40 Forever ensina a fazer mala… no bom sentido, naturalmente

Arrumar mala é uma arte. Regina Martelli é mestra nisso, e já ensinou como fazer. Zizi Magalhães é outra que deu curso e com sucesso, “Mala de Inverno”. Agora chegou a vez da trica de blogueiras Bebel Niemeyer, Maria Pia Marcondes Ferraz e Ana Cecília de Magalhães Lins Lacerda fazerem o mesmo. Na quarta-feira, dia 3, no terceiro piso do Shopping Leblon, elas vão dar dicas de como arrumar a mala de viagem. O curso é parte da segunda edição do projeto 40 Forever InDica em que uma vez por mês elas comandam essa conversa no shopping, discutindo sobre vários assuntos femininos.

O trio vai orientar sobre o que levar na mala de acordo com a duração da viagem, o destino, os tecidos indicados, organização e tamanhos de malas.

Lançado em 2011 e voltado para as mulheres na faixa dos forties, o site 40 Forever já é reconhecido nacionalmente, abordando estilo, beleza, cultura, gastronomia, viagem e comportamento. E disso as meninas entendem, ora se entendem…

Bebel_Maria Pia_Ana CecíliaBebel Niemeyer, Maria Pia Marcondes Ferraz e Ana Cecília de Magalhães Lins Lacerda vão ensinar a fazer as malas…

Lucro de Refinaria de Pasadena deixa TCU em posição desconfortável: o negócio é um sucesso!

Com a divulgação, pela Petrobras, de seu relatório especial sobre a Refinaria de Pasadena, a população brasileira, que vinha sendo contaminada com informações agourentas sobre o negócio realizado, é informada de que o lucro líquido da estatal com ela neste 1º semestre de 2014 foi de US$ 73 milhões, isto é, R$ 160 milhões.

Isso quer dizer que Pasadena pode pagar em menos de dois anos os R$ 700 milhões de prejuízo calculados pelo relator José Jorge, do TCU, e com sobra!

Com isso, o relator José Jorge, que no governo Fernando Henrique ocupou o ministério da Energia, fica em posição desconfortável, já que até agora ninguém havia se lembrado de lhe cobrar o prejuízo, à sua época, de US$ 1,5 bilhão pelo afundamento da plataforma P-36, pois afinal desastres acontecem e há que se ter compreensão para tais fatos.

Abaixo, para o conhecimento de vocês, o post publicado no blog da Petrobras.


Conheça o histórico da aquisição de Pasadena

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Visão noturna da Refinaria de Pasadena (2007)


Pasadena é um complexo de refino e comercialização, localizado no Texas, às margens de importante via navegável, fazendo parte de um centro refinador de 2 milhões de barris por dia e exportador de derivados para o mercado norte americano. A refinaria está em plena atividade, tem capacidade de refino de 100 mil barris por dia e, no momento, opera de forma rentável com petróleo leve disponível nos Estados Unidos a partir do crescimento da produção local de óleo não convencional (tight oil).

À época da aquisição dos 50% iniciais, em 2006, o negócio foi considerado potencialmente bom e atendia aos pressupostos do Plano Estratégico da Petrobras, contemplando os investimentos a serem feitos para que a Refinaria passasse a processar petróleo pesado da Petrobras, mediante a implementação de projeto de ‘’Revamp” na refinaria.

Mas, com a crise econômica nos EUA a partir de 2008 e consequente queda na demanda de derivados, as margens de refino caíram significativamente. Além disso, o preço do petróleo que tinha também se reduzido a partir de agosto de 2008 e em 2009, voltou a se elevar de 2010 em diante, não deixando margens para operar a refinaria de forma lucrativa. Nesse quadro, as condições financeiras e econômicas dos negócios no segmento do refino tornaram-se críticas em todo o mundo no pós-crise de 2008. Assim, por conta de uma crise econômica mundial, um negócio potencialmente bom transformou-se em um empreendimento com baixo retorno, o que levou inclusive ao reconhecimento contábil de perdas de US$ 530 milhões, as quais podem ser revertidas no futuro.

Em 2007, houve desentendimentos entre os sócios a respeito do projeto de “Revamp”, ou seja, sobre os investimentos a serem feitos para que a Refinaria passasse a processar petróleo pesado da Petrobras.

Outros dois fatores impactaram profundamente o negócio. A descoberta de vastas reservas de petróleo no pré-sal em 2007 e o acentuado crescimento da demanda de derivados no mercado brasileiro, recomendaram a prioridade de investimentos no segmento de exploração e produção de óleo e na expansão do refino no Brasil. Dessa forma os investimentos previstos para adaptar a refinaria de Pasadena para processar óleos pesados brasileiros (mais barato) perderam a prioridade, não só por causa da falta de rentabilidade decorrente da crise mundial como também pela melhor oportunidade para processar esses óleos no Brasil.

Entenda a cronologia do empreendimento:

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1999 – 2004: Expansão do refino no exterior

Desde 1999, a Petrobras tinha o objetivo de expandir o refino no exterior. Crescia o potencial de produção de petróleo no Brasil, mas o mercado de derivados estava estagnado e não havia capacidade de refino para o volume de óleo pesado descoberto. O óleo pesado é mais denso e exige refinarias mais complexas, para que dê origem a produtos mais leves e valorizados. Ele era exportado, por exemplo, para os EUA com elevado deságio por ser pesado. A aquisição de refinarias e sua adaptação para processar o óleo Marlim (pesado) no exterior permitiriam, portanto, agregar valor ao óleo pesado, entregando derivados valorizados localmente. Esse posicionamento foi formulado em 1999 (Visão 2010) e confirmado em 2004 (Visão 2015) no Plano Estratégico da empresa.

2004: Astra compra Pasadena da empresa Crown

Em 2004, a empresa Astra assinou contratos com a empresa Crown para aquisição de Pasadena. Conforme apuramos, o valor desembolsado pela Astra, antes da venda para a Petrobras, foi estimado em US$ 360 milhões (equivocadamente circula informação que o custo para Astra teria sido somente US$ 42,5 milhões).

 


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2005 – 2006: Astra oferece parceria em Pasadena à Petrobras

Após mapeamento que apontava efetiva oportunidade de operação no Golfo do México e oferta da Astra propondo parceria, iniciamos a avaliação da Refinaria de Pasadena:

• Era um complexo localizado em um importante “hub” (centro) de movimentação de petróleo e derivados, em um mercado que crescia;

• Apresentava preço atrativo, já que Pasadena era uma refinaria de óleo leve. Por não ser ainda adaptada para processamento de óleo pesado, custava bem mais barato do que outras refinarias já adaptadas;

• Tinha o diferencial de contar com licenças e espaço físico (terreno) necessários para ser transformada em uma refinaria maior e capaz de processar óleo pesado Marlim, para o que Petrobras e o sócio investiriam na remodelação da unidade (“Revamp”);

• Contava com acesso a um grande parque de armazenamento de petróleo e derivados e com contratos de comercialização e de acesso à infraestrutura para escoamento de derivados;

• Dominava, ainda, conhecimentos para operar no mercado norte-americano, por meio da companhia de “trading”, uma empresa de comercialização de petróleo e derivados;

• Astra não era especialista em refino e vira na associação com a Petrobras uma oportunidade para juntas crescerem no mercado.

A Petrobras analisara várias outras oportunidades, e chegou a fazer ofertas em outras refinarias americanas, sem sucesso. Em Pasadena, as negociações tiveram êxito.

A parceria da Petrobras com a Astra unia competências em refino com competências na comercialização local, incluindo uma carteira de clientes para toda a produção da Refinaria de Pasadena. Contava, ainda, com escoamento garantido para os derivados e acesso a poliduto de exportação e porto para receber o petróleo nacional. Dispunha de área e licenças para ampliar a refinaria para processar petróleo pesado da Petrobras (o óleo Marlim), de forma que se mostrava atrativa para ambos os sócios.

2006: Petrobras compra 50% de Pasadena

Após estudos e avaliações, a Diretoria da Petrobras, seu Conselho de Administração e analistas de mercado à época avaliaram como potencialmente boa a compra de 50% de Pasadena, sendo:

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Os valores pagos em 2006 correspondem a 8.580 dólares por barril por dia (bpd) de capacidade, enquanto a média para compra de refinarias no mercado norte-americano naquele período era de 9.400 de dólares por bpd de capacidade.

Cláusulas contratuais que se destacaram nos noticiários recentes sobre o negócio:

“Marlim” – o contrato previa uma rentabilidade mínima de 6,9% para a refinaria (50% Astra 50% Petrobras) se no processamento do petróleo Marlim essa rentabilidade não fosse atingida. Essa condição se devia ao fato de que a Petrobras tinha o direito de impor o processamento do seu petróleo para 70% da capacidade da refinaria, apesar de deter somente 50% de participação na sociedade. Essa cláusula não foi acionada, pois a refinaria jamais processou o óleo Marlim, por não ter sido adaptada para tal (o “Revamp” não foi implementado);

“Put Option” – trata-se de cláusula frequentemente utilizada na formação de parcerias entre empresas. Cabe destacar que as condições para o seu exercício e a fórmula do preço de saída (“put price”) variam caso a caso e são, portanto, características de cada negócio. O contrato previa, com essa cláusula, a obrigação de compra, pela Petrobras, da outra metade da Astra no negócio, sob condições previamente fixadas. Esta cláusula foi prevista como contrapartida à Astra para o direito da Petrobras impor suas decisões no negócio.

2007 – 2011: Desentendimentos com a Astra

A partir de 2007, começaram os desentendimentos com a Astra, que não concordava em fazer investimentos que a Petrobras propôs para que a “Revamp” elevasse a capacidade de 100 mil para 200 mil barris por dia, além de não querer investir em segurança, meio ambiente e saúde no padrão Petrobras. No final desse ano, foi firmada uma carta de intenções, que não gerava obrigação, para a compra dos outros 50%, porém o Conselho de Administração da Petrobras, no início de 2008, não aprovou essa compra. Na mesma época, fora descoberto o petróleo do pré-sal ao mesmo tempo em que a demanda de derivados no Brasil crescia. Nos EUA, como efeito da crise mundial a demanda caiu derrubando as margens de refino no mundo. Assim, não fazia mais sentido investir em “Revamp” (investimentos que seriam feitos para que a Refinaria passasse a processar petróleo pesado da Petrobras) e na ampliação de Pasadena (aumento da capacidade de 100 para 200 mil barris de petróleo por dia).

A Astra se afastou da gestão da refinaria, deixando de cumprir suas obrigações como acionista, o que motivou a decisão de entrarmos com um processo arbitral em 2008. Nesse momento, a Astra exerceu sua opção de venda.

Ainda em 2008, a Petrobras assumiu o controle da refinaria. Em 2009, um laudo arbitral foi emitido, confirmando o direito da Astra de exercer a “put option” e, principalmente, o valor a ser pago pela Petrobras à Astra pelos 50% restantes. A Petrobras decidiu cumprir o laudo, desde que a Astra encerrasse as ações judiciais em curso.

Diante da recusa da Astra, a Petrobras não efetuou o pagamento determinado pelos árbitros e prosseguiu na discussão judicial. Em 2010 e 2011 houve recursos de ambas as partes, Astra e Petrobras América Inc., à justiça americana.

O não cumprimento da decisão arbitral não causou prejuízos à Petrobras. Ao contrário, houve ganho financeiro, uma vez que os juros de 5% ao ano estipulados pelo laudo eram inferiores ao custo que a Petrobras incorreu quando obteve empréstimos em 2009 (auge da crise econômica mundial).

2012: Acordo final entre as partes

Em 2012, tomando por base o laudo arbitral confirmado judicialmente, houve uma negociação final entre as partes e a Petrobras pagou pelos 50% restantes US$ 820 milhões.

Esta negociação encerrou todas as ações judiciais existentes entre as empresas do Sistema Petrobras e as empresas do grupo da Astra. As ações da Astra contra a Petrobras totalizavam, em 2009, US$ 397,5 milhões além do valor estipulado pelo laudo arbitral.

O valor deste acordo está detalhado no quadro abaixo:

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Desta forma, o total desembolsado pela Petrobras para a aquisição de 100% do negócio Pasadena foi de US$ 1,249 bilhão.

2014: Bom desempenho da refinaria

O crescimento da produção de óleo não convencional (tight oil) nos Estados Unidos trouxe competitividade às refinarias para óleo leve do Golfo do México. A refinaria de Pasadena vem processando este “tight oil” e assim obteve lucro líquido de cerca de US$ 73 milhões* no primeiro semestre de 2014.

Além disso, a refinaria ganhou também em 2014 prêmios em reconhecimento a excelência dos seus resultados em segurança.

2006 – 2013: Investimentos

De 2006 a 2013, foram aplicados 685 milhões de dólares em manutenção da refinaria, o que corresponde a aproximadamente 86 milhões de dólares por ano. Nossas aplicações nas refinarias no exterior são aportes permanentes, alinhados àqueles feitos em refinarias de igual porte no Brasil, garantindo a previsibilidade do desempenho das refinarias e os bons resultados operacionais e comerciais. Qualquer refinaria no mundo requer que se faça manutenção constante e se implementem melhorias para sua boa operação. Exemplos de investimentos feitos para manter refinarias da Petrobras:

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Sobre análises dos órgãos públicos de controle, temos atendido as suas solicitações desde dezembro de 2012, fornecendo informações e documentos sobre o processo de compra da Refinaria de Pasadena, e confirmamos a defesa relacionada a essa aquisição, apresentada ao Tribunal de Contas da União em janeiro de 2014.

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 * Valor originalmente publicado de “superior a US$ 90 milhões” foi revisto pela PAI (Petrobras America Inc).

Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho distribuem diploma do “Eu Existo”

Aniversário da Liège Monteiro + seus 10 anos de casada com Luiz Fernando Coutinho com uma comemoração estrondosa no apartamento do amigo Ricardo Rique, na Vieira Souto, pois a ocasião merecia, ora se merecia!

Ser convidado para uma festa dessas é tipo um atestado do “Eu Existo!”. Borbulhação desde a calçada, como acontece quando tem celebridade hospedada no prédio ao lado, o do Hotel Fasano. A fina flor dos elencos da Rede Globo e do High Society. E mais alguns purpurinados pra dar molho.

Comidinha ótima da Cecília Borges, agradando até ao paladar exigente do “tio” Zé Hugo Celidônio, que a conheceu garotinha. Decoração de mais duas “sobrinhas” de Celidônio: Maria Pfisterer e Mariella Marcondes Ferraz. E tão bom quanto os quitutes e o décor era o som do DJ Marcos Mamede. Com o “plus” do show do Toni Garrido com o Cidade Negra.

E a aquela fama toda presente dançou como se o mundo só tivesse um dia. Afinal, não era o mesmo que você faria?

Toni Garrido  Ricardo Rique  Liege Monteiro e Luiz Fernando Coutinho28828

Toni Garrido, Ricardo Rique, Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho

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Ricardo Linhares, Vera Fischer, divina de viver, Riu Vilhena e Lahire Dutra de Carvalho Neto.

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Orlando Morais, Glória Pires, Liège Monteiro, Christiane Torloni e Lavinia Vlasak

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Narcisa Tamborindeguy empresta seu carisma para divulgar a obra recém-lançada de seu darling boy friend Guilherme Fiúza

Marcos Schechtman   Vera Fischer e Paula Pereira8395

Marcos Schechtman, Vera Fischer e Paula Pereira. Vera prepara-se para voltar ao teatro, em grande estilo, em montagem de peça escrita por ela mesma.

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Malvino Salvador e Kyra Gracie

Luiz Fernando Coutinho  Manuela Drumond   Liege Monteiro e Juliana Boller28634

Luiz Fernando Coutinho, Manuela Drumond, Liège Monteiro e Juliana Boller

Luiz Fernando Coutinho   Wolf Maya   Liege Monteiro e Renata Bonjesus29184

Luiz Fernando Coutinho, Wolf Maya, Liège Monteiro e Renata Bonjesus

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Luiz Fernando Coutinho, Ricardo Rique e Liège Monteiro

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Lilibeth Monteiro de Carvalho e Vincent Kieffer

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Liège Monteiro e Aloisio de Abreu

Liege Monteiro   Luis Erlanger e Mari Erlanger 8675

Liège Monteiro, Luis Erlanger e Mari Erlanger

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Leonardo Oliveira, Iná Arruda, Gisella e Ricardo Amaral

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Leonardo Antonelli e Guilhermina Guinle

Lenny Niemeyer   Sonia Racy e Sylvia Martins8577

Lenny Niemeyer, Sonia Racy e Sylvia Martins, cujo apartamento na 59st, diante da Queensboro Bridge, tem vistão de 360º para Manhattan

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Lavinia Vlasak e Celso Colombo

Lahire Dutra de Carvalho Neto   Liege Monteiro  Ricardo Linhares    Christiane Torloni e Luiz Fernando Coutinho8504

Lahire Dutra de Carvalho Neto, Liège Monteiro, Ricardo Linhares, Christiane Torloni e Luiz Fernando Coutinho

Kiki Garavaglia    Renato Garavaglia   Liege Monteiro   Jose Hugo Celidonio e Maria Alice Celidonio8487

Kiki e Renato Garavaglia, Liège Monteiro, José Hugo e Maria Alice Celidônio

Juliana Boller e Manuela Drumond 8623

Juliana Boller e Manuela Drumond

Jayder Soares   Eliane Tabbakh   Ricardo Rique   Luiz Fernando Coutinho   Liege Monteiro   Simone Soares   Bianca Assunpcao   Mauricio Mattar e Bianca Marques 29044

O parabéns pra você com Jayder Soares, Eliane Tabback, Ricardo Rique, Luiz Fernando Coutinho, Liège Monteiro, Simone Soares, Bianca Assumpção, Maurício Mattar e Bianca Marques

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Hildegard Angel e Francis Bogossian

Helena Ranaldi8453

Helena Ranaldi

Guilherme Fontes e Mauricio Mattar8869

Guilherme Fontes e Maurício Mattar

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Glória Pires e Orlando Morais

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Glória Pires e Guilherme Fontes

Glenda Kozlowski e Luis Tepedino 8865

Glenda Kozlowski e Luis Tepedino

Flavia Manahu e Antenor Barbosa Lima8597

Flavia Manahu e Antenor Barbosa Lima

Eliane Tabbakh e Ricardo Rique8534

Eliane Tabback e Ricardo Rique

Daniela Escobar8386

Daniela Escobar

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Nome “Liége” no bolo com as cores da Grande Rio e também impresso com várias tipologias no tampo da mesa fabricada especialmente para a ocasião

Bianca Marques   Liege Monteiro e Luiz Fernando Coutinho8900

Bianca Marques, Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho

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Bianca Assumpção e Maurício Mattar

Andrea Leal  Eriberto Leao  Liege Monteiro  Luiz Fernando Coutinho e Marcelo Faustini8586

Andrea Leal, Eriberto Leão, Liège Monteiro, Luiz Fernando Coutinho e Marcelo Faustini

Andrea Dellal 8658

Andrea Dellal, vizinha do andar embaixo, subiu com rede de strass nos cabelos e conchas do mar nos sapatos

Ana Kalil e Maria Zilda8329

O casal Ana Kalil e Maria Zilda

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Bonito par: Ana Botafogo e o advogado de São Paulo Edson Pinto

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Aline Santanna e Luiz Oscar Niemeyer

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Toni Garrido, do Cidade Negra, e Eduardo Dussek, que chegou na hora certinha do show do Toni começar

Fotos de Reginaldo Teixeira

Borbulhinhas

Eram apenas alguns e bons amigos na homenagem pelos 98 anos da professora imortal Cleonice Berardinelli no Consulado de Portugal. Foram recebidos pelos cônsules muito simpáticos e brindados com um sarau lítero musical.

A pedido da acadêmica, as poesias do poeta e contista português Marcos de Sá-Carneiro, conhecedor da obra de Fernando Pessoa, foram musicadas pela cantora Adriana Calcanhoto e cantadas por ela ao som do violão!

E o incrível e emocionante foi assistir à quase centenária Cleonice acompanhar Calcanhoto, recitando os versos de cór. Ela ainda falou algumas palavras de agradecimento, antes de soprar o bolo todo branco, cheio de rosas brancas.

“Você faz parte da minha história. No dia 7 de outubro de 2014, venha comemorar meu aniversário no Rio de Janeiro Country Club. Agradeceria se em lugar de presente, fosse feita uma doação para a Casa Maternal Mello Mattos. Urna no local”. São os elegantes dizeres do convite de Cecília Dornelles para a celebração de seus 70 anos, com look de, no máximo, 50.

Segunda-feira, dia 1º, a pesquisadora Terezinha Leal de Meirelles faz palestra em benefício das crianças do Hospital do Câncer abordando a vida de Charles Louis Napoléon Bonaparte, sobrinho predileto do Imperador Napoleão.

As galerias do primeiro andar do Centro Cultural Justiça Federal serão ocupadas pela exposição Parâmetros da Liberdade, de Lella Castello Branco, que faz circuito internacional. O vernissage está marcado para o dia 9 de setembro, às 19h.

 

Quando uma doença chega à sua casa para tumultuar…

No Instituto Pró-Saber, no Humaitá, as psicólogas Ana Luiza Novis e Lucia Helena Abdalla, terapeutas de família, lançaram o livro A visita inesperada – Quando uma doença chega à sua casa para tumultuar.

O livro é dedicado a pacientes e familiares que vivem situações parecidas, além de profissionais da área que lidam com problemas complexos no dia-a-dia. As autoras, com recursos da Terapia Narrativa, falam de sentimentos, sensações, reações causadas pelo diagnóstico de uma doença crônica ou de difícil identificação.

Lançamento da Editora Jaguatirica.

Ana Maria e Luiz Eduardo Índio da CostaAna Maria e Luiz Eduardo Indio da Costa

As irmãs Gilda e Marta Novis

As irmãs Gilda e Marta Novis

Emb. André e Maria Lúcia Guimarães 1

Embaixador André e Maria Lucia Guimarães

Georgia Wortmann

Georgia Wortmann

O casal Ana Luiza Novis e Carlos Eduardo Keller

O casal Ana Luiza Novis e Carlos Eduardo Keller

Renata Dominguez e Lucia Helena Abdalla

Renata Dominguez e Lucia Helena Abdalla

Rosa Maria Barreto

Rosa Maria Barreto

Teresa Cristina Quintana  Lenir de Sá Pereira  Monica Saad  Sergio Novis e Maurea Pantoja

Teresa Cristina Quintana, Lenir de Sá Pereira, Monica Saad, Sergio Novis e Maurea Pantoja

Terezinha Sampaio e Tereza Castello Branco

Terezinha Sampaio e Tereza Castello Branco

Fotos de Marco Rodrigues

Tarde feliz, 150 na plateia, mais um gol de placa de Ruth Niskier no Copacabana Praia

Que mulher extraordinária é a Ruth Niskier! Com método, competência e senso de organização, já há dez anos ela organiza tardes com palestras para senhoras, sempre com temas da atualidade, envolvendo assuntos culturais sobretudo, lotando auditórios.

Essas reuniões começaram no auditório da H. Stern, em Ipanema, e hoje têm prosseguimento no Centro Cultural Desembargador Aloysio Maria Teixeira, no Copacabana Praia Hotel. Das imortais Cleonice Berardinelli e Nélida Piñon ao cientista, e também imortal, professor Ivo Pitanguy, as amigas de Ruth têm tido o privilégio de escutar e dialogar com as personalidades mais fascinantes do país.

Neste mês de agosto, por ocasião da inauguração da Ocupação Zuzu, no Paço Imperial, Zuzu Angel foi a personalidade eleita por Ruth. E como Zuzu não mais está entre nós para falar in loco para plateia tão especial, fui eu a escalada por Ruth para a honrosa missão de abordar sua vida e obra, da qual, humildemente, procurei dar conta.

O auditório lotou, para minha grande alegria. Ruth tem um público fidelizado. Minhas amigas também são muito leais. Foi uma conjugação de múltiplos afetos. E o maridão imortal, Arnaldo Niskier, também presente, aplaudia o sucesso de sua sempre Ruth.

Apresentei em primeira mão o projeto da Casa Zuzu Angel de Memória da Moda do Brasil. Será o primeiro Museu-Escola em nosso país. Todos os saberes praticados naquela Casa serão transmitidos através de cursos técnicos. Um sonho que se realiza. Fiquei comovida e feliz com a aceitação e os aplausos.

Senhoras de nossa sociedade, mulheres muito bem vestidas, colecionadoras de grandes marcas, na mesma hora ofereceram doações de belos vestidos para a “Coleção Grandes Damas” do acervo. A própria Ruth Niskier doou um Valentino imprimé de seda pura comprado em Milão para o casamento de seu filho. Sonia Romano, dois modelos de ateliês clássicos do Rio de Janeiro: grifes Silvia Souza Dantas e Glorinha Pires Rebello, criação do saudoso mineiro Zefferino. Manuela Ferrari, um vestido de baile do também mineiro e saudoso Francisco Carlos Ferreira, braço direito de Oscar Della Renta.

Depois, convidadas por Ruth Niskier, Joana e Aloysio Teixeira, subimos todas para o restaurante Da Bambrini, no 1º andar, onde foi servido um chá digno do La Durée parisiense, com todo o tipo de petit fours, docinhos deliciosos, éclairs, bolos, conversamos, rimos, brincamos e nem percebemos o tempo passar. Bom demais.

Mas, quando o tempo ficou escuro, nos tocamos e partimos. Afinal, uma tarde feliz e entre amigos, para se tornar imortal, não precisa ser eterna.

A. JOANA TEIXEIRA HILDERGARD ANGEL RUTH NISKIERCom as queridas Joana Teixeira e Ruth Niskier

A. LUCILIA LOPES HILDEGARD ANGEL

Com a estilista Lucília Lopes, conselheira do Instituto Zuzu Angel

A. MANOELA FERRARI FREDERICA BASTIANManoela Ferrari e Frederika Bastian Pinto

A. MONICA FARIA TANIA CARVALHO TEREZA BARROS FRANCOMonica Faria, Tania Carvalho e Tereza Barros Franco

A. RUTH NISKIER BERTHA MENDES DE SOUZA HARILDA LARRAGOITERuth Niskier, Bertha Mendes de Souza e Harilda Larragoiti,  que doou as casacas de Gérard

A. SONIA ROMANO TNIA CARVALHOSonia Romano e Tania Carvalho

A. SONIA SIMONSEN CELIA MORAESSonia Simonsen e Maria Célia Moraes

A. SONIA SIMONSEN TEREZA BARROS FRANCOSonia Simonsen e Tereza Barros Franco chegaram cedo e ocuparam a primeira fila

A. TANIA PEREIRA RENATA FRAGATania Pereira, com os cabelos muito bonitos, e Renata Fraga

A.COOKIE RICHARDS ARNALDO NISKIERCookie Richers e Arnaldo Niskier

A. JOANA TEIXEIRA E ALOYSIO TEIXEIRA

Joana e Aloysio Maria Teixeira Filho, os anfitriões da tarde

A. ISIS PENIDO GLORINHA SEVERIANO RIBEIRO MANOELA FERRARI

Isis Penido, Gloria Severiano Ribeiro e Manoela Ferrari

A. HILDERGARD ANGEL

Cercada de ótimos amigos: Joana e Aloysio Teixeira, Ruth Niskier, Yacy Nunes e Arnaldo Niskier

a. hildergard angel joana teixeira ruth niskier

Com Joana e Ruth

A. HILDEGARD ANGEL

Minha querida Lygia Lowndes vestiu azul e maquiou os olhinhos azuis, show!

A. HILDE YACY NUNES

Com Yacy Nunes

A. GLAUCIA ZACCARIAS VERA BANGUEL

Glaucia Zacharias e Vera Bangel

A. GEORGIA WORTMAN LUCILIA LOPES

Georgia Wortmann e Lucília Lopes

A. FATIMA TOSTES RUTH NISKIER FREDERICA BASTIAN PINTO

Fátima Tostes, Ruth Niskier e Frederika Bastian Pinto

A. ELIANA OVALE SILVIA CRIVELA

Eliana Ovalle e Sylvia Crivella

A. BERTHA MENDES DE SOUZA HILDEGARD ANGEL

Bertha Mendes de Souza foi com Cecília Dornelles, que em outubro festeja aniversário no Country e estarei lá para abraçá-la, naturalmente

A. ALOYSIO TEIXEIRA HILDE DUARTE RUTH

Com os responsáveis pelo sucesso da tarde: o hoteleiro Aloysio Teixeira, o eficiente Sergio Duarte e a super Ruth Niskier

A. ELISA FERRAZ TEREZA BARROS FRANCO RUTH NISKIER SONIA SIMONSEN

Eliza Ferraz, Tereza Barros Franco, Ruth Niskier e Sonia Simonsen

A. BIA RIQUE COOKIE RICHARDS

Bia Rique e Cookie Richers

visao parcial

Plateia cheia

Terezinha Matta  Joana Teixeira e Terezinha Sarmento

Terezinha Matta, Joana Teixeira e a candidata a deputada estadual Terezinha Sarmento, que estava acompanhada da neta de Leonel Brizola, e prometeu ser uma aliada da Casa Zuzu Angel e da moda carioca na Alerj

Terezinha  Marra Constança Castelo Branco  Tania Carvalho e Margareth Padilha

Terezinha Matta, Constança Castello Branco, Tania Carvalho e Margareth Padilha

Tereza Quattronni e Solange Ribenboim

Teresa Aczel e Solange Ribenboim

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Sylvia Crivella entre Aloysio e Joana Teixeira

Sonia Romano Noronha e a filha Andrea Noronha Tupinamba e Isis Penido

Sonia Romano, Andrea Noronha Tupinambá e Isis Penido

Ruth e Arnaldo Niskier

Ruth e Arnaldo Niskier

Mappy Carino  Isabel Lito e Ligia Lowndes

Mappy Carino, Isabel Lito e Lygia Lowndes

Cleuba Verri e Raquel Sena

Cleuba Verri e Raquel Sena

Fotos de Armando Araújo e Marcelo Borgongino

Um guia para os insiders do Leblon, o mapa da mina do bairro dos “escolhidos” do Rio

Com tiragem de cinco mil exemplares e editada pelo fotógrafo Marco Rodrigues e a super inserida no contexto Betina Pons foi lançada a revista Dicas do Leblon. Sonho há tempos acalentado, ela vem mensal e com distribuição gratuita em restaurantes do bairro, como as sorveterias Amarena, a perfumaria Violeta, de Katia Spolavori, e outros points obrigatórios.

Dicas do Leblon vem recheada com escolhas criteriosas, maneiras, descoladas e chiques, não necessariamente nessa ordem, reservadas para os moradores que preferem manter suas atividades no próprio bairro, evitando os problemas de mobilidade com tantos canteiros de obras. Uma publicação para os insiders,  que fala sobre comportamento, saúde, lazer, casamentos, esporte e arte… no Leblon, do Leblon e para o Leblon.

Suzana Galdeano assina uma coluna. Maria Eugenia de Castro lê os astros. Dani Batista tem espaço com fotos de casamentos e até de lua-de-mel. O Papa do Leblon foi. Adivinhem quem! Manoel Carlos, naturalmente!

Tudo ao som do Duo Um Tan Go e dos versos de Carlos Drummond de Andrade na voz do poeta Jorge Salomão.

Onde? Na pracinha do Cazuza, só podia…

Lúcia Chamma  Alicinha Silveira e Ana Paula Leão  TeixeiraLúcia Chamma, Alicinha Silveira e Ana Paula Leão Teixeira

Bia Medeiros  Alberto Sabino e Evelyn Rosenzweig

Bia Medeiros, Alberto Sabino e Evelyn Rosenzweig

Liliana Rodriguez e Nestro Rocha

Liliana Rodriguez e Nestor Rocha

Xenia Goes e Kátia Spolavori 1

Xenia Goes e Kátia Spolavori

Rodolfo Cãmara Lígia Azevedo e Lygia Marina

Rodolfo Câmara, Ligia Azevedo e Lygia Marina

Lucy Sá Peixoto Andréa Tupinambá e Isis Penido

Lucy Sá Peixoto, Andréa Tupinambá e Isis Penido

Júlio Lellis e Jorge Salomão

Julio Lellis e Jorge Salomão

Igor Sibaldi e Roberto Athayde

Igor Sibaldi e Roberto Athayde

Betina Pons

Betina Pons

Ana Letícia Cohen  Suzana e Christina Galdeano

Ana Leticia Cohen, Suzana e Christina Galdeano

Fotos de Eduardo Costa

Hoje, às 16 horas, tenho um encontro marcado com minhas melhores amigas: vocês!

Hoje, às 16 horas, tenho um encontro marcado com minhas melhores amigas no Copacabana Praia Hotel, da Rua Francisco Otaviano com Av. Copacabana. Quem promove a reunião é a Ruth Niskier, que incluo nesse time de mulheres muito queridas que há anos acompanho e me acompanham. Termos nossas vidas, de certa forma conjugadas, entrelaçadas. Vou falar com elas sobre o trabalho que tenho desenvolvido na moda, não apenas desde a fundação da primeira ONG de moda do país, o Instituto Zuzu Angel, há 21 anos, mas desde que me entendo por gente, trabalhando com mamãe em seu atelier.

Vamos conversar sobre a preservação da moda brasileira e de como ela reflete a vida e a História do Brasil e de seus grandes personagens.

Vai ser realmente uma confraternização informal, um encontro de pessoas que se gostam. Quero ouvir muitas perguntas e respondê-las com toda a franqueza possível. E vou exibir o projeto arquitetônico, realizado pelo Estúdio Guanabara, da Casa Zuzu Angel de Memória da Moda do Brasil – Acervo, Conservação, Restauração, que será inaugurada na Usina. Os arquitetos Luisa Bogossian e Thiago Barros estarão presentes para explicar detalhadamente sua concepção.

Enfim, queridas, vai ser uma tarde e tanto, no Copacabana Praia Hotel, de Joana e Aloysio Maria Teixeira Filho, no Centro Cultural Aloysio Maria Teixeira, no térreo.

Espero vocês, minhas queridas!

Depois de vencer cinco décadas de câncer, Lazaroni apoia Pezão na batalha eleitoral

Quem visse Dalva Lazaroni, cheia de entusiasmo, esfuziante mesmo, num conjunto de seda azul cobalto, recebendo os 200 convidados de seu jantar em torno do candidato Pezão, não poderia imaginar que estava diante de uma sobrevivente.

Mulher combativa, desde 1971 ela luta e vence, em batalhas sucessivas, o câncer linfático, em suas múltiplas manifestações e investidas. Neste exato momento, é travada nova e árdua batalha, com a doença atuando em várias frentes de seu organismo. Dalva, porém, parece ignorá-la. Dá o desprezo. Acostumou-se a tratar o câncer como doença crônica com que é obrigada a conviver, viver e ser feliz, com ele e apesar dele e das incontáveis quimioterapias.

Essas décadas submetida às bombas de cobalto – azul cobalto – são o conteúdo do livro Azul-cobalto, gás mostarda, que Lazaroni lançou na Saraiva do Leblon, nesta mesma semana em que abriu seu apartamento da Vieira Souto para celebrar a corrida eleitoral, na qual seu filho André Lazaroni concorre a deputado estadual, na chapa com o candidato a federal Marco Antonio Cabral.

Entre os muitos presentes, havia vários convidados da lista da promoter Alessandra Amaral, amiga de infância de André. Afinal, nesses encontros políticos de nada vale chamar correligionários. Importante é reunir pessoas interessadas em ouvir as propostas dos candidatos e em colocar a eles as suas próprias demandas.

Foi assim neste jantar de Dalva Lazaroni e Paulo Roberto Moraes, quando todos os candidatos discursaram, conversaram com os eleitores, distribuíram santinhos e, certamente, conquistaram muitos votos.

O buffet ficou por conta da chef Conceição Neroni. Tudo tão delicioso que Pezão, um gourmet, foi à cozinha conferir os molhos diretamente nas panelas (ah, guloso!) e cumprimentar a equipe, junto com sua sempre amável Maria Lúcia Jardim.

Notei que enquanto Dalva se dividia atenciosa entre as centenas de presenças, ela era observada de longe com interesse e – por que não dizer? – satisfação, pelo seu oncologista, dr. Sergio Allan.

Allan, que já chefiou a Oncologia Clínica do Inca, é respeitado também nos Estados Unidos, onde fez sua residência médica no hospital Monte Sinai, em Nova York. Mas foi no Memorial Hospital de NY que ouvi dos medalhões da oncologia os maiores elogios e as mais rasgadas recomendações ao tratamento do dr. Allan.

Ele é o médico com quem Dalva divide os méritos das muitas batalhas vencidas nessa guerra sem fim contra o câncer.

Perto dessa guerra. Uma eleição é brincadeira de criança.

IMG_8954-Dalva Lazaroni  Luiz e Tereza QuatroniDalva Lazaroni, Luis Quattrone e Teresa Aczel

IMG_8958-Dalva LazaroniDalva Lazaroni e seu conjunto azul cobalto

IMG_8961-Joaquim Moreira Bernardete Simonelli  Beth Accioly e Adolpho FrancoJoaquim Moreira, Bernadete Simonelli, Beth Accioly e Adolpho Franco

IMG_8969-Susana Cabral e Dalva LazaroniSuzana Neves Cabral e Dalva Lazaroni

IMG_8975-Beatriz  Andre Lazaroni (filha) GuilherminaBeatriz, André e Guilhermina Lazaroni

IMG_8978-Conceição e Paolo NeroniConceição e Paolo Neroni

IMG_8983-Dalva Lazaroni Maria Lucia Jardim e Suzana CabralDalva Lazaroni, Maria Lucia Jardim e Suzana Neves Cabral

IMG_8985Os chocolares traziam o 15 do Pezão

IMG_8986E o 15555 do André Lazaroni

IMG_8989Corbeilles por toda a parte

IMG_8997-Edmar da Fontoura  Katia SpolavoriEdmar Fontoura e Katia Spolavori

IMG_9009-Narcisa e Alice TamborindeguyAs irmãs Narcisa e Alice Tamborindeguy

IMG_9037-Beatriz e Andre LazaroniBeatriz e André Lazaroni

IMG_9047-João Ricardo Coelho  Paula Severiano Ribeiro e Daniela MartinazzoJoão Ricardo Coelho, Paula Severiano Ribeiro e Daniela Martinazzo

IMG_9049-Fatima Martins Paulo e Renata FragaFátima Martins, Paulo e Renata Fraga

IMG_9051-Marcelle FranciscoMarcelle Francisco

IMG_9059-Dalva LazaroniA escritora Dalva Lazaroni fala tão bem quanto escreve

IMG_9066-Luiz Fernando Pezão e Maria Lucia JardimLuiz Fernando Pezão já ganhou sua eleição mais difícil: o voto pleno da Maria Lucia Jardim


IMG_9103-Moema Casares e Renata FragaMoema Casares e Renata Fraga

IMG_9111-Luiz Fernando Pezão(na Cozinha)entre Paolo e Conceição NeroniLuiz Fernando Pezão entre Paolo e Conceição Neroni

IMG_9116-Luiz Fernando PezãoLuiz Fernando Pezão

IMG_9122-Marco Antonio Cabral e sua mãe Suzana CabralMarco Antonio Cabral e sua mãe, Suzana Neves Cabral

IMG_9143-Maria Lucia Jardim Dalva Lazaroni e Allyrio Mello(violinista)Maria Lucia Jardim, Dalva Lazaroni e o violinista premiado internacionalmente Allyrio Mello

IMG_9192-Alessandra Amaral(Foi covida a Apresentar os amigos aos canditos)aAo microfone, Alessandra Amaral apresentou os amigos aos candidatos

IMG_9204-Marco Antonio CabralMarco Antonio Cabral, DNA político pelo lado da mãe, prima de Aécio, e do pai

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Dalva Lazaroni e o marido, Paulo Moraes, e os candidatos Lazaroni, Marco Antonio e Pezão

IMG_9254-Ricardo Rique e sua namorada e Eliane TabbakEliane Tabback e Ricardo Rique

IMG_9262-Padre Omar e Adriana LazaroniPadre Omar e Adriana Lazaroni

IMG_9270-Bianca MarquesBianca Marques

IMG_9279-Alessandra Amaral e Renato QuadradoO lindo sorriso de Alessandra Amaral é o melhor marketing para seu namorado dentista, Renato Quadrado

Fotos de Vera Donato

Said e Ray Farhat, um casal adorável, que completou de modo ideal o seu ciclo de vida

Morreu, aos 94 anos, o ex-ministro da Comunicação Social, Said Farhat. Lúcido e produtivo até o último minuto, este ano lançou mais um livro de suas memórias políticas.

Poderia ter deixado também para a posteridade as memórias românticas da vida do casal singular e apaixonado que formou ao lado de sua Raymundinha, a Ray. Ela se foi alguns anos antes.

Filho de portuguesa e de um mascate libanês que veio aportar na Amazônia, Said nasceu em Rio Branco, no Acre. Aquela lonjura.

Ray, também filha de mãe portuguesa, Maria Mercedes, e pai imigrante libanês, Mustafá Casbur, radicado no Ceará, que ela se acostumou a acompanhar desde menininha em seu comércio pluvial pelos rios e igarapés da Amazônia.

Ia a minúscula Ray, instalada sobre o monte de castanhas que Mustafá, o seu “Deus”, adquiria navegando rios acima, atracando nas pequenas cidades portuárias e descendo para tomar um trago e bater papo com as mulheres da zona. A garotinha Ray sempre junto, testemunha fascinada daquela vida de aventuras.

Até que um sócio passou a perna no pai-herói, causando em Casbur, além do prejuízo, um infarto fulminante! Ficou Ray órfã, aos 13 anos, e obrigada a se casar com um dos irmãos Farhat, conforme compromisso firmado desde sempre entre as duas famílias, como era da tradição libanesa.

Lá partiu a prometida para o Acre, apavorando-se ao ver o tamanhão do pretendente Said comparado ao dela.

Apesar da desproporção da  altura, foi a voz da Ray pequenina que falou mais alto na decisão de “empurrar” o casal  para fora do Acre.

Casados, foram extraordinariamente apaixonados, numa vida jamais monótona. Ele imenso, ela baixinha. Ele contido, ela transgressora. Ela gostava de uísque, ele de cerveja. De repente, quando achava que Said estava merecendo (mesmo se ele não estivesse), Ray desaparecia do mapa. Ele ficava feito um meninão perdido, desorientado, até reencontrá-la em Pernambuco, na Bahia, em Miami. E voltava a reinar a felicidade.

Um casamento palpitante.

Em casa, ela se dedicava a ele full time. Aos ternos, às camisas, ao lenço do bolso, aos sapatos. Às roupas que iam e voltavam da lavanderia. À correspondência dele. Ao banheiro do Said, aos perfumes que ele usava. Ao dia de cortar o cabelo. Tudo dele ela conferia. E se orgulhava do marido impecável.

A casa de Ray tinha uma rotina jamais rompida. As decisões eram tomadas pela manhã e depois tudo corria em seus próprios trilhos, bem azeitado. Uma casa cinco estrelas.

E à noite recebiam em seu living, com as paredes cobertas por obras de Scliar, Volpi, Djanira, Mirabeau, Carybé, obras que Ray dedicava-se a colecionar. Eram jornalistas, diplomatas, intelectuais, políticos, artistas plásticos, publicitários, em reuniões sempre entusiasmadas e bem servidas de assuntos sobretudo políticos.

Ray era uma politiqueira vocacionada, com um grande acervo de amigos na esquerda. Levava na carteira a foto de meu irmão sacrificado, que ela me mostrou quando nos conhecemos. Said, de pensamento liberal, enxergava a política brasileira sempre com muita preocupação.

Foi através do nosso amigo comum, o dramaturgo Guilherme Figueiredo, que ele chegou à pasta da Comunicação Social de Figueiredo, só a assumindo sob o compromisso de que seria praticada a abertura política e aquele seria o último governo militar.

Juntos, Said e Raymundinha foram donos, na década de 70, da Editora Visão, de grande prestígio, chegando a ter a maior revista noticiosa do país, a Visão, sendo pioneira de várias iniciativas. Entre outras, a criação do anuário Quem é Quem na Economia Brasileira, o primeiro deles em nosso panorama editorial.

Foi também a Editora Visão a primeira a editar uma série de revistas técnicas periódicas voltadas para os setores industrial, agrícola, de construção, administração pública, inaugurando com elas os veículos de circulação dirigida e controlada no Brasil.

Um casal emocionante, produtivo e criativo.

Tiveram duas filhas, Sonia e Solange. Sete netos. Oito bisnetos. Amaram e são amados por eles. Completaram e realizaram, da maneira ideal, o seu ciclo de vida.

CREDITO: CARLOS NAMBASaid Farhat, sempre muito bem cuidado, mantido impecável por sua amada Ray / Foto Carlos Mamba/Google

A missa de 7º Dia pela Alma do ex-ministro Said Farhat será no dia 27 de agosto – 4a. feira – às 19:30hs – na Paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Rua Honório Líbero, 100 – altura do nº 1.775 da Av. Brigadeiro Faria Lima – São Paulo