em Tóquio, em primeiro lugar, e as meninas do resto do mundo em seguida.

Eu se fosse as garotas do Brasil nem esperava, pois, como foi a nossa Gaby mentora e papisa desse estilo, com suas roupas criadas por Guilherme Rodrigues, as brasileiras têm o maior moral para, desde já, iluminarem com LED suas pernas saradas e bronzeadas…

Leiam abaixo numa entrevista na Revista de Sábado da Globo TV a origem  das roupas de LED, ideia by Gaby, que um japonês agora patenteou e vai lançar no mundo…

Estilista conta como Gaby Amarantos lançou a moda LED

gaby ledGaby lançou, o japonês patenteou…

 

E por fim, as imagens da belíssima cenografia em branco e preto do Magic Ball

E por fim, as imagens da belíssima cenografia em branco e preto dos salões do Copacabana Palace, do Melindrosas Magic Ball, concebida pelo artista Zéka Marquez, abrangendo desde as projeções de imagens na fachada do hotel, à varanda,  com imensos galgos negros galopando nas paredes, ao Salão Nobre, onde éramos saudados por um rosto em 3D, que se movia como se quisesse nos dizer “Divertam-se! Sambem! Dancem! Esta noite será só alegria!”. O Salão de Leitura, com o buffet descomunal, palaciano. E por fim o apoteótico Golden Room, onde Eliana Pittman, a maior sambista dos carnavais de luxo de salão, encantou os foliões com seu samba “Kiki”.

Deleitem-se, pois…. através das fotos de Verônica Pontes e Marcelo Borgongino, o casal Paparazzi, que com elegância, olhar atento e grande espírito jornalístico cobriu cada detalhe desta festa magnífica…

melindrosas ball 6