Mais fotos (imperdíveis) do Olympia Magic Ball do Copacabana Palace

Olympia homem nu

De braços abertos, um Apolo de ouro dominava o Golden Room completamente nu, observando lá do teto a movimentação no salão, no palco e nos camarotes, onde se distribuíam celebridades de vários segmentos, e este ano a tônica maior foram os atletas olímpicos, não celebrasse o baile a Grécia das Olimpíadas.

Artistas, jornalistas, high society, gente da moda, da política, do empresariado, diplomatas e, sobretudo, brasileiros e internacionais que amam o samba. Era o Olympia Magic Ball no Belmond Copacabana Palace, sob a regência da majestosa Andréa Natal, recebendo à porta os convidados, e sob o reinado por uma noite da atleta do vôlei Mari Paraíba, coroada no palco, por Andréa, como Rainha do Baile.

No Camarote da Hilde, reinavam a alegria, os muitos amigos em entra e sai, o mito de Maria Callas, o diretor de teatro Amir Haddad, o produtor teatral e ator, Leonardo Franco, e era celebrada Christiane Torloni que, no teatro, vive La Callas, em Master Class. 
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Juliano Cazarré e sua mulher linda, Letícia

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Ricardo Cravo Albin e Lucília Lopes fantasiada de Lana Turner

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Simoninha

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Narcisa e Amaury Jr.

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Eliana Pittman

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Com Kiet Ho, Leise e Paulo Espírito Santo

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Lucília Lopes, Gilson Araujo Filho e Dara Chapman Araujo

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Recebendo em nosso camarote, Cleuba Verri e seu filho, o estilista Heckel Verri

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A Grécia antiga também teve sua Jeannie é um Gênio: Alice Maria Tamborindeguy
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Tania e Wilson Pereira

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Christiane Torloni, Luiz Fernando Carvalho e Liège Monteiro

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Michele Espírito Santo

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Regina Priolli e seu filho, Fernando

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A Medusa, Isabela Belemzani, e Leilane Neubarth

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Josie Campos e Carol Sampaio
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Maria Anisia Buffara

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Catarina Attema e Sergio Zallis

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‘Zorba, O Grego’, no palco, e o Camarote da Hilde copiou

Olympia Carla Benchimol e Lu

Carla Benchimol com uma arara na testa e Lu Lacerda com um colar de Nieta Stambowsky

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Andréa Dellal

Olympia Amaro

Amaro Leandro, BB Schmitt, Kiet Ho e Paulo Godoy

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Andréa, o cetro e o casal Juliano Cazarré

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A rainha do hotel, Andréa Natal, coroa a rainha da festa, Mari Paraíba

Olympia, Brunette

São Paulo disse presente ao Maria Callas Lodge: Brunette Fracarolli com sua amiga

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O beijo olímpico do casal Giba e Cristina Lucretia

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O tenor interpretou óperas à entrada dos convidados, numa alusão à grande diva das divas, a grega Maria Callas

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A Ira de Aquiles representada em escultura dourada em tamanho monumental na varanda do hotel Belmond Copacabana Palace

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Lucília Lopes e Amir Haddad

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Eliane Tabback, Ricardo Rique e Bya Barros

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Tornaghi, Torloni e e Heckel Verri

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Homens elegantes à ocidental e à oriental

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Tanto riso, ó, tanta alegria….

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Olha a pestana branca única da Rainha do Copacabana Palace, Andréa Natal!

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Nina Stevens, Ms. Rolex, e Narcisa Tamborindeguy

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Com José Ronaldo Müller

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Aguardando os acordes de “Cidade Maravilhosa” para dar início ao baile: Francis Bogossian, Giana Roque, Ricardo Oliveira, Hilde, Gustavo Roque, Walter e Maria Célia Morais, Amir Haddad, Gerardo e Patrícia Rabello (atrás)

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A (O) raposa (o) e as uvas

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Animação de meu camarote, com o carnavalesco Mario Borrielo e seu séquito (mulata inclusive), Rosemary, Eliana Pittman e juíza Leise Espírito Santo

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Lulu Bertholini, DJ Jefferson e Andrea Dellal

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Simone e Jannick Daudet

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Luciana Alencastro Guimarães com as plumas combinando com os cabelos

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Fernanda Morais Londres vestiu Cavalli

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Um brinde de Francis e o desembargador Paulo Espírito Santo

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Chico e Eliane Caruso trouxeram seu abraço

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Vanessa da Matta

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Recebendo a amiga Lucília Lopes

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A cantora Rosemary seguida pelo estilista Amir Slama

olympia 163 Rawlson de Thuin e Tati Torres

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Com os Danemberg do antiquariato, pai e filho

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O designer Victor Dzenk e Daniela Guimarães

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Os imortais da Academia Brasileira de Arte: Sergio Fonta, Ricardo Cravo Albin e esta presidente do Instituto Zuzu Angel de Moda

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Recebendo os novos Embaixadores da Grécia, Françoise e Kyriakos Amiridis

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O jantar do diretor do Grupo Tá na Rua, Amir Haddad, foi servido no Camarote da Hilde

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Gustavo e Giana Bogossian Roque
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Nossos convidados Gerardo Rabello, o jornalista que todos os anos vem da Paraíba, e Narcisa Tamborindeguy, que perguntou se poderia ir de vermelho: “Claro, querida, as mulheres vêm de branco e ouro, mas o vermelho é sua marca registrada, não pode mudar”

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Eliana Pittman: La Fête

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Andréa Natal: La Reine

Fotos de Marcelo Borgongino e Verônica Pontes

Olympia Magic Ball dá a partida nas Olimpíadas com Medalha de Ouro nas categorias luxo, beleza, animação

A expectativa era grande: Mario Borriello daria conta do desafio de substituir Zéka Markez na decoração do Magic Ball do Copacabana Palace? Afinal, ao longo de sucessivos 27 anos, Zéka deslumbrou os foliões brasileiros e internacionais naquela festa tradicional do Sábado de Carnaval, com seus cenários, puro luxo e sonho. Muito mais do que um décor de festa, gigantescas obras de arte, ocupando todos os salões e a varanda do hotel, somando a mais sofisticada concepção criativa ao refinamento de uma execução cuidadosa, com materiais que podiam ser desde toneladas de cristais Svarovsky cintilando em todos os salões, tetos e paredes, a gigantescas esculturas de resina esmaltada. Some-se a isso os temas instigantes, envolvendo personagens, épocas e estilos glamourosos.

E o que aconteceu? Borriello fez um baile lindo, agradou a gregos e troianos. Afinal, aos gregos ele precisava mesmo agradar, pois o tema da festa era justamente a Grécia, já que estamos no ano das Olimpíadas. O Olympia Magic Ball deu a partida nos festejos dos Jogos Olímpicos, tema proposto pela Direção Geral do Copa, com a diretora Andréa Natal diretamente envolvida em cada detalhe da festa, sendo seu o empenho para que os atletas olímpicos comparecessem e ocupassem um camarote inteiro, e sua a escolha da atleta do vôlei Mari Paraiba como Rainha do Baile 2016. E lá estavam eles todos, atletas medalhistas do presente, do passado e do… futuro!

Até confirmar o Mario como decorador da festa, a Natal examinou o currículo dele e de outros candidatos minuciosamente, realizou entrevistas, ouviu referências. E só bateu o martelo após assistir ao caprichado data show do projeto apresentado por ele.

Diferente do vínculo de Zéka com a festa, que era permanente, o contrato com Borriello resumiu-se ao baile de 2016, podendo repetir-se no próximo ano. Tudo leva a acreditar que será.

Mario fez um baile muito bonito e completamente diferente, em tudo, dos bailes anteriores. Quadros vivos formados por atores, nos quais os foliões podiam posar para fotos. Um achado interessante, causando frisson logo à entrada. Os centuriões recebendo os convidados, postados em sentinela ao longo de toda a varanda e também nos salões. Painéis pintados com fachadas de construções gregas. Deuses do Olimpo apresentados em seus corpos dourados e nus em tamanhos superdimensionados. O olho grego usado como símbolo da festa, pendendo às centenas, em todos os tamanhos, do teto do Golden Room, belíssimo efeito. Gelo seco amplamente usado nas mesas do buffet, cenário de magia. Parreiras jorrando cachos de uva aos montes, da varanda às colunas dos salões, bela concepção. E a iluminação mais clara, permitindo aos foliões verem e serem mais vistos. Os sambistas contornando todo o Golden Room, e não se concentrando no palco apenas. O baile foi animado, divertido, bom.

Andréa Natal, a verdadeira rainha da festa, recebeu os convidados com fantasia de Deusa Atena, coroa e cetro, das mais belas produções, entre tantas que já vestiu, autoria da mesma Mabel Magalhães que vestiu Mari Paraíba. O camarote da diretora-geral estava lotado com nomes top.

O Olympia Magic Ball do Belmond Copacabana Palace foi um gol. A turma do serena, fiel, manteve-se horas a fio animando a entrada dos foliões. E bota tempo nisso, já que a fila era imensa e quem deixou para chegar mais tarde enfrentou longa espera. Um bom conselho para os próximos bailes seria as pessoas já chegarem com suas pulseiras, que vêm junto com os ingressos, colocadas nos braços. Agilizaria bastante o processo na porta.

hilde e quadro vivo

Na chegada ao Copa, atores formavam quadros vivos. Eu e meus convidados do camarote Maria Callas posamos para uma foto: Amir Haddad, vestido de Deus Dionísio, Francis e eu, Gianna e Gustavo Roque e Ricardo Oliveira, de Lisboa  – todos com a máscara de La Callas

hilde e helcio hime

O primeiro amigo que encontramos logo à entrada foi o Helcio Hime. Ah, a minha roupitcha dourada criação Heckel Verri, colar de uvas de madeira dourada, do Oscar de la Renta, bolsa “antiguinha” de seda pura da Via Flores, cabelo e make by Mercedes Estrela.

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Já em nosso Camarote Maria Callas e olhem quem passou por lá para dar um abraço: Chico Caruso e Eliane Caruso e Alice Maria Tamborindeguy

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Christiane Torloni, a homenageada do meu camarote, que vive Maria Callas  no espetáculo Master Class, foi toda de dourado, como pedi, e posou com a máscara de La Callas. Estava hospedada no hotel, pois diva é diva, meus amores.

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As duas rainhas do baile: Andréa Natal, diretora-geral do Copa, e a atleta do vôlei Mari Paraíba

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Corajosa, Leilane Neubarth empresta o ouvido pra perigosa Medusa, com o cuidado de olhar pra baixo. Ela sabe que quem olha direto pra Medusa vira pedra… ui!

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O Deus Dionísio Amir Haddad reverenciado pelo acadêmico das Artes Sergio Fonta

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Um rosto importante na multidão de foliões: Marcelo Calero, o secretário de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro, à esquerda

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Mario Borriello foi nos cumprimentar no camarote e ganhou várias máscaras-abanadores de Maria Callas. Ele estava feliz, cercado de elogios.

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Maria Célia Morais, diva master do Olimpo de La Callas

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Os olhos gregos no teto do Golden Room

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Patrícia Rabello, a linda ex-Miss Paraíba, veio de João Pessoa para enfeitar nosso camarote. É tradição!

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Olhaí os dois casais: Gerardo e Patrícia Rabello em 1º plano

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Ainda no Camarote Maria Callas, recebendo o Embaixador da Grécia, Kyriakos Amiridis, e a homenageada Christiane Torloni, a extraordinária Callas em Master Class

olympia 157 Entre os queridos Leonardo Franco e Amir Haddad, parceiros na construção do projeto teatral “Zuzu Angel, uma tragédia brasileira”

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Luiz Villarino e Terezinha Sodré, que testemunhei quando teve New York a seus pés, ao lado do marido, o “Capitão” Carlos Alberto Torres, então técnico do New York Cosmos, com a missão de introduzir o nosso futebol nos Estados Unidos e o poderoso  Ahmet Ertegun, dono do Cosmos e empresário dos Rolling Stones, era assim com o casal.

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Como nós estávamos felizes, como nos divertimos…
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Andréa Natal nos apresentou à Fernanda Keller, e como ela é bonita!

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Narcisa T e Amir Slama se encontraram em nosso camarote e foi aquele entusiasmo

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Andréa Natal e Sabrina Sato, musa da festa

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Belos quadros vivos

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Cleuba e Heckel Verri sempre muito chics

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Lucília Lopes translumbrante

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A Grécia e suas divas, das deusas mitológica à divindade de Maria Callas

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Há 13 anos seguidos, o decorador gaúcho João Vicente vem de Gramado para o Magic Ball, sempre usando produções elaboradíssimas, enfeitando a festa, Eliana Pittman é outro símbolo do baile – e eu adoro essa demonstração de amor de meus amigos ao belo, ao Copa, ao carnaval, ao Rio!

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Um brinde à rainha do camarote, Christiane Torloni, com Liège Monteiro

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Amaury Jr. e Celina sob a chuva de cachos de uva

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Com Lu Lacerda, que deixou o carimbo de seu batom afetuoso em cada uma de minhas bochechas – ah, danadinha!

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Com Amir Haddad e os Müller, Paulo pai e Antonio Paulo, o filho

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Maria Célia Morais, deusa master do Olimpo no camarote La Callas

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Nina Kauffmann, outra divina no Master Class Lodge

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Lucília Loipes, Leise Espírito Santo, Heckel Verri

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Andréa Natal em seu camarote cercada de celebridades 360º

Fotos de Marcelo Borgongino e Verônica Pontes

Para bons entendedores 140 caracteres bastam, é o que diz a pesquisa de hoje da latinoamerica.net

Ontem à noite meu estômago embrulhou enjoado de assistir, em horário de partido político na TV, a hipócritas baterem na tecla da honestidade, quando todos sabemos o que realmente lhes importa na vida pública. Soltei de imediato um post no Twitter. Hoje cedo, ainda com a indignação engasgada, engatilhei vários outros posts – uma saraivada deles –  e, agora à noite, quando acessei meu perfil no Twitter, constatei as impressionantes centenas de retuítes e curtidas ao longo do dia, endossando as afirmativas postadas, que, segundo a latinoamerica.net , alçaram o perfil @hilde_angel ao 4º lugar entre os mais destacados, no dia de hoje, no ranking dos influenciadores de opinião, depois de @Estadao, @G1 e @Anitta .
Tradução: o povo realmente não aguenta mais o projeto de caos que paralisa o Brasil! E para bons entendedores meias palavras bastam – ou apenas 140 caracteres.

O povo não aguenta mais essa campanha vazia de impeachment. Tiro no pé de partido que insiste em fazer campanha ancorada nesse discurso.

Partidos q buscam inviabilizar país e imobilizam Congresso c campanha sistemática impeachment devem ser punidos em prol estabilidade Brasil

Partidos que congelam Congresso atuando com único fim de derrubar governo eleito deveriam fundir-se em sigla única: PM Partido da Molecagem

Ódio desse Paulinho “da Força” tem raízes profundas.Remonta à consciência de sua mediocridade na liderança sindical frente ao brilho de Lula

Fazer o país perder mais um ano com “Projeto impeachment” não é só oportunismo (de ano) eleitoral, é um crime contra o Estado brasileiro

O povo brasileiro quer trabalho, quer produção, não aplaude mais esse projeto de ódio que derruba o país ladeira abaixo e desemprega geral

Queremos pausa nesse “projeto de ódio e caos” que desestabiliza o Brasil, desemprega e gera apreensão. Povo quer emprego e paz p/ prosperar

A “Força” desse Paulinho parece estar no despeito pelas realizações efetivas que se concretizam para o pobre: Minha Casa…, ProUni etc

Aedes é verdadeiro e emergencial perigo do Brasil. Risco geração inteira, milhões de brasileiros microcéfalos.Mas mídia+MP+PF só visam Lula

Queiram ou não Brasil tem novo rosto. Pobre levantou a cabeça.Está altivo, sabe força sua voz e que chegou sua vez.Não tem mais marcha à ré

“O Brasil tem que combater o uso político dos instrumentos de investigação”. Ouvi agora e repito a frase. Lapidar!

Ranking Twiteros destacados hoy 5/2 en Brasil:

1-

2-

3-

4- +en:

Camarote da BOA no Sambódromo, puro luxo nos abadás personalizados

OLHA O INSTITUTO ZUZU ANGEL AÍ, GENTE!

E a tribo “zuzuzetes” está cintilando e fazendo cintilar, a partir de hoje, no Lagoon, os abadás dos convidados do Camarote da BOA, customizando com bossa, estilo e muita criatividade. São os jovens estilistas, com a bênção e a orientação do Instituto Zuzu Angel de Moda. No comando da equipe, a estilista Roberta Aguiar, sob coordenação da professora Celina de Farias. E vamu qui vamu rapaziada! Fotos de Bidi Bujnowski.

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Roberta Aguiar diante da bancada no Lagoon, com galões, sianinhas, pedrarias, pompons, cristais,  paetês, franjas laminadas, tudo da HAK de Friburgo, nacional e importado, muito brilho para tornar o look dos foliões da BOA puro luxo personalizado.

 

O novo diretor artístico da Ermenegildo Zegna já foi escolhido, ele é…

Definida a sucessão na casa de moda masculina italiana Ermenegildo Zegna. O próximo estilista será Alessandro Sartori, prestes a ser anunciado diretor artístico da marca, depois da saída repentina do posto de Stefano Pilati, divulgada nesta mesma semana.

Sartori, por seu lado, desligou-se na última segunda-feira da Berluti, marca da holding LVMH, em que Sartori lançou a linha de prêt-à-porter. Antes disso, o mesmo estilista já tinha vivido uma experiência bem sucedida de oito anos no gigantesco grupo italiano de moda masculina do segmento luxo, de 2003 a 2011, na Z Zegna.

Sartori chega ao grupo cheio de gás e prestígio, devendo se reportar diretamente ao principal executivo da companhia, Gildo Zegna, e sua primeira coleção completa da marca será a Outono-Inverno 2017.
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Alessandro Sartori

Grega Maria Callas homenageada no Olympia Ball com sua intérprete diva, Christiane Torloni

O maior mito feminino que a Grécia produziu desde as deusas Atena, Perséfone e Íris, a grande diva da ópera Maria Callas, será celebrada sábado, no Camarote da Hilde (por acaso, eu!), no Olympia Magic Ball do Copacabana Palace, que abrirá o carnaval luxuoso (este ano by Mario Borrielo) do Rio de Janeiro e, perdoem-me dizer, do mundo.

Porque os Magic Balls do Copa não são apenas caras, bocas e flashes, são frenesi na veia, energia que começa nos pisos de mármore do hotel mais nobre do país e vai escalando folião acima até ele não se segurar mais na cadeira e sair saltitando, elétrico, possuído pelo deus da animação, que por sinal também é grego, o Dionísio. E quem não conhece pode vê-lo em tamanho gigante, na fachada da varanda do hotel, todo dourado, assim como a aleia de videiras, as parreiras de uvas despencando em cachos cintilantes, no caramanchão da passagem dos convidados, que está sendo montado.

O Camarote da Hildezinha vai celebrar Master Class, o espetáculo em cartaz em que nossa diva total Christiane Torloni interpreta Maria Callas e deixa o público arrepiado com sua performance, no mesmo papel que La Dame Marília Pêra interpretou com grande brilho não faz assim tanto tempo.

Christiane Torloni reinará absoluta no camarote, vestida pelo figurinista da Rede Globo Osvaldo Arcas, do Caldeirão do Huck.

E para enfatizar que a homenagem é homenagem de fato, as convidadas do lodge estarão de branco ou ouro, inspirando a Grécia antiga, e todos os convidados receberão à chegada uma máscara de vareta com o rosto da diva grega Maria Callas, em duas versões, uma delas interpretando Medéia.

Confiram:

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A máscara de Maria Callas como Medéia, trágica personagem título da peça do grego Eurípides

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Christiane Torloni, estupenda  como Maria Callas, em Master Class, no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea

 

Grandes da moda masculina desabam do pedestal: 3 em uma semana!

Deu a zica no mundo da moda masculina. É o terceiro nome que cai do pedestal em uma semana. A marca Ermenegildo Zegna acaba de anunciar a saída do designer Stefano Pilati que há três anos ocupava o posto de Nº 1 da Ermenegildo Zegna Couture. Seu último trabalho para a casa foi a coleção outono inverno 2016 apresentada no mês passado em Milão.
O anúncio, como na maioria das vezes, foi de forma elegante e cordial, com muita seda sendo rasgada, a empresa tecendo elogios à contribuição do criador e dizendo que a casa parte para escrever novo capítulo, e ele dizendo que retomará projetos que deixou de lado para conquistar ajudar a Zegna a obter os gols pretendidos, como foi feito. Très chics!
Na segunda-feira quem se despediu foi o diretor criativo da Brioni, Brendan Mullane. Já Alessandro Sartori teve sua saída confirmada da Berluti, de Paris.
Tudo isso se traduz em uma possibilidade: Os metrossexuais, passado o boom inicial de seu surgimento, estão agora segurando sua onda fashion e comprando menos. O pragmatismo masculino está falando mais alto na hora de abrir a bolsa.

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Stefano Pilati

Do Papa à Unesco, todos premiam a trajetória de Ivo Pitanguy, que amanhã recebe, no Copa, mais um Honoris Causa

Neste domingo o professor Ivo Pitanguy vai somar mais um título ao seu longo currículo deles: o de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Trata-se, vocês sabem, da distinção honorífica de maior reconhecimento acadêmico de uma universidade e, em se tratando de Pitanguy, o honoris causa é outorgado a quem reconhecidamente reúne imensas virtudes.

Um dos médicos mais importantes da atualidade mundial, precursor e referência em cirurgia plástica reparadora e estética no mundo, o nosso querido Ivo receberá a homenagem neste domingo, 24 de janeiro, no Copacabana Palace, por sua imensurável contribuição para a medicina, conciliando sempre humanismo, educação e ciência, desenvolvendo dezenas de técnicas operatórias inovadoras, difundidas em todo o mundo, fazendo dele referência não apenas no campo científico como também no dos mais nobres valores humanos.

Pitanguy é membro titular da Academia Nacional de Medicina, do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, da Academia Brasileira de Letras, é membro benemérito da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, foi agraciado pelo Papa João Paulo II com o Prêmio Cultura pela Paz, pela Unesco com o Prêmio pela Divulgação Internacional da Pesquisa Médica e, dentre múltiplas honrarias outras, mereceu o Honoris Causa concedido pela PUC do Rio Grande do Sul, .

De fato, o professor Ivo Pitanguy merece título equivalente de todas as universidades de nosso país, por ser uma referência do grau de excelência que pode alcançar o Brasil no campo das realizações humanas.

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Ivo Pitanguy recebe o Honoris Causa do
Reitor da PUC-RS, Irmão Joaquim Clotet, no ano 2010

Ministro que tirou o Canadá de crise fala no Rio sobre como o país superou o mau momento

Ele é “o Cara”, aquele que tirou o Canadá de crise tão grande que já estava sendo comparado aos países do Terceiro Mundo. E John  Manley veio ao Rio de Janeiro discorrer sobre como seu país conseguiu superar a fase negra e retomar patamar de uma das mais importantes economias do mundo.

O cônsul-geral Sanjeev Chowdhury recebe amanhã, no Cebri, na Associação Comercial do Rio de Janeiro para evento especial, com a presença de John Manley, ex-vice-Primeiro Ministro e ex-Ministro da Fazenda do Canadá, e do novo Embaixador do Canadá, Rick Savone.

John Manley vem discorrer, para uma plateia com número limitado de participantes, e todos com perfeita compreensão do inglês, sobre como o Canadá conseguiu enfrentar e superar o mau momento vivido nos anos 90, quando, em 1995 seu déficit público e as dívidas alcançaram níveis tão altos que o Wall Street Journey o classificou como “membro honorário do Terceiro Mundo”.

Manley foi “o cara” que conduziu o Canadá à retomada do desenvolvimento e ao sucesso de sua economia.

Uma lição de experiência e know how sob medida para o atual momento brasileiro. Uma palestra para ser escutada com atenção por nossas autoridades e que pode ser bastante proveitosa, esperamos.

Resta saber se, na década de 1990, o Governo do Canadá contava com uma pressão negativa de sua mídia e de outros setores tão forte quanto a que o Governo Brasileiro enfrenta nos dias de hoje.

canadá palestrante

 

 

Dia 11 de janeiro, data para celebrar um jovem casal de idealistas apaixonados, Sônia e Stuart

Vinicio Schumacher Santa Maria é um jovem advogado gaúcho que mantém em seu blog permanente prontidão no relato dos fatos históricos que mancharam o Brasil com ossos, sangue, carnes vivas e muito padecimento. Fatos que fizeram germinar heróis nos quatro pontos cardeais da fértil terra brasileira. Entre eles um jovem casal apaixonado e patriota, Stuart e Sônia. A cada 11 de janeiro, aniversário dele, Vinicio celebra a memória de ambos com textos que relembram sua saga cheia de esperanças, com as tintas de um idealismo incontido.

Aqui estão eles: Stuart, meu irmão, o Tuti, como o chamávamos. Sônia, minha cunhada, a Soneca, como ele dizia, contados abaixo em texto de Vinicio Schumacher Santa Maria.

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Stuart Edgart Angel Jones (11.01.1945+14.06.1971)
Ousar lutar! Ousar vencer! Esquecer jamais!

Segundo a versão mais conhecida de sua morte, dada por Alex Polari, que se encontrava preso no mesmo local e assistiu da janela de sua cela, Stuart foi amarrado a um carro e arrastado por todo o pátio do quartel. Em alguns momentos entre risos e chacotas, era obrigado a colocar a boca no escapamento do veiculo para aspirar os gases emitidos.

Polari ainda conta na carta, que foi remetida a Zuzu Angel e foi entregue no Dia das mães, que após ser desamarrado, Stuart foi deixado abandonado no chão, com o corpo já bastante esfolado onde seguiu clamando por água noite adentro.

Stuart foi casado com Sônia Morais Angel Jones, presa, torturada e morta dois anos depois. Sonia foi estuprada com um cassetete e depois de torturada, teve seus seios arrancados a alicate. Por fim, recebeu um tiro de misericórdia na nuca.

Foi no dia 30 de novembro de 1973. Ela tinha 27 anos.

A revelação da Comissão Nacional da Verdade (CNV) de que um crânio encontrado no Rio é de Stuart fecha um ciclo de angústia na vida de Hildegard Angel e Ana Cristina Angel, suas irmãs. Elas vão poder realizar o desejo da mãe, que lutou até a morte em 1976, para reaver o corpo do filho e enterrar seus restos mortais com dignidade.

“É uma realização muito grande. São 43 anos esperando. Agora quero cumprir a meta da minha mãe, que era enterrá-lo. Nós já sabíamos que meu irmão tinha sido assassinado pelo regime. Stuart não é uma ficção. Ficção quem fez foram os militares, que transformaram em terroristas os aterrorizados”, afirmou Hildegard.

Stuart Edgart Angel Jones (1946+1971)

Stuart, que era filho do americano Norman Jones e de Zuleika Angel Jones, mais conhecida como Zuzu Angel, figurinista e estilista conhecida internacionalmente, lutou contra a ditadura militar no grupo MR8.

Bicampeão carioca de remo pelo Clube de Regatas Flamengo na adolescência, ele foi estudante de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Possuía dupla nacionalidade, brasileira e americana.

Foi preso, torturado e morto por membros do CISA (Centro de Informações de Segurança da Aeronáutica) em 14 de junho de 1971, aos 25 anos de idade. Foi casado com a também militante Sônia Morais Angel Jones, presa, torturada e morta dois anos depois e também dada como desaparecida.

Preso no bairro do Grajaú, perto da Avenida 28 de Setembro, na Zona Norte do Rio, Stuart foi levado pelos agentes à Base Aérea do Galeão para interrogatório. Os militares queriam a localização do ex-capitão Carlos Lamarca, chefe do MR-8 e então o grande procurado pelo regime.
Como se negou a falar, foi barbaramente torturado e espancado. Depois, foi conduzido ao pátio da base, vindo a morrer em consequência dos maus tratos.

Segundo a versão mais conhecida da sua morte, dada por Alex Polari, que se encontrava preso no mesmo local e assistiu da janela de sua cela, Stuart foi amarrado a um carro e arrastado por todo o pátio do quartel. Em alguns momentos entre risos e chacotas, era obrigado a colocar a boca no escapamento do veiculo para aspirar os gases emitidos.

Polari ainda conta na carta, que foi remetida a Zuzu Angel e foi entregue no Dia das mães, que após ser desamarrado o militante foi deixado abandonado no chão, com o corpo já bastante esfolado onde seguiu clamando por água noite adentro. De posse dela, a estilista denunciou o assassinato de Stuart – que tinha cidadania brasileira e americana – ao senador Edward Kennedy, que levou o caso ao Congresso dos Estados Unidos.

A revelação da Comissão Nacional da Verdade (CNV) de que um crânio encontrado no Rio é de Stuart fecha um ciclo de angústia na vida de Hildegard Angel e Ana Cristina Angel, suas irmãs. Elas agora planejam realizar o desejo da mãe, a estilista Zuzu Angel, que lutou até a morte em 1976, para reaver o corpo do filho: vão poder enterrar seus restos mortais com dignidade.

“É uma realização muito grande. São 43 anos esperando. Agora quero cumprir a meta da minha mãe, que era enterrá-lo. Nós já sabíamos que meu irmão tinha sido assassinado pelo regime. Stuart não é uma ficção. Ficção quem fez foram os militares, que transformaram em terroristas os aterrorizados”, afirmou Hildegard.

O capitão reformado Álvaro Moreira de Oliveira Filho revelou que o corpo de Stuart foi enterrado na cabeceira da pista da base da Aeronáutica de Santa Cruz, na zona oeste do Rio. O crânio, quase completo, havia sido localizado em 1976 num terreno no centro do Rio, porque a terra da pista fora revolvida numa reforma e levada para o centro pela construtora responsável pelas duas obras.

Stuart, segundo depoimentos de testemunhas, foi o único preso morto pela Aeronáutica naquela ocasião, entre vários outros aprisionados. Sua morte causou a transferência de todos os presos das celas do CISA para outros lugares. No fim daquele ano, toda a cúpula da Aeronáutica foi substituída, devido às pressões causadas pela incessante procura e denúncias do desaparecimento de Stuart por sua mãe, Zuzu Angel, usando a imprensa no Brasil e no exterior.

Até o ano de sua morte (1976), Zuzu, a mãe de Stuart, peregrinou pelo poder militar tentando conseguir explicações e informações sobre o corpo do filho, oficialmente dado como desaparecido.

Sua campanha chegou ao mundo da moda, na qual tinha destaque, com desfiles de coleções feitas com roupas estampadas com manchas vermelhas, pássaros engaiolados e motivos bélicos. O anjo, ferido e amordaçado em suas estampas, tornou-se também o símbolo do filho. Zuzu chegou a realizar em Nova York um desfile-protesto, no consulado do Brasil na cidade.

Usando de sua relativa notoriedade internacional, ela envolveu celebridades de Hollywood que eram suas clientes, como Joan Crawford, Liza Minnelli e Kim Novak, em sua causa, e durante a visita de Henry Kissinger, então secretário de estado norte-americano, ao Brasil, chegou a furar a segurança para entregar-lhe um dossiê com os fatos sobre a morte do filho, também portador da cidadania americana.

Zuzu morreu em 1976, num suspeito acidente de automóvel no bairro de São Conrado, Rio de Janeiro, sem jamais conseguir descobrir o paradeiro do corpo de Stuart Angel.

Em 1998, a Comissão Especial dos Desaparecidos Políticos julgou o caso sob número de processo 237/96 e reconheceu o regime militar como responsável pela morte da estilista.

Sônia Morais Angel Jones (1946+1973)

 

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Sônia nasceu no dia 9 de novembro de 1946, em Santiago do Boqueirão, no Rio Grande do Sul. Seus pais, João Luiz de Moraes, militar que chegou a tenente-coronel, e Clea Moraes, sempre descrita como uma pessoa extrao-dinária. Ambos dedicaram suas vidas à preparação educacional de jovens à universidade.

Alegre e destemida, Sônia Angel dedicou sua juventude à luta contra à ditadura militar. De 1968 a 1973, foram oito anos de muitas atividades políticas, quase todos vividos na clandestinidade e dedicados à luta contra ditadura militar.

O contato de Sônia com as idéias revolucionárias começou no ano de 1966, quando ingressou no curso de economia da Universidade Federal de Rio de Janeiro (UFRJ). Já em seu primeiro dia de aula, foi eleita representante de turma. Sua liderança despontava naturalmente, pois era uma jovem que nunca escondeu seu amor à vida, transmitindo muita alegria com o carisma de sua personalidade divertida e espontânea. Gostava de viajar, namorar e ir a festas, vivendo sua juventude com plenitude e vigor.

Foi, também, na Faculdade de Economia que Sônia conheceu o jovem Stuart Angel Jones, com quem se casou em outubro de 1968. Stuart era um destacado militante do Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8), uma das mais importantes organizações surgidas durante o regime militar.

Sônia conheceu cedo os impactos da ação repressiva em sua vida e na de seus companheiros. Em 1969, um grupo de estudantes, entre eles Sônia, com apenas 22 anos, preparava-se para realizar panfletagem em portas de fábricas durante atividades de convocação do 1º de Maio, quando foi preso por agentes do famigerado Departamento de Ordem Política Social (Dops).

O argumento usado para justificar a prisão dos jovens foi o Decreto 477, criado pelo então Ministro da Educação, coronel Jarbas Passarinho, para reprimir as atividades das lideranças estudantis nas escolas e universidades. Com isso, Sônia foi sumariamente expulsa da Faculdade Nacional de Economia da UFRJ, onde já cursava o último ano.
Presa por mais de três meses no prédio do Dops, localizado na Rua da Relação, Sônia protagonizou um dos episódios mais ousados dos anos de chumbo, mostrando sua firmeza de jovem militante. Havia sido agendada uma visita do então Secretário de Segurança, o general Luiz de França Oliveira.

Ordenaram que todas as “detentas” ficassem sentadas em círculo e, a partir do apito do carcereiro, levantassem e se colocassem em posição de sentido diante do general. Todas obedeceram às instruções, menos Sônia, que permaneceu no seu lugar.

O general entrou na cela e dirigiu-se a ela, exigindo que cumprisse as determinações: – Levante-se, minha senhora. A senhora está diante de uma autoridade e deve reverenciá-lo. Sônia manteve-se sentada e respondeu com firmeza: Não me levanto pra policial nenhum!

Diante do clima de constrangimento e do receio por parte dos repressores de que aquela atitude contagiasse as demais prisioneiras, os carrascos recuaram e ordenaram que as outras presas sentassem.
Sônia foi julgada e absolvida duas vezes, por unanimidade, pelo Tribunal Superior Militar. No entanto, sua absolvição não significaria liberdade e segurança.

Sônia e Stuart estavam conscientes da realidade cruel que tomava conta do País naqueles anos de escuridão.

O apartamento do casal, localizado na Rua Pinto de Figueiredo, na Tijuca, tradicional bairro de classe média carioca, fora invadido, revirado, saqueado e destruído pelas forças da repressão e estava sob vigilância constante. Tal situação levou Sônia a tomar todos os cuidados logo após sua saída da prisão no Dops, pois estava ciente de que iriam fazer de tudo para capturá-la novamente.

Alguns dias após sua absolvição da Justiça Militar, um representante do então I Exército (atual Comando Militar do Leste) foi à casa de seus pais, levando uma intimação para que Sônia se apresentasse para prestar depoimento. A intimação não passava de uma manobra dos militares para prendê-la, enquadrá-la em novo processo e, com isso, mantê-la encarcerada.

Como Sônia já havia se juntado a Stuart em lugar ignorado, seu pai, João de Moraes, se prontificou a dar os esclarecimentos em seu lugar. Na saída do quartel, um companheiro de João que estudara com ele na Escola Militar lhe alertou: “Moraes, não deixe sua filha aparecer nunca mais, porque vão matá-la”.

Já eram crescentes as ações armadas em todo o país. Diante da situação, os pais de Sônia e os dirigentes do MR-8 concordaram que seria melhor o exílio voluntário do casal. Mas Stuart, peça-chave da organização, não admitiu deixar seus companheiros e decidiu ficar, não havendo nada que o demovesse de sua posição.

Ficou acertado que Sônia seria retirada do País, uma tarefa cada vez mais difícil, devido ao aprofundamento da perseguição política. Coube então à família tratar dos procedimentos para sua retirada.

A saída de Sônia do Brasil foi marcada por muitas dificuldades. Até a chegada na fronteira, a fuga clandestina ocorreu com “relativa normalidade”, apesar de duas revistas minuciosas por patrulhas do Exército, espalhadas pelas estradas na busca desenfreada ao Capitão Carlos Lamarca, embrenhado com seus guerrilheiros nas matas do Vale do Ribeira. No Paraguai, um acidente com o carro deixou-os muito feridos, quase comprometendo a ação, mas a viagem prosseguiu e o embarque para a França aconteceu.

No exílio em Paris, Sônia continuou sua militância. Couberam-lhe as tarefas (exercidas por ela com grande desprendimento), de micro-filmar os materiais enviados pelo MR-8 e dar assistência política e ideológica aos companheiros enviados para fora do Brasil, confortando e apoiando, material e psicologicamente, os que estavam traumatizados pela violência da tortura, da distância do país e da família.

A necessidade de organizar seus companheiros fez com que Sônia se transferisse para Santiago, no Chile. Foi lá que soube da morte de Stuart e das bárbaras circunstâncias do seu assassinato, cometido pela ditadura militar. A notícia deixou-a completamente arrasada e cristalizou ainda mais sua aspiração de retornar ao Brasil.

Para sobreviver, passou a trabalhar como fotógrafa profissional e se ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN), chegando ao Brasil em maio de 1973, aonde encontrou um novo companheiro, Antônio Carlos Bicalho Lana.

Com a “infiltração” de agentes da ditadura, espionando suas atividades, não demorou e a repressão armou uma emboscada para prender Lana e Sônia.
A data exata da prisão nunca foi estabelecida, mas sabe-se que era de manhã quando Antônio Carlos e Sônia pegaram o ônibus da Empresa Zefir com destino a São Paulo.

Vários agentes já estavam dentro do coletivo. Simultaneamente, nas imediações da agência de passagens do Canal 1, em São Vicente, encontravam-se outros policiais à espera que os dois descessem do ônibus para comprar os bilhetes.

Quando lá chegaram, apenas Lana desceu do ônibus. Cinco agentes esperavam dentro da agência e outros chegaram em vários carros. No guichê, o militante entrou em luta corporal com os policiais, mas foi dominado a socos e pontapés, levando uma coronhada de fuzil na boca.
Sônia, ao levantar-se do banco, foi agarrada e levou um pontapé nas costas. Saiu do ônibus algemada pelos pés e foi colocada em um Opala, enquanto Lana foi empurrado para outro carro.

Os dois ainda estavam presos quando a ditadura militar se encarregou de divulgar nos principais órgãos de imprensa que ambos haviam morrido numa troca de tiros em São Paulo. A família de Sônia só pôde descobrir o fato porque sua mãe havia exigido que ela lhe contasse seu nome clandestino: Esmeralda.

O empenho da família, que se dirigiu às pressas até a cidade litorânea de São Vicente, onde residiam Lana e Sônia, na tentativa de resgatar o corpo das vítimas, foi frustrado. O clima de enfrentamento da família Moraes com os militares chegou ao absurdo das ameaças de morte e ao constrangimento da prisão de seu pai.

Posteriormente, após um exaustivo processo de investigação, ficou claro que enquanto João Moraes estava preso, Sônia foi seqüestrada e conduzida para o Rio de Janeiro, onde padeceu monstruosas torturas. Levada de volta a São Paulo, aonde sofreu novas torturas, estupro e seviciamento. Por fim, recebeu um tiro de misericórdia na nuca. Foi no dia 30 de novembro de 1973. Ela tinha 27 anos.

Sonia foi enterrada como indigente no cemitério de Perus e seus restos mortais foram localizados graças aos esforços das entidades que atuam em apoio às famílias de mortos e desaparecidos políticos.

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Chico Buarque, entrevista à Rádio Atividade, Centro Cultural SP 1985

“Eu conheci muito a Zuzu. Ela foi uma mulher que durante anos depois da morte do filho (Stuart Angel Jones, preso político em 1971) não fez outra coisa senão se dedicar a denunciar os assassinos do filho, a reivindicar o direito de saber aonde é que estava o corpo dele. Ela ia de porta em porta mesmo. E lá em casa ela ia com muita freqüência, como em outras casas também. Ela sabia, inclusive, das ameaças que pairavam sobre ela e dizia que tinha certeza que se alguma coisa acontecesse com ela a culpa seria dos mesmos assassinos do filho, que ela citava nominalmente.”

“Na manhã do dia em que aconteceu o acidente com ela, ela tinha estado lá em casa e deixado as camisetas que ela fazia, gravadas com aqueles anjinhos que eram a marca dela, para as minhas três filhas. Aquilo me chocou muito. Ela passava em casa quase semanalmente, mostrando os relatórios todos do trabalho que ela estava fazendo aqui e nos Estados Unidos – porque afinal, o pai do Stuart era americano -, então ela tinha contato com senadores americanos, inclusive alguns dos quais me lembro até hoje, como o Frank Church, o Mondale, que era um dos senadores com quem ela contava – nunca contou com o Reagan evidentemente… Ela tinha, inclusive, na lista dela, uma relação das posições políticas dos senadores e tinha até alguns “ultraconservatives” (ultra conservadores) que, por se tratar de um filho de cidadão americano, eram simpáticos ao clamor de mãe dessa mulher. Ela chegou a entregar a documentação ao Kissinger pessoalmente, se não me engano, no Hotel Sheraton, quando ele esteve aqui. Clandestinamente ela furou o bloqueio e, um pouco depois, lhe entregou uma pasta com os documentos todos que ela tinha e distribuía entre as pessoas em quem confiava, gostava. Ela morreu um pouco depois disso.”.