Quando O Globo, o Pravda e o Estadão têm a mesma opinião!

Depois de Luiz Fernando Veríssimo, em sua irretocável crônica de ontem nos jornais O Globo e Estadão, hoje foi a vez de o principal jornal russo, o Pravda, na página em português de seu site, se posicionar a respeito do trabalho da Comissão da Verdade do Brasil, classificando-o de “um passo à frente”. Aqui está o link para vocês:

O Pravda: justiça à memória das vítimas de crimes hediondos da ditadura brasileira

Ah, não leram o que escreveu o Veríssimo? Leiam aqui a transcrição:
(Estadão, O Globo)

Os dois lados

Luiz Fernando Veríssimo

É desonesto não aceitar a diferença entre a violência clandestina de contestação a um regime ilegítimo e a violência que arrasta toda a nação para os porões da tortura

Na reação ao relatório da Comissão da Verdade sobre as vítimas da ditadura, afirma-se que, para ser justo, ele deveria ter incluído o outro lado, o das vítimas da ação armada contra a ditadura. Invoca-se uma simetria que não existe. Nenhum dos mortos de um lado está em sepultura ignorada como tantos mortos do outro lado. Os meios de repressão de um lado eram tão mais fortes do que os meios de resistência do outro que o resultado só poderia ser uma chacina como a que houve no Araguaia, uma estranha batalha que — ao contrário da batalha de Itararé — houve, mas não deixou vestígio ou registro, nem prisioneiros. A contabilidade tétrica que se quer fazer agora — meus mortos contra os teus mortos — é um insulto a todas as vítimas daquele triste período, de ambos os lados.

Mas a principal diferença entre um lado e outro é que os crimes de um lado, justificados ou não, foram de uma sublevação contra o regime, e os crimes do outro lado foram do regime. Foram crimes do Estado brasileiro. Agentes públicos, pagos por mim e por você, torturaram e mataram dentro de prédios públicos pagos por nós. E, enquanto a aberração que levou a tortura e outros excessos da repressão não for reconhecida, tudo o que aconteceu nos porões da ditadura continua a ter a nossa cumplicidade tácita. Não aceitar a diferença entre a violência clandestina de contestação a um regime ilegítimo e a violência que arrasta toda a nação para os porões da tortura é desonesto.

O senador John McCain é um republicano “moderado”, o que, hoje, significa dizer que ainda não sucumbiu à direita maluca do seu partido. Foi o único republicano do Congresso americano a defender a publicação do relatório sobre a tortura praticada pela CIA, que saiu quase ao mesmo tempo do relatório da nossa Comissão da Verdade. McCain, que foi prisioneiro torturado no Vietnã, disse simplesmente que uma nação precisa saber o que é feito em seu nome. O relatório da Comissão da Verdade, como o relatório sobre os métodos até então secretos da CIA, é um informe à nação sobre o que foi feito em seu nome. Há quem aplauda o que foi feito. Há até quem quer que volte a ser feito. São pessoas que não se comovem com os mortos, nem de um lado nem do outro. Paciência.

Enquanto perdurar o silêncio dos militares, perdura a aberração. E você eu não sei, mas eu não quero mais ser cúmplice.

(Nota da Hilde: Não sei se estou cometendo alguma transgressão grave por reproduzir neste espaço o texto, já publicado, do cronista, mas como este blog não tem fins comerciais, acho que ele vai entender que o faço por pura e simples admiração)

Happy hour ‘cool trepidante’… era noitinha e elas usavam óculos escuros…

O empresário Gustavo Gonçalves, da Ótica Arnaldo Gonçalves de Ipanema, antecipou –  porque a data real é 24 de dezembro – e recebeu na segunda-feira para Happy Hour de aniversário em seu belo apartamento da Lagoa, num clima de descontração, papos engraçados, piadas e grupinho retrô no fumódromo na varanda, com comentários críticos de como andam as coisas na atualidade, bem no clima das festas dos anos 70, quando os times eram diversificados, mas interagiam muito bem, e quem frequentou as rodas ‘cool-trepidantes’ lembra.
O apartamento de Gustavo tem identidade, mistura estilos, reúne um belo acervo de quadros, mas nada supera a vista extraordinária da Lagoa Rodrigo de Freitas, emoldurada por uma parede de vidro que domina o salão, dando para a varanda.
Happy regado a vinhos franceses, branco e tinto, e recheado com salgadinhos, pratinhos volantes e uma mesa de doces para os formiguinhas magrinhas do high.
IMG_4537 Ana Maria Castelo Branco e o aniversariante Gustavo Goncalves
Ana Maria Castelo Branco, de óculos, e o aniversariante Gustavo Gonçalves, dono da ótica das coroadas do Rio
IMG_4593 Vera Bocayuva e Edgar Moura Brasil
 Vera Bocayuva e Edgar Moura Brasil
IMG_4712 Kiki Garavaglia, Paulo Muller e Lenir Lampreia

Kiki Garavaglia, Paulo Muller e Lenir Lampreia

IMG_4643 Paulo Reis, Bia Vasconcellos e Chico Gouvea.Paulo Reis, Bia Vasconcellos e Chicô Gouvêa com lapiseira no bolso

IMG_4754 Daniela Seade, Marcia e Ana DuviverDaniela Seade, Marcia e Ana Duvivier

IMG_4612 Anna Burle Marx e Geraldo LamegoAnna Burle Marx e Geraldo Lamego

IMG_4578 Graca de Oliveira Santos, Gustavo Goncalves e Jane Rose KlarnetGraça de Oliveira Santos, Gustavo Gonçalves e Jane Rose Klarnet

IMG_4682 Os Celidonio, Jose Hugo, Carolina,Mario Sergio, Maria Alice e Geraldo.A feliz família Celidônio: José Hugo, Carolina, Mario Sérgio, Maria Alice e Geraldo

IMG_4784 Ticiana Berardo, Alice Maria da Silveira e Norma BerardoTiciana Berardo, Alicinha Silveira e Norma Berardo

IMG_4771 Bia Vasconcellos, Nelita Leclery e Tania CaldasTrinca de óculos escuros à noitinha: Bia Vasconcellos, Nelita Leclery e Tania Caldas

Fotos de Geraldo Valladares

As 12 Estações da Paixão da Mulher Brasileira, aquela que não merece ser estuprada, feia ou bonita

O deputado Jair Bolsonaro diz que não estupra a deputada Maria do Rosário porque ela não merece. Ainda explica: não merece porque é feia.

O deputado militar da reserva não aprecia a deputada, a qual, além de defender a linda causa das mulheres oprimidas, patrocina, através de seu mandato, os direitos humanos em geral.

A Comissão Nacional da Verdade, depois de anos de um trabalho sério, exaustivo, minucioso, imparcial, conduzido pelo jurista Pedro Dallari, cumpriu sua missão – como bem declarou o comandante da Marinha, almirante Julio Moura Neto – e publicou longo Relatório, deixando um legado fundamental para a História do Brasil.

Ato contínuo à divulgação do Relatório, um grupo de já notórios militares reformados, que costuma celebrar os aniversários do Golpe, fez publicar um anúncio pago em página fúnebre de jornal carioca, e alguns colunistas e editorialistas correram céleres a sofregamente comparar “dois lados”. Como se fosse possível tal similaridade, baseando-se em suposta lista de mortos “do lado de lá”, elaborada não se sabe com que elementos, na tentativa de se conferir a esta lista a mesma credibilidade dada ao árduo trabalho de mais de três anos da Comissão Nacional da Verdade, constituída pelo Governo do Brasil!

Compreende-se o desconforto de tais senhores, que encomendaram o espaço publicitário, ao verem seus nomes ou os de seus pares indelevelmente comprometidos com o massacre covarde e unilateral realizado durante a ditadura, quando quem detinha o Poder e a Força eram apenas eles. O que alguns colunistas, comentaristas, editorialistas e palpiteiros em geral, escandalosamente, ainda ignoram.

Já que nesta segunda década do terceiro milênio, em nosso país, persiste o descaso pelas mulheres, somando-se à total ignorância, por formadores de opinião de alto porte, dos fatos históricos ocorridos em unidades militares protagonizados por agentes de Estado (e não faz tanto tempo), oportuno é repetir hoje, domingo 14 de dezembro de 2014, minha reportagem de 29 de março de 2010, Sexta-Feira da Paixão, publicada no Jornal do Brasil. Vamos a ela.

O título:

UMA VIA CRÚCIS BRASILEIRA

“Hoje não é dia de rir nem de brincar. É Sexta-Feira da Paixão, dia de jejuar, lembrar a paixão do Cristo crucificado, os suplícios sofridos em nome de salvar a Humanidade de seus próprios horrores.

São as estações da Via Crúcis, que nós nos acostumamos a ver representadas nas paredes das igrejas. Hoje, dia de chorar e carpir dores, percorreremos juntos as 12 estações de uma Via Crúcis diferente, brasileira, sofrida por mulheres notáveis, que vocês vão agora descobrir.

Não eram nem assaltantes nem traficantes nem criminosas. Brasileiras patriotas, jovens idealistas, estudantes na maioria, atuando para reconduzir nosso país ao atual estado democrático, para que pudéssemos exercer a liberdade do pensamento, do ir e do vir, do discutir, do divergir; pudéssemos voltar a ser cidadãos, a pensar como indivíduos e não como um rebanho perfilado e obediente, um Brasil de catatônicos, sob a ditadura militar.

Outras mulheres como essas, bravas, corajosas. únicas, enchem as páginas do livro Luta, substantivo feminino – mulheres torturadas, desaparecidas e mortas na resistência à ditadura, lançado pelos ministros Paulo Vannuchi e Nilcéia Freire. Todos são casos comprovados pela Comissão dos Mortos e Desaparecidos, e  nos dão vergonha, nos tiram qualquer possibilidade de inocência, revelam o quanto sórdido pode ser o homem quando detém poder absoluto sobre o seu semelhante. Um circo de anormais pago com o dinheiro do contribuinte.

Creiam, dói tanto em mim escrever sobre isso quanto será dolorosa, para vocês, a leitura. É a penitência que a colunista lhes propõe nesta Sexta Santa, na esperança de que cada vez mais brasileiros apoiem a Comissão Nacional da Verdade, cujos trabalhos estão prestes a ser iniciados, para que tais horrores, sob ordem e patrocínio daqueles governos vigentes, não caiam no esquecimento, jamais se repitam…”

A PRIMEIRA ESTAÇÃO

A paixão segundo Rose…

“Sobe depressa, “Miss Brasil”, dizia o torturados enquanto me empurrava e beliscava minhas nádegas escada acima no Dops. Eu sangrava e não tinha absorvente. Eram os ’40 dias’ do parto. Na sala do delegado Fleury, num papelão, uma caveira desenhada e, embaixo, as letras EM, de Esquadrão da Morte. Todos deram risada quando entrei. ‘Olha aí a Miss Brasil. Pariu noutro dia e já está magra, mas tem um quadril de vaca’, disse ele. Um outro: ‘Só pode ser uma vaca terrorista’. Mostrou uma página de jornal com a matéria sobre o prêmio da vaca leiteira Miss Brasil numa exposição de gado. Riram mais ainda quando ele veio para cima de mim e abriu meu vestido. Segurei os seios, o leite escorreu. Eu sabia que estava com um cheiro de suor, de sangue, de leite azedo. Ele (delegado Fleury) ria, zombava do cheiro horrível e mexia com seu sexo por cima da calça com um olhar de louco. O torturador zombava: ‘Esse leitinho o nenê não vai ter mais’.

Rose Nogueira, que conheci quando eu apresentava, na Globo, um quadro no TV Mulher, dirigido por ela, é jornalista e foi presa, em 1969, em São Paulo.

SEGUNDA ESTAÇÃO

A paixão segundo Gilze…

“Eu estava arrebentada, o torturador me tirou do pau de arara. Não me aguentava em pé, caí no chão. Nesse momento, fui estuprada”.

Gilze Cosenza, assistente social aposentada de Belo Horizonte. Foi presa em 1969. Sua filha tinha quatro meses.

TERCEIRA ESTAÇÃO

A paixão segundo Izabel…

“Eu, meu companheiro e os pais dele fomos torturados a noite toda ali, um na frente do outro. Era muito choque elétrico. Fomos literalmente saqueados. Levaram tudo o que tínhamos: as economias do meu sogro, a roupa de cama e até o meu enxoval. No dia seguinte, eu e meu companheiro fomos torturados pelo capitão Júlio Cerdã Mendes e pelo tenente Mário Expedito Ostrovski. Foi pau de arara, choque elétricos, jogo de empurrar e ameaça de estupro. Eu estava grávida de dois meses e eles estavam sabendo. No quinto dia, depois de muito choque, eu abortei. Quando melhorei, eles voltaram a me torturar”…

A professora Izabel Fávero foi presa em 1970, em Nova Aurora, no Paraná. Hoje ela é docente universitária, lecionando administração, no Recife. 

QUARTA ESTAÇÃO

A paixão segundo Hecilda…

“Quando fui presa, minha barriga de cinco meses de gravidez já estava bem visível. Fui levada à delegacia da Polícia Federal, onde, diante da minha recusa em dar informações a respeito de meu marido, Paulo Fontelles, apanhei e comecei a ouvir, sob socos e pontapés: ‘Filho dessa raça não devia nascer’. (…) me colocaram na cadeira do dragão, bateram em meu rosto, pescoço, pernas, e fui submetida à ‘tortura científica’. Da cadeira em que sentávamos saíam uns fios, que subiam pelas pernas e eram amarrados nos seios. As sensações que aquilo provocava eram indescritíveis: calor, frio, asfixia. Eu não conseguia ficar em pé nem sentada. As baratas começara, a me roer. Aí me levaram ao hospital da guarnição em Brasília, onde fiquei até o nascimento do Paulo. Nesse dia, para apressar as coisas, o médico, irritadíssimo, induziu o parto e fez o corte sem anestesia”.

Hecilda Fontelles Veiga, estudante de Ciências Sociais, presa no quinto mês de gravidez, em 1972, em Brasília. Hoje vive em Belém, onde é professora da Universidade Federal do Pará.

QUINTA ESTAÇÃO

A paixão segundo Marise…

“Eu era jogada nua e encapuzada, como se fosse uma peteca, de mão em mão. Com os tapas e choques elétricos, perdi dentes e todas as minhas obturações”.

A socióloga Marise Egger-Moelkwald ainda amamentava seu filho quando foi presa em 1975. Marise mora em São Paulo.

SEXTA ESTAÇÃO

A paixão segundo Yara…

“Era muita gente em volta de mim. Um deles me deu pontapés e disse: ‘Você, com essa cara de filha de Maria, é uma filha da puta’. E me dava chutes. Depois, me levaram para a sala da tortura. Aí, começaram a me dar choques direto da tomada no tornozelo. Eram choques seguidos no mesmo lugar”.

Yara Spadini, assistente social, foi presa em 1971, em São Paulo, onde é professora aposentada da PUC.

SÉTIMA ESTAÇÃO

A paixão segundo Inês Etienne…

Fui conduzida para uma casa em Petrópolis. O dr. Roberto, um dos mais brutais torturadores, arrastou-me pelo chão, segurando-me pelos cabelos. Depois, tentou me estrangular e só me largou quando perdi os sentidos. Esbofetearam-me e deram-me pancadas na cabeça. Fui espancada várias vezes e levava choques elétricos na cabeça, nos pés, nas mãos e nos seios. O ‘Márcio’ invadia minha cela para ‘examinar’ meu ânus e verificar se o ‘Camarão’ havia praticado sodomia comigo. Esse mesmo ‘Márcio’ obrigou-me a segurar seu seu pênis, enquanto se contorcia obscenamente. Durante esse período fui estuprada duas vezes pelo ‘Camarão’ e era obrigada a limpar a cozinha completamente nua, ouvindo gracejos e obscenidades os mais grosseiros”.

Inês Etienne Romeu – bancária, presa em São Paulo, em 1971. Hoje, vive em Belo Horizonte.

OITAVA ESTAÇÃO

A paixão segundo Ignez Maria…

“Fui levada para o Dops, onde me submeteram a torturas como cadeira do dragão e pau de arara. Davam choques em várias partes do corpo, inclusive nos genitais. De violência sexual, só não houve cópula, mas metiam os dedos na minha vagina, enfiavam cassetete no ânus. Isso, além das obscenidades que falavam. Havia muita humilhação. Eu fui muito torturada, justamente com o Gustavo (Buarque Schiller), porque descobriram que era meu companheiro”.

Ignez Maria Raminger estudava medicina veterinária, quando foi presa em 1970, em Porto Alegre, onde trabalha atualmente como técnica da Secretaria da Saúde. 

NONA ESTAÇÃO

A paixão segundo Dulce…

“Eu passei muito mal, comecei a vomitar, gritar. O torturador perguntou: “Como está?”. E o médico: “Tá mais ou menos, mas aguenta”. E eles desceram comigo de novo”,

Dulce Chaves Pandolfi, professora da FGV-Rio. Da ALV, foi presa em 1970 e serviu de “cobaia” para aulas de tortura. 

DÉCIMA ESTAÇÃO

A paixão segundo Maria Amélia…

“Fomos levados diretamente para a Oban. Eu vi que quem comandava a operação do alto da escada era o coronel Ustra. Subi dois degraus e disse: ‘Isso que vocês estão fazendo é um absurdo’. Ele disse: ‘Foda-se sua terrorista’, e bateu no meu rosto. Eu rolei no pátio. Aí, fui agarrada e arrastada para dentro. Me amarraram na cadeira do dragão, nua, e me deram choque no ânus, na vagina, no umbigo, no seio, na boca, no ouvido. Fiquei nessa cadeira, nua, e os caras se esfregavam em mim, se masturbavam em cima de mim. Mas com certeza a  pior tortura foi ver meus filhos entrando na sala enquanto eu estava na cadeira do dragão. Eu estava nua, toda urinada por conta dos choques”.

Maria Amélia de Almeida Teles, diretora da União de Mulheres de São Paulo, era professora de educação artística quando foi presa em São Paulo, em 1972.

DÉCIMA-PRIMEIRA ESTAÇÃO

A paixão segundo Áurea…

“Uma vez eu vi um deles na rua, estava de óculos escuros e olhava o mundo por cima. Eu estava com minha filha e tremi”.

A enfermeira Áurea Moretti, torturada em 1969, considera a anistia inócua, porque ela cumpriu pena de mais de quatro anos de cadeia, mas seus torturadores sequer foram processados pelos crimes que cometeram.

DÉCIMA-SEGUNDA ESTAÇÃO

A paixão segundo Diléa…

“Dois homens entraram em casa e me sequestram, juntamente com meu marido, o jornalista Paulo Markun. No DOI-Codi de São Paulo, levei choques nas mãos, nos pés e nas orelhas, alguns tapas e socos. Num determinado momento, eles extrapolaram e, rindo, puseram fogo nos meus cabelos, que passavam da cintura”…

dilea frate

Dileá Frate por mais de 20 anos dirigiu o programa de Jô Soares, em São Paulo. Hoje, vive no Rio, onde é jornalista e escritora, com vários livros publicados. Foi presa em 1975, em São Paulo, quando estudava jornalismo.

Reportagem publicada em 29 de Março de 2010

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ACORDO DE R$ 150 MILHÕES ENCERRA PROCESSO DE 25 ANOS E BENEFICIA 1,5 MIL PROFESSORES DA UERJ

O título é a notícia boa.

A notícia ruim é que o pagamento será feito por Precatórios!

Para receberem as verbas trabalhistas a que têm direito, foram necessários 25 anos de espera pelos 1.574 professoras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

O acordo entre os representantes da instituição e do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro, no valor líquido de R$ 149.637.170,47, foi homologado na manhã desta quarta-feira (3/12), na Coordenadoria de Apoio à Efetividade Processual (Caep), no Prédio-Sede do TRT/RJ. Em audiência presidida pelo desembargador Cesar Marques Carvalho.

As partes acertaram que o pagamento será feito mediante a expedição de precatórios, sendo R$ 131.140.522,73 em favor dos substituídos pelo sindicato e R$ 18.496.647,74 de multa processual, em favor da entidade sindical.

Com o cumprimento dos termos da conciliação, o processo, iniciado em 1989, estará encerrado.

Até a promulgação da Lei Nº 8.112, de 1990, que instituiu o regime jurídico único dos servidores civis, os professores da Uerj eram contratados pelo regime celetista, e por essa razão os docentes ingressaram na Justiça do Trabalho, por meio do sindicato, para pleitear verbas trabalhistas.

O valor total do acordo, de quase R$ 150 milhões, chama a atenção.

A título de comparação, a Semana Nacional de Conciliação – evento promovido de 24 a 28 de novembro pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com os tribunais estaduais, federais e do Trabalho – atingiu, no âmbito do TRT/RJ, o montante de R$ 65,125 milhões.

Esta é a notícia que acaba de ser divulgada pelo Tribunal Regional do Trabalho 1ª Região.

 

Brasileiro se casa com a maior fortuna do Sudoeste da França, e no “kit nupcial” ela o presenteia com 2 Goya e 1 Michelangelo!

Foi celebrado na Abadia do Château Saint-Jean de La Castelle, na Aquitânia, França, o casamento de Anne Marie Gulam e o cenógrafo, figurinista, metteur-en-scène brasileiro Zéka  Márquez!

Foi tudo de modo muito reservado, tendo como testemunhas e padrinhos apenas dois casais, sendo um deles uma das mais importantes cabeças coroadas da Europa.

Anne Marie não possui título nobiliárquico, porém reina no mundo dos edredons e travesseiros, com que seu pai construiu a maior fortuna do Sudoeste da França, da qual ela herdou 75%.  Os 25% restantes são de seus dois irmãos.

Filha do Rei das Plumas, a Rainha das Plumas acertou em cheio casando-se com o “Decorador do Mais Glamouroso Baile de Carnaval do Mundo”. Agora, a este título, Zéka pode somar o de “Príncipe Consorte das Plumas”. O que não é pouca coisa , se considerarmos que um tufo de plumas no Rio de Janeiro está por 800 dólares, e ainda estamos a apenas três meses do carnaval!

Anne Marie conheceu Zéka há 14 anos, quando ele passou a viver em seu castelo na Aquitânia, nos intervalos entre suas temporadas no Rio de Janeiro, montando o Baile de Carnaval do Copa,  ou em Nova York, Côte D’Azur, Toronto e México, decorando outras grandes festas.

Foram os amigos de Anne Marie, bem mais velha do que Zéka, que se empenharam nesse casamento, tocados pelo modo afetuoso com que ele a trata e cuida. Eles se dão muito bem, ele a diverte e encanta, transformou sua vida numa alegria. Enfim, formam um casal e tanto. Ela se esforça por agradá-lo por isso, ela é um amor.

Os cavalos de corrida são tradição familiar entre os Gulam desde o pai de Anne Marie, sócio de Aga Khan num haras, com que conquistaram vários prêmios Arco do Triunfo.

Anne presenteou Zéka com um puro-sangue batizado com seu nome, “Zéka Kiss”, que já correu no Arc du Triomphe, vencendo a prova!

Muito sofisticada, ela é uma colecionadora de arte importante, e aliás guarda grande semelhança física com outra colecionadora que fez história, Peggy Guggenheim!

No “kit nupcial” do noivo, além de ser herdeiro único da fortuna de Anne Marie, ele também tem resguardados seus direitos sobre a coleção de arte da família. Cabem a ele dois Goya, um quadro de Michelangelo e uma escultura de prata de Benvenuto Cellini.

O gaúcho Zéka Márquez tem um histórico de arrebatador de corações de mulheres lindas. Ele também famoso por sua beleza. Vamos por ordem…

A linda Maria do Rosário Nascimento Silva, da voz e das pestanas de veludo, foi uma de suas conquistas. Em seguida, a francesa Nathalie Hock, de pele azeitona e olhos verdes, filha do presidente e maior acionista da joalheria Cartier. Houve também, no auge da juventude e fama, a atriz italiana Elsa Martinelli. E a russa arrebatadora translumbrante Ninotchka Manus

No capítulo corações masculinos, Zéka também fez história. Do belo Lambert Monet, tataraneto do pintor, a Tomy Tunne, grande astro dos musicais da Broadway, passando pelo estilista brasileiro Aparício Basílio da Silva e o ator Horst Buchholz, beleza capotante (vejam no Google), chamado de “James Dean alemão”.

Como cenário preferencial de quase todos esses romances, quer os internacionais, quer os locais, pontificou a antiga suíte presidencial do Copacabana Palace, quando ocupava toda a fachada de frente para o mar.

Zéka era capaz de cobrir as paredes inteiras com tecidos lindos e instalar novas cortinas, da noite para o dia, para que seu novo amor adormecido, ao despertar, se sentisse num “set” de sonhos cinematográfico. Como aconteceu com Horst Buchholz, uma paixão avassaladora.

Até hoje, o coração de Zéka Márquez ainda palpita junto com o Copacabana Palace. Nos últimos 21 anos, em ritmo de ziriguidum, baticum, sob a regência do “Mr. Samba” Haroldo Costa e na voz de Eliana Pittman, cantora musa do Magic Ball, que este ano vai celebrar o tema “Os Anos Loucos”, com as mulheres vestidas de Adoráveis Melindrosaszekaa

O recém-casado Zéka Márquez, um homem cosmopolita, que passou a vida despertando grandes paixões, um artista dedicado a criar e cultivar o belo

Baile do Copa 2015, As Adoráveis Melindrosas, explicado por seu criador, Zéka Márquez!

“As Adoráveis Melindrosas”,  tema do Baile do Copa 2015 no tradicional Sábado de Carnaval que vai celebrar os 450 anos do Rio de Janeiro, tem aqui a sua concepção explicada à jornalista pelo seu criador, cenógrafo e maestro, o artista Zéka Márquez:

“A cena do baile 2015 se passará em Paris. ”Paris é magia, Paris é luz, Paris é uma festa!”, escreveu Hemingway. Tudo naqueles salões monumentais da Avenida Atlântica será arte! Da inspiração japonizante de Fujita, que imortalizou a musa de artistas, cantora e modelo Kiki de Montparnasse (à época tão célebre quanto a rainha Vitória), à pintura de Van Dongen, que fazia as mulheres magras, com pescoços longos e joias (Parênteses da colunista: e quem tinha um portrait pintado por ele, com aigrettes nos seus cabelos e um big colar era nossa Lily de Carvalho Marinho)…

As melindrosas vão requebrar no Baile do Copa 2015, que vai celebrar os 450 Anos da Cidade do Rio de Janeiro!

Os desenhos de Erté (A colunista palpita: pseudônimo de Romain de Tirtoff, amante do príncipe Félix Yussupov, assassino de Rasputin - e o que é que Hildezinha não sabe?) estampando as capas das Harper’s Bazaar e Vogue da época, com os figurinos criados por ele para O cavaleiro da rosa, de Strauss, e O pássaro de fogo, de Stravinsky, para o Paradis Latin.

O advento dos batons vermelho sangue e das meias de nylon, exportados pela América, e as bananas de Josephine Baker disputavam holofotes com os rubis, diamantes e esmeraldas das panteras da joalheria Cartier, que tinha muitas brasileiras na sua clientela by appointment only da Rue de la Paix.

E já se falava no Samba por ali…

Jean Cocteau, ”l´enfant terrible“, rabiscava marinheiros sexy nas toalhas de papel do Café Flore!

No teatro dos Champs Elysées, o coreógrafo Dieghilev, com seus “ballets russes”, chocava o público com a sensualidade audaciosa de “L’Après Midi d’un Faune”, de Stravinsky. A estrela era Nijinsky!

Quem recebia e convidava para as grandes festas era o príncipe de Faucigny-Lucinge, e o ponto de encontro, a Coupole ou a Rotonde.

A “hora azul” (assim era chamada a tardinha, a caminho da noite, quando o céu fica azulado) era na Closerie des Lilas, restaurante preferido de Hemingway, onde pedir gin “fizz” ou uma “demi pression, blonde bien fraîche”, era o must.

Os divinos e divinas se misturavam com o gratin-intelecto-chique e, depois do por do sol, o encontro se passava chez Gertrud Stein, arrasando com cocktails de frutos raros e reinando absoluta!

Enquanto isso, do outro lado do oceano, em New York, acontecia o Grande Baile do Waldorf Astoria. Para participar dele, Coco Chanel desembarcava com seu escort, príncipe De la Falaise, tio da Lulu (a amiga querida de Yves Saint-Laurent)! Em sua suíte, enquanto se preparava para a grande noite de gala, Chanel, num ato de loucura, cortou com sua tesoura genial a saia acima do joelho e seu penteado à la garçonne!

Escândalo! Nasciam naquele momento, pelas mãos talentosas de Coco, as Melindrosas!

Aigrettes do Paraíso, tiaras à la Russe, piteiras gigantescas e franjas, muitas franjas……

No Cotton Club novaiorquino, no Harlem, as melindrosas trepidavam dançantes até a madrugada. O jazz e o Charleston totalmente integrados. “Rapsody in Blue” acalentavam em mistério a noite. E os namorados partiam enlaçados, deliciosamente embriagados, ao som de ”I’ve got a crush on you”

No ar, um ‘Je ne sais pas quoi’ de sonho. Sem passado, vivia-se o presente sem futuro.

Um século depois, o Magic Ball do Copacabana Palace resgata o gosto de um tempo de sonho, romance, sensualidade e doçura, revivendo as Adoráveis Melindrosas“…

zekaAndrea Natal, a diretora-geral do Copacabana Palace, beija a testa de seu créateur, Zéka Márquez

Saiba mais detalhes do fantástico Baile do Copa 2015 acessando o Link:

Baile do Copa 2015, a genialidade de Zéka e os 450 Anos do Rio de Janeiro

Baile do Copa: genialidade do grande artista Zéka Márquez trará os Anos Loucos parisienses ao Carnaval dos 450 Anos

as melindrosas

O Baile do Copacabana Palace 2015 vai reviver Les Années Folles.

Os memoráveis Anos Loucos, que iluminaram Paris e encantaram o mundo, causando um frenesi generalizado nas mulheres independentes dos anos 20, as famosas Melindrosas!

E elas prometem imperar com suas franjas, as fitas na testa e no pescoço, as piteiras, as ligas nas pernocas, pulseirinhas nos tornozelos, meias rendadas, joelhos à mostra, pinta no queixo, pega-rapaz (muuuitos) nos penteados, cabelos curtos batendo no queixo, pois nos anos 20 tudo balançava, tremia, mexia, requebrava, rebolava freneticamente, loucamente, loucura, loucura.

Neste 21º ano da maioridade de sua participação, produção, decoração e regência da festa mais linda de carnaval do mundo, o métteur en scène e cenógrafo Zéka Márquez mais uma vez virá com tudo para arrasar com ”As Melindrosas Magic Ball”!

Um tema, além de inspirador, facílimo para ser interpretado pelas mulheres e os homens. Estes poderão usar smokings, casacas, summers, fraques, coletes, gravatas borboleta pretas ou brancas, cartolas, foulards, enfim, qualquer coisa que os deixem chiquérrimos e inspire a Paris de antigamente.

O Baile, vocês sabem, será no sábado de carnaval, como é tradição desde 1924. Muita água já rolou naqueles salões momescos. Água e peitos, inclusive o da Jayne Mansfield, quando a alça de seu vestido decotado se soltou e Jayne, também chamada “O Busto”, viu seus melões desabarem causando sensação.

Em 1964, o Rio de Janeiro festejava o Quarto Centenário e Julio Senna decorou o baile, ocupando sete salões, com Brigitte Bardot como atração especial e 180 músicos se revezando em orquestra ininterrupta.

Neste 2015, Baile dos 450 anos da Cidade Maravilhosa, Zéka Marquez celebrará as raízes francesas do Copa, hotel fundado pela família Guinle, com sua arquitetura Art-Déco, justamente no celebrado período em que Les Années Folles inspiravam o mundo.

E o Copa, meus amores, é o Copa. É o tambor de ressonância do Rio de Janeiro e assim tem sido desde sua fundação aos dias atuais. A caixa acústica que reverbera a sofisticação e o verdadeiro requinte para os quatro cantos nacionais, ça cas sans dire.

Queiram ou não, o Copacabana Palace Hotel é o cenário escolhido para os editoriais de moda e comportamento dos veículos mais importantes do mundo, quando aqui aportam para falar de qualidade no Brasil. Desse refinamento Zéka Marquez entende bem…

Leia mais a respeito:

As Adoráveis Melindrosas explicadas por seu criador, em texto culto e poético

Garota de Ipanema escolhe a Gávea para se casar e celebrar, afinal de contas, moda é moda!

Fernanda Chies vai se casar no sábado com o Paulo Renato Paquet. Ela, a estilista que surgiu uma garota em Ipanema e lá está até hoje, com sua moda descolada. Ele, um dos sócios da Lafem Engenharia. Mas a cerimônia e a festa serão na Gávea, na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, e na Tribuna Social do Jockey, como agora é supermoda.

Ceirmonial do Roberto Cohen, docinhos de Rapha Severiano Ribeiro, Denise do Rego Macedo, Fabiana D’Angelo e bolo Dona Dirce. Sem dizer que a Jane Tupinambá vai cuidar do décor. Ficha técnica super trendy.

O único senão é o vestido da noiva, que não será assinado por ela. A Chies não teve tempo, mandou buscar em New York um Zac Posen, ai, ai…

Já o outfit do noivo, presente da noiva, é um Ermenegildo Zegna. Esperamos que ao menos o doce lar será grifado pela Lafem Engenharia. ;-)

IMG-20141113-WA0000Os noivos de sábado, Fernanda Chies e Paulo Renato Paquet

A cidade de Gramado conquista o Rio com sua excelência: hoje o Sierra, amanhã o Kur Hotel

  • sierra
  • Hoje vou novamente ao Casa Shopping, onde o Rio de Janeiro em peso tem batido pique para visitar o Casa Cor.
  • Desta vez vou para o tradicional “Amigo Oculto” da Sierra Móveis, que o André Vaccari, amigo nada oculto de todo mundo, que veio especialmente da  bucólica cidade gaúcha Gramado para isso, estará lá promovendo e recebendo a todos.
  • Gisella Amaral é uma das “amigas ocultas”. Flávia Sampaio é outra. E mais 18  cariocas escolhidos a dedo por Vaccari para presentearem e serem presenteados.
  • André Piva, Carlos Tufveson, Vanessa de Oliveira, Leila Schuster,  Cláudio Lobato, Lu Peres Colombo, Maninha Barbosa, Liliana Rodrigues, Ana Maria Tornaghi, Márcia Veríssimo, Jackson Bezerra, Flávia Marcoline, Claudia Brassoroto e Madeleine Saade são outros “ocultos’ da festa. Madeleine, por sinal, é a responsável pelas comidinhas que serão servidas durante o coquetel.
  • De quebra, quem estiver lá e não foi ao Casa Cor aproveita e visita a mostra. Afinal, o programa obrigatório do Rio de Janeiro tem sido  ir ao Casa Shopping.
  • A gente sai da mostra convencida de que, daqui pra frente, o evento das Patrícias 3 Plus deveria sempre acontecer ali. Ficou mais enxuto, muito mais bem distribuído, selecionado, fácil de ser visitado, e a ideia de ser em torno de um mesmo tema – os lofts – deu uma enorme revigorada ao projeto.
  • De uma forma geral, os projetos têm o mesmo alto nível de criatividade, beleza e gosto, com os fornecedores mais qualificados do mercado. Mas vou destacar três.
  • 1 – O loft de Caco Borges, com seu bom gosto e sua excelente distribuição de espaços, em dois níveis.
  • 2 – O banheiro de Márcia Müller, com banheira de dossel, as mesas-pias e os chuveirões.
  • 3 – O living marinho e branco com mesa de pingue-pongue do Dado Castelo Branco, vista de cortar o fôlego da Lagoa de Marapendi, uma harmoniosa disposição do mobiliário de Danemberg, o tapete listrado.
  • Três ambientes muito bem realizados.
  • Por falar em decoração e em Barra da Tijuca, Beth Winston está SU-MI-DA. As especulações são várias. Ninguém sabe a razão. Pois eu vou revelar aqui:
  • Beth está curtindo acompanhar de perto a grande remodelação de sua casa pelo jovem arquiteto Marco Rossi, de São Paulo.
  • Rossi é jovem, é bonito, é tudo de bom e fez, na mesma Barra, a casa da Juliana Paes. O namorado dele trabalha na Gucci, e assim, conversa vai, conversa vem, La Winston foi levada na casa da atriz Juliana, amou o trabalho do arquiteto e o contratou para refazer a piscina dela, a pérgula, o banheiro da piscina, a sauna, todo o entorno da casa, a sala de jantar, o teto do 2º andar, o quarto do Kid Winston, filho da Beth, o novo banheiro dele, onde agora o chuveiro tem sauna e música, o quarto e o closet.
  • Tudo isso sem uma poeirinha, sem um resquício de sujeira de obra, com uma técnica de armar painéis isolando as áreas de trabalho das áreas em uso da casa, e ir realizando etapa por etapa.
  • O cronograma vem sendo cumprido religiosamente e dia 5 de janeiro vai ser a entrega dos trabalhos de tudo prontinho.
  • Por falar em Gramado, depois do evento da Sierra de hoje, outro padrão de excelência daquela cidade gaúcha vai se apresentar, amanhã, nesta cidade: a dra. Rochelle Silveira, diretora Centro Médico de Longevidade e Spa Kur Hotel, será a palestrante do ciclo de Ruth Niskier, junto com o psicólogo Francisco da Costa. O tema: Viva com a Beleza. No Centro Cultural Aloysio Maria Teixeira, no Copacabana Praia Hotel. Às 16 horas.